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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 870 / 2016

08/05/2016 - 18:21:03

Sururu

Vergonha alheia

Da redação

1 - Nenhum dos defensores do finado Governo Lula/Dilma/PT despertou tanto o sentimento da vergonha alheia quanto o advogado alagoano Marcelo Lavenère.

2 - Sua participação na comissão do Senado que discutiu o impeachment de Dilma Rousseff nada acrescentou ao debate, além de revelar-se um vexame nacional.

3 - Sem entrar no mérito dos crimes fiscais praticados pelo desgoverno do PT, Levenère gastou todo o seu tempo com fantasias que nem mesmo o mais radical dos petistas acredita. Um teatro em rede nacional.

4 - Sem argumentos para defender o desastre administrativo, a roubalheira e a corrupção do governo Lula/Dilma, o ex-presidente nacional da OAB repetiu surrados chavões petistas contra a “mídia monopolizada”, “influência externa” e outras baboseiras.

5 - Como lembrou o jornalista Cláudio Humberto, “a participação de Lavenère na comissão do impeachment, não foi constrangedora apenas porque fez parecer que seu papel tardio no impeachment de Collor foi a única coisa que fez na vida. Mas por acreditar nas fantasias que expôs”. 

República de Sergipe 

Mais envergonhados que os alagoanos devem estar os vizinhos sergipanos com a lambança do juiz Marcel Montalvão, da cidade de Lagarto, que tirou o WhatsApp do ar. A patética participação do advogado alagoano Marcelo Lavenère na comissão do impeachment envergonhou, sobretudo, os conterrâneos, enquanto a decisão do juiz sergipano mereceu a ira de 100 milhões de brasileiros. 

Butim do PT 

Os senadores petistas Lindbergh Farias e Gleisi Rofman, ao invés de atacar os colegas que apóiam o impeachment de Dilma, deveriam estar preocupados com a Operação Lava Jato. Ambos são acusados de receber parte do butim dos cofres públicos.  

Insepulto

O falido Laboratório Industrial de Alagoas (LifaL) é um cadáver insepulto, cuja única razão de existir é garantir o cabide de emprego, governo após governo. 

Crime & castigo

Manchete de alguns blogs nacionais: “O ex-deputado José Genoíno foi assaltado: ladrão que rouba ladrão merece perdão”?

Pesquisa 

Alagoas acaba de ganhar um centro de pesquisa da Embrapa para desenvolver pesquisas no setor agropecuário. O decreto de criação da nova unidade foi assinado esta semana em Brasília, graça aos esforços do deputado sertanejo Inácio Loiola. 

Dilma roubou o futuro do país

Em seu relatório, Antonio Anastasia demole a tese de que Dilma Rousseff não sabia das pedaladas.

“Não é razoável supor que a presidente da República não soubesse que uma dívida da ordem de R$ 50 bilhões junto a bancos públicos federais pairava na atmosfera fiscal da União, até mesmo porque esse endividamento foi utilizado como forma de financiamento de políticas públicas prioritárias”.

E mais: “Não se trata, portanto, no presente caso, de se ‘pedir um impeachment, porque alguém rouba um grampeador’, tal como afirmou o Advogado-Geral da União perante este Colegiado”.

Dilma não roubou um grampeador, roubou o futuro de um país.

(Diogo Mainard) 

Paulão na área 

Expulso quase a pontapés pelo empresário João Lyra, depois de generosamente ganhar dinheiro para comprar um apartamento de 500 mil reais, o conhecido Paulo dos Santos, o Paulão, voltou aos braços de JL. Agora ele é quem define os negócios de João Lyra mesmo a contragosto da família do empresário falido. Bem co-nhecido por aprontar em Brasília com fornecedores que atendiam a JL quando era deputado federal, Paulão especializou-se em boa conversa, vender facilidades e tirar proveito de tudo.

Dinheiro de volta...

A família de João Lyra vai tentar a todo custo reaver parte do di-nheiro que o empresário deu graciosamente a pessoas ligadas a ele quando as empresas estavam em recuperação judicial e logo depois decretada a sua falência. Foram milhões de reais jogados no ralo, inclusive com a compra de um apartamento para um filho da ex-mulher em Brasília que ali estudava medicina. Tem também uma história de doação de dezenas de salas no edifício Norcon, que a família está de olho.

...no exterior

As operações feitas por João Lyra para trazer dinheiro do exterior também deverão ser alvo de investigações da Polícia Federal. Quem tratava do assunto era a assistente de JL, a japonesa Sílvia Sacuno, que tomou um chá de sumiço quando viu a coisa esquentar. 

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