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Edição nº 873 / 2016

25/05/2016 - 19:05:53

Diego Lima é escolhido para Academia Maceioense de Letras

Posse do escritor acontece dia 1º de junho, em maceió

Maria Salésia [email protected]
Diego Lima entra para grupo seleto ao se tornar imortal da Academia Maceioense de Letras

O escritor Diego Lima é o novo imortal da academia Maceioense de Letras.  Na quarta-feira, 1º de junho, o autor de “No tempo de Meus avós, “Sanha das Águas” e “Aquarelas para Luisa” toma posse como membro efetivo e passará a ocupar a cadeira número 12, da turma A, que tem como patrono Agripino Ether. O jantar solene acontece em um restaurante no bairro Stella Maris, em Maceió.

O estudante do curso de engenharia civil da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), que foi eleito no dia 10 de março deste ano, tem como padrinho e responsável por sua indicação a uma cadeira na Academia o professor Alberto Rostand Lanverly. Os dois se conheceram no departamento de engenharia civil da Ufal e a amizade se estreitou durante as aulas ministradas por Rostand naquela universidade. Prova disso é que o último livro publicado por Diego “Aquarelas para Luísa” foi prefaciado pelo professor.

Apesar de pouca idade, apenas 22 anos, Diego Lima já publicou três livros e alguns artigos em jornais locais. Ao ser aceito como membro efetivo da Academia, ele confessou não tem palavras para expressar a emoção de ser escolhido para fazer parte de um grupo seleto como os confrades. “Sinto-me honrado ao passar a integrar o colegiado dos imortais das letras. Quando lá cheguei logo percebi estar em uma confraria de irmãos e amigos”, afirmou ao acrescentar que na academia vai aprender bastante com os grandes nomes da literatura maceioense.

O escritor é o terceiro acadêmico paulojacintense a ser aceito como membro efetivo da Academia Maceioense de Letras. O jornalista, escritor e poeta José Alberto Costa ocupa a cadeira 11 da turma A. Recentemente, foi agraciado com a Comenda de Patrimônio Cultural de Maceió. O outro confrade da Terra do Baile da Chita é o jornalista, economista, professor e presidente da Associação Alagoana de Imprensa (AAI), Laurentino Rocha Veiga.

O IMORTAL

 O acadêmico Diego da Silva Lima nasceu no dia16 de janeiro de 1994 em Campinas (SP), mas aos seis anos veio morar em Paulo Jacinto, Alagoas. Filho único, Diego tomou gosto pelas letras aos três anos quando aprendeu a ler e escrever. Mas seu ingresso no universo literário aconteceu aos 16 anos quando lançou o livro de contos “No Tempo dos Meus Avós”. Aos 19, publica o romance “Sanha das Águas”, que mistura realidade com ficção e se passa durante enchente do Rio Paraíba em 2010. No dia em que completa 22 anos lança seu terceiro livro “Aquarelas para Luísa”, romance que tem como pano de fundo a escolha da rainha da Chita, evento tradicional no município de Paulo Jacinto (AL).

O mais novo confrade é estudante do curso de Engenharia Civil da Ufal, organista, bolsista do PET Ciência e Tecnologia e Técnico em Edificações pelo Ifal. Em 2012 recebeu o prêmio PJ Destaque, evento que prestigia pessoas que têm relevantes serviços prestados ao município de Paulo Jacinto. Em 2015 é homenageado pelo governo de Alagoas, durante desfile da Emancipação Política do Estado com exibição de suas obras ao público presente ao evento. Filho de Jorcicley (in memoriam)  e Josefa, o paulista de coração alagoano agora se realiza como imortal da Academia Maceioense de Letras. Quem quiser saber mais sobre a obra de Diego Lima basta ligar para (82) 99305-1471 ou nas redes sociais [email protected] /[email protected]/ facebook.com/diegoedificacoes.

 A ACADEMIA

A Academia Maceioense de Letras foi criada em 11 de agosto de 1955, em Maceió, Alagoas. Fundada por intelectuais alagoanos, entre eles os escritores Cláudio Antônio Jucá Santos, Augusto Vaz da Silva Filho, Artur Verres Domingues, Manoel Cícero do Nascimento, Rui Ávila, Paulo Duarte Cavalcante, Rui Sampaio e o seu idealizador, o jornalista José Rodrigues de Gouveia. Seu atual presidente é um de seus fundadores, Cláudio Antonio Jucá Santos, conhecido como príncipe dos poetas.

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