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16 de Novembro de 2018

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Edição nº 872 / 2016

24/05/2016 - 08:06:32

Laudo cadavérico do PT

IRINEU TORRES

O povo vai pagar caro e não será o pato, pagará um avestruz parido pelo projeto lulopetista totalitário de poder.

Sim, isso mesmo, a corrupção estatal implicaria roubar do público para enriquecer o privado. Mas, O PT não colimou só isso. Em verdade o PT tentou financiar um partido estado através da corrupção. Não queria apenas roubar o Brasil, apenas morder e engolir nacos da Nação. Os números dos escândalos evidenciam um objetivo maior e subliminar. Evidenciam que PT visava dominar o Brasil inteiro, tal qual Fidel que se fez dono de Cuba e Kim Jong-um que se fez dono da Coreia do Norte. 

Estúpidos ladrões, idealistas do absurdo, não viram que o Brasil é muito grande para ser engolido por um “sapo barbudo”.

Agora, a fatura econômica e social está apresentada. Não é pato, também não é ganso, o legado lulopetista é uma imensa conta. O cisne pintado pelos marqueteiros está revelado como sendo um gigantesco e horroroso avestruz que, por enquanto, desenterra só a cabeça. Dá para sentir. Para encarar precisa ter coragem.

Emerge do chão o montante da dívida pública interna superior a dois e meio trilhões de Reais; déficit fiscal, previsto para 2016, na casa dos 100 bilhões de Reais; câmbio descontrolado, estatais falidas.

Nesse cenário de economia caótica, salta aos olhos a necessidade imperiosa de investir para conter o desemprego, reduzir a inflação a patamares civilizados, estancar o sucateamento dos ativos produtivos e geradores de empregos e, sobretudo, segurar a chacina do capital humano.

Bem. O Estado emite dinheiro, é verdade. A dívida pública interna pode ser paga com Reais, também é verdade. Mas, o preço dessas operações, no entanto, seria uma inflação gigantesca, o Brasil refletiria as reais feições do rosto da fome, de uma miséria nunca vista antes e depois de Cabral. O bolsa família seria transformado em socorro humanitário. Portanto, simplesmente fabricar dinheiro agravaria essa já catastrófica depressão econômica.

Neste cenário, uma coisa é certa: a causa de tamanha desgraça reside, essencialmente, no projeto de partido estado levado a efeito pelo ideal totalitário e antidemocrático nutrido através do idealismo doentio e pela corrupção do Partido dos Trabalhadores.

Na busca do totalitarismo político o PT renunciou a hipocrisia fundamentalista do monopólio da ética política, aparelhou o Estado, suas agências de controle, rapinou as estatais, estorvou as possibilidades de financiamento do setor público.  

Enquanto a “tsunami de Dólares” enfunava o capital rentista, irresponsável social e economicamente, o governo Lula, surfando em ondas populistas e eleitoreiras, estimulou o endividamento da Nação, iludiu e endividou o povo mediante o consumo de xing-lings, bugigangas, traquitanas acrescidas do sobre preço de juros usurários; achacou e desestruturou os setores produtivos com dívidas não amortizáveis pela produtividade.

Outra coisa também é certa: o povo é que vai pagar o preço da oportunidade perdida na década passada e a conta da ambição política que lançou mão da corrupção para financiar um estúpido projeto de partido estado.

Durante década passada foi realizada a construção populista de um pretenso partido estado. Lula “et caterva” esquematizaram, deram ignição, lançaram as fundações  e  Dilma deu continuidade ao cozimento da economia. O aquário Brasil foi posto em fogo alto e a “sopa de aquário” agora está servida. Fazer os peixes viverem novamente é outra coisa diferente e muito difícil.

Essa catarse exige tempo, trabalho, competência, talento, honestidade, unidade nacional, coragem, paciência, fé em Deus, fé no Povo, fé na Democracia, resignação e muito sofrimento.

Soluções paliativas, a exemplo do corte de cargos em comissão, demitindo, merecidamente, a petelhada corrupta, bajuladora, oportunista e cínica, tem certa importância moral, como teria, igualmente, a devida cobrança e adjudicação pela União dos bilhões de Reais desviados de empresas controladas pelo estado e entesourados pelo PT e por outros partidos políticos lavajateiros.

No entanto, medidas corajosas e moralizadoras, são importantíssimas para levantar o moral e a unidade da Nação, mas não têm, por si somente, envergadura financeira suficiente para soerguer a economia. 

Na prática a solução requer, além do moral elevado e da unidade nacional, uma política fiscal e monetária de inversão financeira fortemente estruturada ao ponto de debelar a conjuntura diabólica urdida e erguida pelo idealismo cego e pela corrupção lulopetista. 

Na medida do possível a solução impõe redução, em larga escala, das despesas com a atividade meio da administração pública; definição rígida e objetiva da carga tributária de curto, médio e longo prazo; combate e controle sistemático e intenso á evasão tributária; política monetária expansionista combinada com repressão de financiamentos de bens de consumo através da tributação seletiva de modo a induzir a redução dos juros e o crescimento vegetativo do montante da dívida pública, arrefecendo assim, o desastroso superaquecimento inflacionário por consumo e, tampouco, desfitar os olhos do lançamento de empréstimos compulsórios sobre o excedente capital financeiro privado como vacina para imunizar o Real da desvalorização inflacionária decorrente do resgate dos títulos públicos através da expansão da base monetária.

Enfim, a crise econômica e social é profunda. 

O PT não foi apenas um partido corrupto.

 Na verdade, o PT nunca teve ideal de ser partido político, ser parte do todo.  O PT levou a sério o ideal totalitário lulopetista ao ponto de esbordar o conceito histórico de corrupção e a capacidade de financiamento da Nação.

Nestes termos atesto: o PT morreu de indigestão.

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