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18 de Setembro de 2018

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Edição nº 881 / 2016

26/07/2016 - 10:41:03

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL

O que será do amanhã?

Responda quem souber! Minha dica é a de sempre: economizar ao máximo, procurando viver de acordo com o que ganha. E mais: se for assalariado da iniciativa privada, procure se dedicar cada vez mais ao trabalho, se aperfeiçoando, “vestindo a camisa da empresa”. O desemprego vem crescendo, e nada mais tenebroso do que perder o emprego e não saber o que será de sua vida daí para frente. As notícias que partem do Palácio do Planalto (Presidência da República) são de mudanças radicais nas Leis Trabalhistas como um todo, atingindo, obviamente o sempre sofrido trabalhador ou aposentado. 

Repense sua vida, converse com a família, monte uma estratégia de “economia de guerra” em casa, reduzindo os gastos e todos os itens de consumo. Mais: procure fazer uma reserva financeira (caderneta de poupança) para alguma emergência. E evite compras ou empréstimos de longo prazo. Ninguém sabe como será o amanhã! Os juros vão continuar subindo, assim como taxas e multas. Se tem cartão de crédito, compre só o necessário e pague o total da fatura, jamais amortizando, pois o valor vai dobrando, triplicando, e chega o dia que não pode pagar mais. 

Propaganda enganosa

O governo federal deu aumento salarial aos servidores públicos federais como um “cala a boca”. Só que esse reajuste é parcelado até 2019, ou seja, vai ser inferior à própria inflação anual, o que significa que o poder de compra vai diminuir a cada ano, podendo chegar a um salário mínimo. Obviamente que as empresas privadas também seguirão o mesmo ritmo. 

Pense nisso!

Você leitor de minha coluna, classe média, funcionário público ou privado, pense em juros altos, aumento de impostos, corte de benefícios sociais (vai aumentar a miséria), suas dívidas aumentando e seu nome incluído na lista dos inadimplentes, sem mais crédito para nada e podendo até mesmo ter seus bens confiscados! Evite tudo isso sendo disciplinado, procurando não se endividar e evitando gastos supérfluos. 

Negociando débitos

Se tem débitos impagáveis e segue aquele velho adágio popular: “Devo não nego, pago quando puder”, procure seu credor e negocie o débito, inclusive pedindo isenção de juros e multas. A inadimplência vem crescendo a cada dia, e o credor faz qualquer negócio para entrar dinheiro no caixa. Negocie, pague e se livre do constrangimento de ficar recebendo cobranças diárias. Jure nunca mais se endividar. 

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