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16 de Novembro de 2018

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Edição nº 890 / 2016

26/09/2016 - 18:45:58

Meio Ambiente

Da Redação

“Leões enlatados” 

A caça de “leões enlatados” é uma prática comum na África do Sul, porém,  nos últimos tempos vem causando grande polêmica. O termo é usado para se referir às fazendas onde os animais são criados para depois serem abatidos por caçadores. O negócio é uma grande fonte de recursos para a África do Sul. Recentemente, o Congresso Mundial de Conservação que reúne representantes de governos, ativistas, cientistas e empresários - pediu que atividade seja banida. Já os defensores das reservas dizem que suas fazendas são uma alternativa à caça ilegal de animais selvagens - o que contribuiria para a conservação da espécie.

Encontro Verde

Brasília sedia, nos dias 28 e 29 de setembro, o XV Encontro Verde das Américas, o Greenmeeting Brasília 2016. O fórum reúne lideranças nacionais e internacionais, tanto governamentais quanto não governamentais, para debater mudanças climáticas, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Durante o evento, será entregue o Prêmio Verde das Américas 2016.

Imposto do bem

Economizando mais de seis bilhões de sacos, a Grã-Bretanha soluciona um problema de polução ambiental. Uma ferramenta mais eficaz do que a divulgação de informações sobre os perigos do plástico para ecossistemas virou o imposto sobre sacos. Em outubro do ano passado o governo o introduziu com o valor de 5 pence. Governo britânico esperou diminuir o número de embalagens usadas e teve razão: quase imediatamente após a introdução da taxa, compradores começaram a recusar os sacos de plástico. No primeiro semestre deste ano, eles usaram 85% menos pacotes que no ano passado. Se outros países introduzirem um imposto semelhante, será alcançado um impacto positivo sobre o meio ambiente. 

Como descartar        hastes flexíveis

Eles servem para limpar os ouvidos, cuidar de ferimentos e até retocar a maquiagem. O que muita gente não sabe é que as hastes flexíveis também podem ser recicladas! Como suas hastes são de plástico, para reciclar basta desprezar as pontas de algodão e encaminhar para o coletor de plástico!

Reservatório                 de Sobradinho

O ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho, afirmou no último dia 14 que o reservatório de Sobradinho, no norte da Bahia, deve chegar a zero do volume útil até o final de 2016. Assim, só restaria no reservatório o chamado volume morto. A represa é a maior da região Nordes-te e tem sofrido com a falta de chuvas dos últimos anos. A estiagem tem feito a companhia de abastecimento do Ceará a estudar um aumento no preço da água usada para resfriar as térmicas instaladas no estado. A situação pode restringir a operação das usinas termelétricas Pecém I e Pecém II que, apesar de produzirem energia por meio da queima de carvão, precisam também de água para funcionar.

Piscina do Amor 

A equipe de Gerenciamento Costeiro (Gerco) encontrou durante uma ação de monitoramento, três espécies de ouriços ameaçadas de extinção e um peixe da espécie Elacantinus Fígaro, vulgo “Neon”, na Piscina do Amor, localizada na enseada da Pajuçara, em Maceió. Desde que a Piscina do Amor foi transformada em zona de exclusão, a área de 42 hecta-res tem sido um suporte à reprodução e à alimentação nas fases iniciais da maioria dos organismos marinhos encontrados na região.

Santuário de elefantes 

A história de décadas de maus-tratos de Maia e Guida, duas elefantas da espécie asiática, terá um desfecho diferente a partir de outubro. Elas serão as primeiras moradoras do Santuário de Elefantes Brasil, uma instituição inédita no país, localizada na Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros da capital de Mato Grosso. A fazenda, que abrigará os animais tem 1,1 mil hectares e foi adquirida por meio de doações de organizações internacionais especificamente para abrigar elefantes. As duas elefantas foram confiscadas de um circo na Bahia e vivem, há seis anos, em Paraguaçu, cidade ao sul de Minas Gerais. Com idades avaliadas de forma aproximada, Maia, 44 anos, e Guida, 42 anos, serão cuidadas por veterinários e especialistas do primeiro santuário 

Seca recorde

Desde 1910, o Ceará não passava por uma seca tão severa como a dos últimos cinco anos, revela levantamento feito pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), com base nos volumes de chuva dos últimos 100 anos. Antes desse período de estiagem, somente a seca de 1979 a 1983 havia sido tão grave e longa: a média anual de chuvas registrada na época foi de 566 milímetros (mm). De 2012 a 2016, a média caiu para 516 mm.

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