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23 de Setembro de 2018

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Edição nº 885 / 2016

23/08/2016 - 10:26:47

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL

O que se espera na economia!

Se as propostas do novo governo que vêm sendo divulgadas na Imprensa forem aprovadas pelo Congresso, não será só o pobre (pão com mortadela) que vai sofrer. A classe média (coxinhas) também terá um “baque” em sua renda. Vão mexer nos direitos trabalhistas tanto da iniciativa privada (a pedido dos patrões) como do serviço público (a pedido do presidente), tornando todos os trabalhadores iguais, sem os direitos conquistados há mais de 70 anos. Os programas sociais Bolsa Família, Prouni, Pronatec e outros, vão desaparecendo aos poucos, retornando o Brasil ao Mapa da Fome Mundial. 

Se o dólar vem caindo, comemorado pelo governo, pior para ele, pois quem sustenta a economia brasileira é o agronegócio, o único que vem crescendo, porque vende para o exterior em dólar. Os empresários pressionam o governo para acabar com os direitos trabalhistas e em contrapartida os juros vão continuar crescendo, para beneficiar os banqueiros. O Brasil será a Argentina de amanhã, que vem desde janeiro com o presidente neoliberal aumentando os preços dos serviços públicos, gerando mais inflação, o desemprego aumentando e a população empobrecendo. 

O que fazer?

Procurar acompanhar tudo o que vem sendo divulgado na Imprensa, se disciplinar, vivendo de acordo com o que ganha, procurando pesquisar preços, comprando apenas o que for mais barato, e reduzir o consumo. Pagar suas contas em dia, evitando juros e multas e ainda deixar algum dinheiro para uma reserva financeira. 

“Dinheiro fácil”

Os bancos e financeiras, lojas dos mais variados setores do comércio, cartões de crédito e outras “facilidades”, devem ser desprezados daqui para a frente. Ninguém sabe como ficará o Brasil com essas reformas anunciadas. Mas o principal: queda do poder de compra, é certo. Esqueça os empréstimos com prestações  baixas e prazo longo; o mesmo com o cartão de crédito amortizado, você pagando o valor mínimo da fatura, pois os juros, multas e taxas, só têm um caminho: o fundo do poço.

O seu bolso

A inflação anunciada pelo IBGE (órgão do governo) não é a do seu bolso. É notório o aumento de preços de alimentos, material de limpeza e higiene nos supermercados e mercadinhos. Procure pesquisar cada vez mais, visitando os pontos de venda e encontrando aquele que vende mais barato Qualquer dinheiro economizado é um bom negócio. 

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