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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 876 / 2016

16/06/2016 - 19:27:19

Serquip é única empresa a atuar no segmento em Alagoas

Pioneira na gestão de resíduos sólidos se instalou no Estado em 2003 e atende a capital e interior

Maria Salésia [email protected]
Decarte irregular de lixo hospitalar é prática corriqueira e coloca em risco o meio ambiente e a saúde da população

A coleta de lixo hospitalar é um problema grave e o descarte desse resíduo exige uma coleta rigorosa e que só pode ser feita por empresas especializadas. Quando se trata em coleta, transporte e tratamento de resíduos hospitalares, a Serquip Tratamento de Resíduos é referência no segmento e única credenciada em Alagoas para atuar no setor.

A credibilidade é um dos pontos fortes da empresa. Criada em 1999 e instalada em 12 estados brasileiros, ela aportou em Alagoas em 2003 e atende a capital e interior. Devidamente licenciada pelos órgãos públicos de controle ambiental, a Serquip atende a unidades de saúde humana ou animal, como consultórios médicos ou odontológicos até hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, hemocentros e centros de pesquisa. 

Primando pela qualidade e credibilidade, um dos cuidados da empresa é com o transporte do material. A frota de veículos é equipada com sistema de rastreamento por satélite e utilizada especialmente para transportar os resíduos de saúde. Outro cuidado é com a segurança durante a operação, com preocupação com o meio ambiente e a saúde da população.

A   Serquip segue o protocolo rígido estabelecido pela Norma 307 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e isso a credencia no mercado. Ao ser contratada, ela é responsável por recolher, transportar e incinerar ou autoclavar o material de forma ambientalmente correta. Após todo o processo, o material é levado para o CTR (Central de Tratamento de Resíduos) no Pilar, aterro sanitário tecnicamente apto a receber o lixo hospitalar tratado. Outro cuidado é com os profissionais que lidam com esse tipo de produto. Eles usam, obrigatoriamente, equipamentos de proteção individual e é feito o acompanhamento até o destino final.

Segundo o gerente da Serquip, Bruno Dória, dar a destinação correta para o lixo hospitalar tem um custo, mas o ganho é maior para o meio ambiente e a população. Por dia, em todo o estado, a empresa recolhe cinco toneladas de lixo hospitalar. A quantidade pode ainda ser tímida, mas o problema maior está na falta de consciência de quem trabalha com a atividade hospitalar, principalmente na hora do descarte. 

Dória questiona o fato de a Sempma (Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente) afirmar que a empresa AMSCO Ambiental LTDA-  embora tenha perdido a licença do IMA (Instituto do Meio Ambiente de Alagoas) porque não tinha condição de atuar em todo o estado- possui licença de fazer a coleta desse tipo de lixo em Maceió, sem explicar qual o destino final desse material recolhido por tal empresa. “É preciso que seja feito acompanhamento de todo o processo e que não haja dúvidas”, assinalou o gerente da Serquip.

Nas unidades de tratamento da Serquip estão instalados incineradores ecológicos de alta tecnologia. O sistema de tratamento é bastante utilizado na Europa e na América do Sul e é considerado a melhor alternativa para o tratamento dos resíduos perigosos, por evitar os efeitos nocivos ao meio ambiente. Os resíduos são acondicionados em recipientes apropriados (denominados bombonas).

INFRAÇÕES

A legislação que disciplina o recolhimento, acondicionamento, transporte, tratamento e destinação final do lixo hospitalar é rigorosa, mas apenas no primeiro trimestre deste ano, 13,5 toneladas de lixo hospitalar já foram apreendidas em Alagoas por descarte irregular. Em 2015, foram apreendidas 11 toneladas de lixo contaminado. A situação é crítica em Maceió e no interior do estado não é diferente. A legislação diz que descartar lixo hospitalar em lixões pode dar cadeia, com pena prevista de cinco anos de prisão, mas os responsáveis fazem vista grossa. Flagrantes e denúncias são constantes e a lei continua a ser burlada. Inclusive, até unidades públicas de saúde descumprem a legislação ambiental. 

DICA

O descarte e coleta do lixo hospitalar devem seguir as rigorosas normas determinadas para este tipo de resíduo. Quando produzido em casa, como no uso de seringas, por exemplo, as agulhas devem ser descartadas em recipientes feitos com material resistente. Outro cuidado que se deve ter é de identificar o recipiente onde esses resíduos são descartados e quando o local estiver cheio, deve ser encaminhado até uma unidade de serviço de saúde.

Mas, se estiver em dúvida sobre a melhor opção para coleta de lixo hospitalar, basta manter contato com a Serquip. O telefone é (82) 2126-1600.

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