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13 de Novembro de 2018

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Edição nº 871 / 2016

14/05/2016 - 21:58:16

Sururu

Alagoas não é Maranhão

Da redação

1  – Acossado pelo envolvimento de seu nome com a rapinagem na Petrobras, o senador Renan Calheiros, mais uma vez, teve testada a sua capacidade de sobrevivência política.

2  – Ao abortar a tentativa de golpe contra o impeachment de Dilma Rousseff, o presidente do Senado agiu movido pelas vozes das ruas, mesmo contrariando os interesses do Planalto. 

3 – Seus adversários podem até dizer que a decisão de Renan foi um ato de oportunismo político. Ainda assim há de se destacar que em momentos de graves crises, gestos inesperados podem mudar o curso da história - para o bem ou para o mal. 

4 – Como integrante do Governo Collor, Renan inscreveu o seu nome na malfadada República de Alagoas, mácula que agora pode ser excluída de sua biografia. 

5 – Ao mandar o golpe petista para o lixo da história, Renan Calheiros também redime o seu estado e mostra ao país que Alagoas não é o Maranhão. 

Sempre Elle 

1– O senador Fernando Collor surpreendeu a todos com um discurso “nem que sim, nem que não”. A dúvida só foi dissipada no Painel Eletrônico, que registrou seu voto pelo impeachment.

2 – Até então, seu nome aparecia na lista dos senadores indecisos. Até porque ele trocou de partido alegando que o PTB havia fechado questão pelo impeachment.

3 – Fernando Collor foi o único dos oradores que impôs silêncio na sessão do impeachment. Sua condição de primeiro presidente afastado na história do Brasil fez calar o plenário do Senado para ouvir o que o ex-presidente tinha a dizer.

4 – Collor usou quase todo seu discurso para fazer uma retrospectiva de seu próprio impeachment, que até hoje considera injusto e ilegal. Não destilou ódio, mas não escondeu mágoas.  “A crise de 92 não passou de ampla e complexa rearticulação das elites política e econômica”, destacou. 

5 –-O senador alagoano comparou os dois processos de afastamento e criticou Dilma ao lembrar os avisos que deu à presidente afastada sobre sua resistência em lidar com o Congresso e com os problemas da economia. “A autossuficiência se sobrepujava à razão”, disse. 

Fim de festa

“Está chegando a hora de o Brasil ficar livre dessa corja de comunistas, ludibriadores, cínicos que enterraram o país”. (Pastor Silas Malafaia)

Custo da corrupção

A corrupção custa R$ 7 trilhões por ano à economia mundial, segundo estudo do FMI divulgado esta semana. Para o Fundo, há um consenso crescente de que a corrupção pode causar graves danos ao crescimento econômico e à distribuição de renda.

Elegância em Brasília

Quando era assessor do então deputado João Lyra, em Brasília, o conhecido Paulo dos Santos, vulgo Paulão, era tido como um dos mais elegantes da capital federal. Homem que cuidava pessoalmente das coisas de JL, Paulão nunca se fez de rogado: mandava confeccionar três ternos para o deputado e três para ele. Até quando o famoso alfaiate, sem receber pela duplicidade dos pedidos, descobriu a jogada do Paulão e o denunciou a JL. 

Homem forte de JL

Depois de enxotado por João Lyra, Paulão voltou forte. Conseguiu derrubar a japonesa Sílvia Sacuno e hoje qualquer negócio do empresário falido tem que passar por ele, principalmente quando o negócio é cana-de-açúcar ou fazendas no interior.

Salas no Norcon

Enquanto a família tenta correr atrás do prejuízo, a ex-mulher de João Lyra, mesmo depois de separada, foi agraciada com 14 salas no Edifício Norcon, além de carros de luxo, como uma Ranger Rover e outras benesses. A família, literalmente, ficou chupando dedo. 

Apagando pistas

Japonesa esperta, que fez um patrimônio de fazer inveja a pobres mortais, Silvia Sacuno saiu do ar, mas com um objetivo, tentar apagar as relações que tinha com uma doleira que repatriava os dólares de João Lyra depositados na Suiça. Só a Polícia Federal poderá descobrir a evasão de divisas mesmo quando o empresário já havia colocado suas empresas em recuperação judicial.

Sem dinheiro 

A data base dos servidores do Poder Judiciário de Alagas está próxima de ser decidida. A crise econômica vem interfe-rindo diretamente nas negociações. 

Eleições 

Assessores mais próximos a Rui Palmeira dizem que ele não está preocupado em rivalizar na eleição para prefeito de Maceió contra Cícero Almeida. Será que o prefeito tem tido acesso às pesquisas de bastidores?  

Diplomatas

Renan Calheiros e Michel Temer vão manter uma boa relação nos próximos 180 dias. A tentativa é dar uma guinada na economia nacional e montar um bloco coeso que possa governar o País de forma definitiva em 2018. Esses primeiros seis meses serão decisivos e não há espaço para erros estratégicos e aventuras populistas.

FPI

A Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do Rio São Francisco reintroduziu ontem, em Água Branca,  a seu habitat natural, 800 pássaros que haviam passado por triagem e tratamento após terem sido resgastados de gaiolas. Coordenada pelo MPE e integrada por vários órgãos, a terceira edição da FPI termina na próxima sexta, 20.

Novas regras

A flexibilização das regras para licenciamentos ambientais que está em discussão no Congresso Nacional é o tema da audiência pública que Ministério Público Federal e o Estadual promovem  dia 30, às 14 horas, no auditório do MPF.


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