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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 872 / 2016

24/05/2016 - 08:05:21

Repórter Econômico

JAIR PIMENTEL

A crise é séria!

Ela se alastrou mundo afora a partir de 2008, partindo exatamente do país mais rico do mundo: Estados Unidos da América, atingiu em cheio a Europa, e claro foi fazendo seus efeitos nos demais países, que tinham neles os grandes compradores de seus produtos. Alguns optaram para incentivar o consumo interno, sem se proecupar com a balança comercial (exportação e importação) e os reflexos foram surgindo ao longo do tempo: queda no Produto Intrno Bruto, desemprego, inadimplência e inflação. 

Vinha alertando sempre isso e orientando o leitor a procurar conviver com esse cenário que os estadunidenses e europeus estavam atravessando. Mas o chamado “dinheiro fácil” falou  mais alto:  as compras e empréstimos bancários por impulso. Já são mais de 10 milhões de desempregados, oas taxas de juros nas alturas (as mais elevadas dos mundo), a indústria e o comércio em declínio e apenas a agricultura conseguindo boas safras, exportando mais, ajudada pela alta do dólar. Não existe milagre a curto prazo. 

O que fazer

Para quem é assalariado da iniciativa privada (sem estabilidade no emprego), a palavra de ordem, é procurar preservar, se aperfeiçoando cada vez mais, disciplina absoluta no consumo de alimentos, material de limpeza, higiene, energia, água, telefone, combustível, etc. E pagar suas contas em dia, evitando os juros e multas. 

Os ricos

O novo ministro da Fazenda, Henrique Meireles, é banqueiro. Portanto, os bancos vão continuar lucrando cada vez mais, às custas da política de juros altas, cobranças de taxas e multas exageradas, levando as pessoas físicas e jurídicas ao abismo. Provavelmente vai se criar um novo imposto, a CPFM, por exemplo, que tira dinheiro do consumidor para aumentar mais ainda os lucros dos bancos e a arrecadação do governo. 

Os pobres

Continuarão assim, e precisam se disciplinar cada vez mais, evitando empréstimos, compras para pagamento a longo prazo e economizar em casa mesmo nas contas de serviços básicos que utilizam. Provalmente a Internet vai cobrar pelo excesso de uso, via celular e computador, existindo um tempo definido para utilização, como já queriam e o governo precou. As empresas alegam prejuízos com o uso exageado desses serviços. Existem mais de 300 milhões de aparelhos celulares em uso no Brasil, para uma popúlação de 200 milhões. 

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