Acompanhe nas redes sociais:

13 de Novembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 881 / 2016

26/07/2016 - 10:34:37

Meio Ambiente

Da Redação

Mata Atlântica

Foram mapeadas na reserva florestal de Santa Genebra, Campinas (SP), por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), um grupo de oito espécies de árvores nativas da Mata Atlântica. Para isso, os pesquisadores utilizaram um método diferente do que costumava ser feito: eles analisaram imagens feitas com tecnologia de sensoriamento remoto hiperespectral, que é capaz de formar imagens que provê detalhes sobre as propriedades dos materiais presentes na superfície observada, incluindo sua composição química ou bioquímica e sua morfologia. Esse mapeamento reduziu drasticamente os custos e o tempo do processo, facilitando o trabalho de conservação das árvores e da biodiversidade de toda a floresta.

Camada de ozônio 

O buraco na camada de ozônio que fica acima da Antártida está diminuindo, isso porque foram feitos esforços para banir o Clorofluorcarboneto (CFC) – gás que era usado em geladeiras, desodorantes e sprays de cabelo -  depois da descoberta que o cloro do gás reagia com o ozônio da atmosfera e dissipava a camada que protege o planeta dos raios do sol. Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), observa a camada de ozônio que cobre a região da Antártida desde 2000 e afirma que o buraco já diminuiu mais de 4 milhões de km² e que se o progresso continuar, ele deve estar completamente “curado” até 2050. 

Junho mais quente da Terra

O mês passado foi o junho mais quente no planeta desde o início dos registros, em 1880, com 15,5 graus Celsius de média. A informação é da Agência Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (Noaa). A autoridade meteorológica americana disse que junho foi também o 14º mês consecutivo com recorde de temperaturas altas no planeta. Este aumento levou a Naasa a afirmar que foram “quebrados vários recordes no primeiro semestre de 2016”.

Rodovia elétrica 

A Suécia inaugurou neste mês o primeiro sistema de rodovia elétrica para transporte de cargas pesadas do mundo. A medida é um investimento do país para tornar toda a sua frota de transporte livre de combustíveis fósseis até 2030. Durante os próximos dois anos, um trecho de dois quilômetros na rodovia E16 ao norte de Estocolmo, equipado com a tecnologia ‘eHighway’, da multinacional Siemens, passará por testes. Segundo a empresa, esse sistema é duas vezes mais eficiente no consumo de energia que o convencional sistema de combustão interna e, também, menos poluente.

Floresta explorada 

Um estudo publicado na revista científica on-line PLOS ONE, por pesquisadores da Universidade de East Anglia, Inglaterra, sugere que espécies de árvores nobres, de alto valor, quando retiradas da floresta não retornam a níveis comerciais e correm o risco de desaparecer. O estudo revela que para manter o retorno econômico, os madeireiros são obrigados a explorar novas áreas de floresta, mantendo um portfólio de abate concentrado nas espécies de maior valor comercial. Estudos prévios na Ásia sugerem que as atuais práticas comerciais podem deixar a floresta mais suscetível ao fogo, à construção de estradas, à conversão do solo para a pecuária e entrada de caçadores, que podem reduzir as espécies de animais responsáveis pela dispersão de sementes.

Paris 

Carros movidos a gasolina ou diesel produzidos antes de 1997, assim como motos anteriores ao ano de 1999, estão proibidos de transitar em Paris de segunda a sexta-feira, entre 8h e 20h. A medida se soma à proibição que entrou em vigor há um ano, que impede a circulação de ônibus e veículos pesados registrados antes de 2001. Ambas as ações fazem parte do plano contra a poluição iniciada pela prefeita de Paris, Anne Hidalgo, que pretende erradicar até 2020 todos os veículos a gasolina e diesel da cidade. A série de medidas inclui multas de 35 euros para os infratores, assim como a implantação de adesivos nos vidros dos carros para indicar o nível de poluição de cada veículo.

Unidades de Conservação

No final do mês de maio, bandidos invadiram um depósito do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, a 140 km de Macapá, e o ataque custou grande parte do equipamento usado na gestão da unidade de conservação. A situação piorou em junho, quando o contrato com a empresa Vigex, que empregava todos os vigilantes de 6 das 7 áreas protegidas federais no estado, foi encerrado. Servidores do ICMBio estão se virando para conseguir que as atividades de pesquisa não sejam prejudicadas por causa do fim do contrato dos seguranças.


Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia