Acompanhe nas redes sociais:

14 de Novembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 877 / 2016

27/06/2016 - 18:29:06

Meio Ambiente

Da redação

Belo Monte 

A Norte Energia, empresa responsável pela Usina de Belo Monte, no Pará, que já tinha dito que encerrou as negociações com as famílias que moravam no local, está se negando a reconhecer algumas famílias como beneficiárias das indenizações estabelecidas pelo Ibama. Segundo a empresa, o Ibama determinou o cadastramento de apenas dois bairros, onde foram cadastradas 446 famílias.

Unidades de Conservação

A Prefeitura Municipal de Bonito (RJ), por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, convida os órgãos ambientais e a sociedade em geral, para participar da consulta pública para a apresentação da proposta de criação de três unidades de conservação no município: o Parque Natural Municipal de Guavira com 60 hectares,  o Refúgio da Vida Silvestre do Banhado do Rio da Prata com 4.647 hectares e o Refúgio da Vida SIlvestre do Banhado Rio Formoso com 2.275 hectares.

Ecoforte Extrativismo

Interessados em participar do edital Ecoforte Extrativismo, que vai até 4 de julho, podem contar com o auxílio de consultores da Agência de Cooperação Alemã (GIZ) na elaboração dos projetos. Por meio do edital, serão disponibilizados R$ 8 milhões para a inclusão socioprodutiva de comunidades extrativistas do bioma Amazônia. Os consultores ficarão à disposição para tirar dúvidas, avaliar documentação a ser apresentada e se os projetos estão de acordo com edital, através do e-mail [email protected] e pelo telefone (61) 2028-9326 ou 2028-1662

Peixes Exóticos 

Após uma enxurrada de críticas do Ministério do Meio Ambiente e Ministério Público Federal, o governador do Amazonas, José Melo (Pros) anunciou que encaminhará à Assembleia Legislativa uma mudança na Lei 4.330/2016, sancionada em 30 de maio, que permite a introdução de peixes exóticos no rio Amazonas.

Privatização 

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou no começo do mês  o projeto de lei nº 249, de autoria do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que concede à iniciativa privada a gestão de 24 unidades de conservação administradas pela Secretaria do Meio Ambiente. Por meio de licitação, empresas poderão explorar as atrações turísticas das unidades, mas em contrapartida terão de fazer manutenção das áreas e melhorar os serviços prestados. Em sua primeira versão, o projeto previa a concessão de apenas cinco unidades de conservação, mas os deputados expandiram a proposta: 13 parques estaduais, 5 estações experimentais e 6 florestas estaduais.

Avião agrícola

Representantes do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola defendem a aplicação aérea de inseticidas como uma das alternativas para tentar evitar uma nova epidemia causada pelo mosquito Aedes aegypti. O avião consegue cobrir uma área de 400 hectares/hora, o efeito sobre o mosquito adulto é maior do que o dos métodos utilizados hoje e o custo é reduzido. Mas a proposta de fazer o “fumacê aéreo” encontra resistência dentro do Ministério da Saúde, que teme que a pulverização aérea cause doenças nos seres humanos. 

Alertas no semiárido 

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), desenvolveu em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Sistema de Alerta Precoce de Seca e Desertificação (SAP). Através de levantamentos, análises e consolidação das informações georreferenciadas sobre desertificação, degradação da terra e aridez, o sistema além de avaliar e monitorar a degradação do solo, também irá disseminar informações e orientar melhor a definição e a implantação de políticas públicas. Com o SAP, o governo federal será capaz de prever períodos de seca no semiárido brasileiro.

Crime ambiental 

Um relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (Pnuma), estima que o lucro do saque de recursos naturais foi de aproximadamente US$ 258 bilhões só em 2015, crescimento de 26% com relação ao ano anterior. Segundo esse relatório, o crime ambiental é a quarta atividade ilegal mais lucrativa do mundo, atrás apenas do tráfico de drogas, falsificação e tráfico de pessoas. As leis para coibir esse tipo de crime são fracas e as forças de segurança são mal financiadas, impossibilitando o enfrentamento contra as redes criminosas internacionais. O crime ambiental vem crescendo entre 5% a 7% ao ano no mundo na última década, duas a três vezes mais rapidamente que o PIB mundial.

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia