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19 de Novembro de 2018

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Edição nº 893 / 2016

17/10/2016 - 16:34:08

Gabriel Mousinho

O povo não merece

Gabriel Mousinho

A decisão de manter os 40 minutos diários do Guia Eleitoral, foi uma agressão ao povo alagoano. Não precisa dizer de que os programas são insuportáveis depois do chove não molha no primeiro turno.

O que já foi dito e repetido durante a campanha o eleitorado já está farto de saber. Não vai ser agora que o eleitor vai mudar o seu voto.

Pelo que parece e pela insistência de representantes do PMDB, esta nova fase da propaganda eleitoral deve ter lances fortes, porque as propostas já foram exaustivamente discutidas, inclusive em debates com os candidatos.

De antemão, se prevê programas de denúncias, de agressões como se o povo apreciasse isso. Quem votou no seu candidato no primeiro turno, com certeza não vai mudar sua opinião nesta nova fase. O eleitor bem que poderia ser poupado desses aborrecimentos e assistir os seus programas favoritos no rádio e na televisão sem ter que aturar tudo isso.

A baixaria, lamentavelmente, já começou. E parece que vem troco por aí.

Marx no calo

O senador Renan Calheiros vai ter muito trabalho para conter Marx Beltrão, o novo Ministro do Turismo, nas eleições de 2018. Com a corda toda e em alta no governo federal, o objetivo de Beltrão é disputar uma nova vaga no Senado. Como Calheiros vai cortar suas asas no PMDB, Beltrão já abocanhou o PSD no Estado e investe na sua estruturação em todos os municípios alagoanos.

Dança dos votos

Uma das preocupações do senador Renan Calheiros é com os votos da região sul do Estado, onde ele sempre reinou. Agora o espaço para o senador ficará mais curto nas eleições de 2018, já que Marx Beltrão casas e batiza naquela região.

Nova engenharia

O presidente do Senado Renan Calheiros está esperando a onda pesada passar em Brasília, para se debruçar sobre o mapa eleitoral de Alagoas. Esta eleição não foi boa para o PMDB.

Conversa de perdedor

É conversa de perdedor essa história do governo de que o PMD B saiu fortalecido nessas eleições. É conversa fiada. O governo tem que admitir que não trabalhou bem durante a campanha nos municípios alagoanos. Deveria confessor, também, que a fartura de dinheiro fácil acabou.

Mágoa 

Outrora fiel escudeiro da família Calheiros, em Brasília, o velho e conhecido assessor José Diniz, lutou, lutou, mesmo com muitas promessas, mas não conseguiu nem um real para sua campanha a prefeito no município de Abadiânia, em Goiás, onde foi eleito. Diniz foi àquele personagem que anos atrás teve alguns problemas com a polícia quando viajava entre São Paulo a Brasília com muita grana escondida nos forros do seu veículo. 

Falta de visão

O boa praça e eficiente secretário Fábio Farias só faltou dizer que o PMDB ganhou as eleições em todos os municípios do Estado. Como aprendeu com o governador Renan Filho, não consegue admitir nem tampouco enxergar que a eleição foi péssima para o partido, que perdeu a eleições nos maiores colégios eleitorais.

Nem mágica

De um observador político sobre as eleições do segundo turno em Maceió: ´´nem o David Coorperfield resolve os problemas de Cícero Almeida´´.

Nova cara

O programa do Guia Eleitoral de Cícero Almeida mudou de cara. O que não havia feito anteriormente, agora ele mostra o que fez durante seus oito anos de mandato como prefeito de Maceió. Almeida acredita que dá pra chegar lá, embora não conte com o apoio de nenhum dos candidatos.

Balde de água fria

O resultado das pesquisas do Instituto Paraná, divulgado pelo TV Pajuçara na segunda-feira, colocou um balde de água fria na campanha de Cícero Almeida. A vantagem de 25,7 % nas intenções de voto pelo candidato Rui Palmeira, demonstra que a campanha complicou mesmo para o PMDB.

De fora

Para não se comprometer e mostrar independência, o deputado JHC anunciou na sua página no facebook que não apoiará nenhum dos dois candidatos. Ficou de fora da disputa onde obteve mais de 90 mil votos, com olho em 2018. 

Sinal de alerta

Acendeu o sinal amarelo no PMDB. Com os resultados inesperados das últimas eleições, os caciques do partido estão preocupados com 2018. Mesmo assim o senador Renan e o governador Renan Filho, acham que o resultado deu para o gasto.

Tarefa difícil

Cícero Almeida tem um grande desafio nesses últimos dezessetes dias para o segundo turno: tirar a diferença de mais de 93 mil votos de Rui Palmeira. Almeida precisaria convencer mais de 6 mil e 700 eleitores por dia.

Cumprindo  a promessa

O ex-candidato à prefeitura de Maceió, Fernando do Village vem cumprindo o que prometeu: anda falando pelos cotovelos de Cícero Almeida nos bairros da capital. E não tem economizado adjetivos contra o deputado.

De cabeça

O Ministro do Turismo Marx Beltrão nem bem assumiu o cargo já apareceu no Guia Eleitoral pedindo votos para Cícero Almeida para agradar ao senador Renan Calheiros. Não sabe que sua pretensão de concorrer ao Senado vai esbarrar no presidente do Congresso Nacional, que não mede esforços para tirar da frente quem futuramente possa lhe incomodar politicamente.

Baixaria

Menos de 24 horas depois, a coligação do PMDB, no Guia Eleitoral, já mostrava desespero. Começou a divulgar que Rui Palmeira havia recebido doações de campanhas anteriores através da Odebrechet, como se caciques do PMDB não estivessem com a faca no pescoço em processos cabeludos de corrupção que tramitam no Supremo Tribunal Federal.

Espelho, espelho meu

Se o prefeito Rui Palmeira recebeu doações da construtora Odebrecht em campanhas passadas, o que dizer do governador Renan Filho que recebeu não só dela dezenas de milhões de reais, como de outras empresas envolvidas na Operação Lava Jato?

Novos apoios

O prefeito Rui Palmeira começou a campanha do segundo turno com o pé de direito. De princípio recebeu o apoio de Paulo Memória, consequentemente do senador Fernando Collor e de Fernando do Village.

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