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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 881 / 2016

26/07/2016 - 10:44:48

Produto Interno Bruto

Jorge Morais

Durante toda essa semana, a imprensa nacional deu um grande destaque à previsão feita pelo governo federal em relação ao Brasil para 2017 e 2018. O assunto está relacionado ao Produto Interno Bruto (PIB), com otimistas 0,5% de crescimento, o que, convenhamos, pode até ser muito pequeno diante da expectativa vivida no passado, mas que não deixa de ser uma boa surpresa diante da crise econômica e política pela qual passamos hoje.

Quero deixar bem claro que não sou nenhum economista para emitir opinião sobre um assunto complicado como esse. Mas, como administrador de empresas e jornalista, é quase uma obrigação opinar sobre o tema, na expectativa de começar a enxergar novos horizontes, com dias melhores e sonhar com a volta do crescimento no mercado de trabalho, com a abertura de novos empregos e novas oportunidades.

Inicialmente, o que significa o Produto Interno Bruto? O PIB “representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer sejam países, estados ou cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc). Serve para medir a atividade econômica e o nível de riqueza de uma região. Quanto mais se produz, mais se está consumindo, investindo e vendendo”.

“O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia, e tem o objetivo principal de mensurar a atividade econômica de uma região. Na contagem do PIB, considera-se, portanto, apenas bens e serviços finais, excluindo da conta todos os bens de consumo intermediários. O PIB pode ser calculado a partir de três óticas: a ótica da despesa, a ótica da oferta e a ótica do rendimento”.

“Na ótica das despesas, o cálculo é feito a partir das despesas efetuadas pelos diversos agentes econômicos em bens e serviços; na ótica da oferta, o cálculo é feito a partir do valor gerado em cada uma das empresas que operam na economia; e, na ótica do rendimento, o cálculo é feito a partir dos rendimentos de fatores produtivos distribuídos pelas empresas”.

Diante das informações sobre o tema, observa-se que deveremos alcançar um quadro bem melhor, em relação às atuais quedas do PIB nacional verificadas nos últimos dois anos, pelo menos. Em outras palavras, pelo que entendo, serão reduzidas despesas, com uma maior oferta de mercado e um rendimento final melhor nessa conta entre a soma dos rendimentos do fator trabalho, com os rendimentos de outros fatores produtivos.

Como leigo no assunto, pergunto: o Brasil está caminhando para uma situação melhor ou não? O governo interino de Michel Temer é responsável por essa expectativa para os próximos dois anos ou não? Se a Dilma Rousseff tivesse continuado no cargo de presidente, o quadro seria o mesmo ou não? Muda alguma coisa em relação ao assunto se a presidente voltar? Para se chegar a essa conclusão em relação ao crescimento de 0,5%, para 2017 e 2018, o quadro de melhoria já precisa ser observado agora?  

Diante de tantas indagações e dúvidas, você empresário e trabalhador, já precisa tirar suas conclusões agora, pois as mudanças anunciadas para o futuro já precisam ter reflexos mais imediatos nesse instante, onde o governo precisa mostras as cartas do jogo e garantir dias melhores para todos.  O artigo, repito, foi pensado do ponto de vista de um administrador e pela curiosidade de um jornalista. Desculpem os economistas se escrevi alguma besteira.

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