Acompanhe nas redes sociais:

23 de Setembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 892 / 2016

10/10/2016 - 17:20:48

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL

Esperando o pior!

Entramos no quarto trimestre de um ano em recessão, com queda na produção, desemprego, juros e dólar em alta, mudanças que virão para prejudicar os trabalhadores, e principalmente os aposentados. Enfim, um País em recessão profunda, onde a palavra de ordem é: economizar e se conformar com o que ganha, sempre esperando o pior. Portanto, leitor, continue seguindo seu orçamento doméstico, economizando ao máximo e procurando fazer uma reserva financeira para qualquer emergência 

Se o Brasil tivesse seguido a cartilha dos países ricos, desde que estourou a crise econômica em 2008, reduzindo os gastos públicos, mas priorizando a educação e saúde, não estaria no fundo do poço hoje. Mas o governo achava que incentivando o consumo, beneficiando a indústria com isenção de impostos, era o caminho certo. O PIB cresceu, mas o resultado foi a explosão da inadimplência e a falência de empresas, como ocorreu nos causadores da crise: EUA e Europa. Eles se recuperaram, e aqui, não tem como haver recuperação a curto prazo.

Fuja dos juros

Se você tem cartão de crédito e cheque especial, fuja desses dois mecanismos de crédito fácil. Eles podem levar você à bancarrota, ou seja, ao fundo do poço. de onde nunca mais vai sair. Os juros são até mesmo superiores aos cobrados pelos agiotas, beirando os 20% ao mês. Compre sempre à vista ou usando o cartão e pagando o valor total da fatura, jamais amortizando. 

Mudando de hábitos

Se você sempre comprou um sabão em pó de determinada marca, achando que é a melhor, tente mudar, caso encontre uma outra mais barata e que faz o mesmo efeito, mas com preço inferior. O mesmo para os enlatados comestíveis, nesse caso, observando o valor nutritivo. Lembre que os preços diferenciam muito de um ponto de venda para outro. Pesquise e só compre quando constatar que fez alguma economia. 

Negociando

As pesquisam comprovam: o índice de inadimplência vem crescendo assustadoramente. É o retrato de um país em recessão, onde os consumidores acham que devem comprar para pagar parceladamente, sem pensar no longo prazo, achando que pode pagar a prestação mensal em até cinco anos ou mais. Também usar o sistema de empréstimo consignado, não imaginando que a qualquer momento pode perder o emprego, é correr o risco de não ter mais como pagar. Se já chegou a esse ponto, negocie seu débito, jurando nunca mais se endividar.

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia