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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 889 / 2016

19/09/2016 - 16:48:11

Meio Ambiente

Da Redação

Contaminação das águas

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), mais de 320 milhões de pessoas estão sob risco de contrair doenças potencialmente fatais, como o cólera e a febre tifoide, devido ao aumento da contaminação das águas de superfície na África, América Latina e Ásia. As principais causas para o aumento da contaminação das águas superficiais nesses três continentes são o crescimento demográfico, o aumento da atividade econômica, a expansão e intensificação da agricultura, e a maior quantidade de efluente não tratado que é despejado nos rios e lagos dessas regiões. Existem ferramentas e métodos disponíveis para reduzir a contaminação na fonte; tratar as águas contaminadas antes que elas cheguem aos corpos d’água, reciclar os efluentes e proteger os ecossistemas.

Substância fatal 

O Brasil é campeão mundial no uso de agrotóxicos. A cada brasileiro cabe uma média de 5,2 litros de venenos por ano, o equivalente a duas garrafas e meia de refrigerante, ou a 14 latas de cerveja. De acordo com pesquisa realizada pela professora de Geografia Agrária da USP Larissa Andrade, entre 2007 e 2014 aconteceram 1.186 mortes diretamente relacionadas aos venenos. Uma morte a cada dois dias e meio. Soja, milho e cana, nesta ordem, comandam as aplicações.

Fruta permitida

A concentração de fibras e vitaminas B, C e E faz desta fruta uma importante aliada na prevenção de doenças como diabetes, colesterol, AVC, problemas respiratórios, doenças estomacais e câncer. As maçãs também são recomendadas aos que querem começar uma dieta. Isso porque a fruta possui fibras que ajudam a dar a sensação de saciedade. Não é possível falar de todos os benefícios da maçã, que são inúmeros. Mas, em resumo, por ela ter vitaminas B1, B2, B3, a fruta auxilia no controle do crescimento, ajuda a evitar problemas de pele, evita a queda de cabelo e ainda regula o organismo.

Energia renovável

A Coppe/UFRJ junto com o Greenpeace lançaram, na terça-feira, 13, o relatório (R)evolução Energética 2016. O documento faz uma estimativa para até 2050 de um Brasil com 100% de participação de fontes renováveis em sua matriz, além de mostrar como funcionará a operação do sistema elétrico baseado apenas nessas fontes renováveis, como eólica, biomassa, solar e energia oceânica. O documento está dividido em cinco partes: Mudanças Climáticas e Energia; A Geração de Energia; O Setor Elétrico no (R)evolução Energética; Eficiência Energética; e Transportes e Mobilidade.

Casa de legumes 

Dois arquitetos do Atelier Gras! tiveram uma ideia inovadora para o projeto de uma casa holandesa. A construção, que conta com ecoparedes com legumes, frutas, ervas e flores, dura somente uma temporada, e todos os materiais utilizados podem ser reaproveitados para estruturas futuras. Construída em um sistema modular de caixas plásticas reaproveitadas do transporte dos alimentos e flores, elas formam pequenas camas para o crescimento das plantas, que são cultivadas tradicionalmente, através do plantio em terra. Através da EatHouse (casa de comer), os arquitetos buscam mostrar que qualquer um pode ter sua própria horta em casa, cultivando seus alimentos e contribuindo assim para diminuir o impacto gerado no meio ambiente.

Peixe-gota

O peixe-gota (Psychrolutes marcidus), uma espécie que lembra um rosto humano de bochecha flácida e amargurado, foi eleito o animal mais feio do mundo. Este peixe, que vive no Oceano Pacífico, entre 600 e 1200 metros de profundidade, corre risco de extinção devido à pesca intensiva por arrasto.

Perigo iminente 

O gorila oriental (Gorilla beringei), o maior primata do mundo, foi listado como “criticamente ameaçado” devido à caça ilegal, de acordo com a última atualização da Lista Vermelha lançada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Atualmente, restam menos de 5.000 representantes, que abarcam duas subespécies encontradas nas florestas do Congo, o gorila-de-grauer e o gorila da montanha. Apesar de ser ilegal, as atividades de abate e captura ainda são a maior ameaça para esses animais.

Floresta fóssil

Pesquisadores da UFPI (Universidade Federal do Piauí) e da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) descobriram uma floresta fóssil com cerca de 70 troncos de árvores fossilizadas há 270 milhões de anos, no município de Altos (PI), região metropolitana de Teresina. Esta é a segunda floresta fóssil encontrada no Piauí. A descoberta reforça a tese de que parte da Região Nordeste era coberta por uma densa floresta de árvores de grande porte, parentes de pinheiros e araucárias.

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