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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 875 / 2016

12/06/2016 - 08:04:38

Repórter Ecônomico

Jair Pimentel

Cuidado com o social!

Se o novo governo decidir cortar os programas sociais que o anterior vinha mantendo há vários anos, beneneficiando milhares de brasileiros que saíram da linha de extrema pobreza, não vai conseguir governar, não só diante da revolta dos prejudicados, mas também de qualquer brasileiro que entenda a importância do bem comum. Ele afirma que não vai mexer. Mas nas entrelinhas de seu programa econômico, existem dúvidas. Já providenciou “calar a boca” dos servidores públicos, dando generosos reajustes salariais. Também beneficia os banqueiros, com a continuação da política de juros altos. 

Se todos os políticos comprovadamente beneficiados com propinas recebidas via empresas construtoras e as estatais devolvessem o que receberam, toda essa dinheirama daria para acabar definitivamente com a pobreza, investir em educação e saúde para todos e o País realmente crescer socialmente e economicamente. Aí cabe a Justiça decidir e jamais enfraquecer a Operação Lava Jato conduzida pela Polícia Federal. Todos devem ser punidos, com prisão, perda de mandato e devolver o que roubaram. 

O seu bolso

É “a parte mais sensível do corpo”. A inflação oficial divulgada pelo IBGE (governo) não é a mesma que cada consumidor sente quando vai ao supermercado para as compras mensais, quinzenais ou semanais. Os preços de alimentos, material de limpeza e higiene, aumentam constantemente. Mas como o mercado é altamente competitivo, tem que existir a pesquisa, só comprando mesmo quando tiver certeza de que fez alguma economia. 

Evitando

Os juros cobrados no cartão de crédito parcelado, no cheque especial, no crédito direto ao consumidor, no crédito consignado ou qualquer outra operação financeira. São os mais elevados do mundo e levam qualquer consumidor ao fundo do poço. Procure sobreviver de acordo com o que ganha e só compre à vista. 

Tente

Que sobre algum dinheiro para aplicar numa operação financeira que renda juros e a inflação, como a poupança, por exemplo. É importante ter uma reserva financeira para qualquer emergência, até mesmo comprar algo que precise, mas à vista, ao invés de cartão de crédito parcelado ou através de carnê. Quanto mais longo for o prazo, mais vai se pagar de juros e outras taxas. Evite isso!

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