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12 de Novembro de 2018

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Edição nº 881 / 2016

26/07/2016 - 10:35:50

João Lyra diz que seus detratores afrontam a justiça e mostram cobiça

O empresário João Lyra definiu a divulgação de informações sobre sua suposta “senilidade” como uma manobra feita por pessoas de baixo nível e mal-intencionadas.

Segundo o empresário “há que se respeitar” a justiça, que tem seu próprio rito processual. “O fato é que nenhuma decisão foi exarada ainda pelo juízo competente, constituindo essas versões atitudes de má fé que mais atingem seus autores do ponto de vista da credibilidade do que a mim que, ciente da minha razão, não uso expedientes espúrios”, observou.

O empresário está consciente do enorme potencial de interesses gerados pela Laginha Agroindustrial S/A, cujo valor patrimonial supera a casa dos R$ 2 bilhões. Trata-se de um “tesouro” capaz de gerar inveja, que por sua vez se transforma em calúnias.

O empresário João Lyra quer mostrar que é suficientemente capaz de conduzir o barco a bom porto. Numa reunião com assessores, o empresário, sem demonstrar irritação com a campanha que tenta afastá-lo do comando de seu patrimônio, vaticinou: “Vou até ao fim dessa empreitada. Afinal, ninguém constrói um patrimônio como esse sem uma boa dose de inteligência, bom-senso e determinação, que infelizmente meus filhos não têm (não sei a quem puxaram, pois a mãe sempre teve muito bom senso e um excelente equilíbrio) quem quiser pague pra ver”, enfatizou.

As paixões costumam cegar os homens, já se disse. Turbinadas pelo dinheiro, ou pela perspectiva do vil metal, podem até enlouquecê-los. No caso da Laginha Agroindustrial (holding do grupo) qualquer decisão envolve milhões de reais, como é o caso dos créditos da Lei 4870 (diferença de IPI) em que o Grupo JL tem mais de R$ 2 bilhões a receber, que correspondem praticamente ao valor da dívida total. Parte desse montante, R$ 700 milhões, o empresário deu em quitação da dívida com a União - Previdência, Receita etc. São números tão relevantes quanto às paixões que suscitam. Em função disso, pode-se esperar os maiores absurdos, diz.

Uma das preocupações do empresário João Lyra é fazer justiça aos seus funcionários,”aqueles que ao longo da minha vida, trabalhando cotidianamente, construíram a Laginha e demais empresas do Grupo junto comigo, portanto, meu maior interesse é pagar a esses trabalhadores”, afirma ele.

Outra inverdade assacada contra o empresário de forma solerte, aqui e ali, é por ele rebatida com veemência: a de que seria objeto de alguma ação por parte da Receita Federal por práticas ilegais no Brasil ou no Exterior. Que fique claro, o empresário João Lyra não é objeto de nenhuma investigação nesse sentido - que se esclareça de uma vez por todas.

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