Acompanhe nas redes sociais:

17 de Novembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 869 / 2016

01/05/2016 - 19:21:36

Sururu

Nação assaltada

Da redação

1 - O governo Lula/Dilma está com seus dias contados, mas o estrago provocado nos 13 anos de corrupção petista deixará uma herança maldita para todos os brasileiros, com graves danos para as próximas gerações. 

2 - Além da gatunagem na Petrobras, Eletrobras e BNDES, a dilapidação patrimonial dos principais fundos de pensão revela o tamanho do assalto aos cofres públicos. A conta da roubalheira é bilionária e será paga pelos próprios trabalhadores atingidos pela ação delitiva do PT. 

3 - Apenas na Previ, Petros e Funcef, o rombo, em 2015, chegou a R$ 78 bilhões. Nos outros fundos de pensão o deficit não é diferente e, segundo a Superintendência de Previdência Complementar (Previc), afetará o futuro de meio milhão de aposentados e pensionistas. 

4 - O caso mais grave é do Postalis, o fundo dos Correios, que acumulou um rombo de quase R$ 6 bilhões, afetando a vida de 100 mil trabalhadores ativos e inativos. A conta da corrupção será paga pelos próprios funcionários, em 23 anos ou 279 meses, com desconto de 18% de seus salários. 

5 - Para proteger Lula e seus cúmplices, Dilma Rousseff agarra-se ao poder como um náufrago. Repete, dia e noite,  que não co-meteu nenhum crime, e tenta vender o falso discurso do golpe parlamentar, como se o povo brasileiro fosse um bando de alienados. 

Calote dos estados

Se fossem empresas privadas, os estados brasileiros estavam falidos.  Mas não se deve jogar a culpa unicamente na União. 

A exemplo de Alagoas, os gestores estaduais – na sua grande maioria – gastaram irresponsavelmente ao longo dos anos - sem falar no câncer da corrupção que corrói as finanças do país. 

Agora, com dívidas impagáveis e seus estados engessados, os governadores apelaram para o tapetão do Supremo, na tentativa de oficializar um calote de R$ 400 bilhões.  

Cronologia do rombo

Alagoas começou a se endividar no último governo de Suruagy, quando emitiu R$ 200 milhões em títulos públicos para pagar servidores em atraso. O Estado não resgatou essa dívida, deixando um calote milionário para o governo seguinte.

Ronaldo Lessa – que se elegeu denunciando o calote – renegociou o débito com os credores – bancos e corretoras de valores – e ao deixar o governo, a dívida já passava de R$ 6 bilhões.

Ao herdar o calote, Téo Vilela tomou novos empréstimos externos e a dívida pública explodiu, deixando para Renan Filho um rombo de R$ 8 bilhões. Hoje, essa dívida impagável está beirando os R$ 10 bilhões.

Nenhum deles fez o dever de casa, cada um jogando a culpa no antecessor. E mais escandaloso: até hoje ninguém prestou contas desses empréstimos que engessaram a economia de Alagoas.  

Tragédia brasileira

O governo Michel Temer vai herdar uma economia destroçada por uma dívida pública de três trilhões de reais e milhares de empresas quebradas. 

Como toda desgraça vem acompanhada de outra, o governo Lula/Dilma também deixará 10,5 milhões de desempregados, 60 milhões de famílias endividadas e uma nação humilhada. 

Diante de tamanha tragédia social e econômica, o Congresso precisa de “pedaladas” para enxotar do poder os responsáveis por tantos crimes? 

De pai pra filho

O prefeito de Girau do Ponciano, Fabinho Aurélio, denunciado por cometer irregularidades em sua gestão, parece que fez escola com o pai. José Aurélio, o “Zé da Água”, foi prefeito do município de 2000 a 2003, mas foi cassado acusado de desviar recursos públicos através de empréstimos fraudulentos para servidores fantasmas. Inclusive Fabinho, atual prefeito, constava na lista dos fantasmas.

Fábrica de notas frias

Pelo menos 20 prefeituras do interior do Estado estão envolvidas com a fraude investigada pelo Gegoc, do Ministério Público Estadual, que realizou uma opera-ção em parceria com a Polícia Militar.

Além de busca e apreensão de documentos os mais variados, os promotores comandaram a prisão do empresário Luciano Lima Lopes – conhecido como Luciano Cabeça.

Ele é dono da empresa LLMAR, uma locadora de veículos com sede em Maceió, que atuava, de acordo com o promotor Luiz Tenório, como uma fábrica de notas fiscais frias. (Ricardo Mota) 

Denúncia 

O MP recebeu denúncia que deixa  o ex-prefeito Cícero Almeida e seu ex-braço direito Mosart Amaral em situação difícil. Diz respeito à compra de apartamentos e áreas na região do sítio São Jorge. 

Fim de linha

O empresário Gaspar Carvalho, que enriqueceu à custa de negócios imobiliários nebulosos, até que enfim vai prestar contas à Justiça de seus crimes ambientais. 

Genro do usineiro João Tenório - avalista de sua carreira delitiva - Gaspar cooptou autoridades do meio ambiente, que também estão sendo processadas. 

Sob suspeita 1

Denúncia recebida pelo EXTRA esta semana dá conta de prováveis irregularidades no concurso de juiz substituto do Tribunal de Justiça de Alagoas. Segundo o documento, as notas da prova de sentença criminal de 23 candidatos teriam sido arredondadas para 6,0 - pontuação mínima exigida para que o candidato fosse considerado aprovado.

Sob suspeita 2

A lista final de aprovados divulgada pelo TJ nesta fase traz 40 candidatos aprovados, contra os 38 inicialmente listados. Destes, 25 aparecem com a nota 6,0.Questionado pelo semanário, o TJ enviou nota negando o arredondamento das notas e reafirmando a lisura do concurso, ao assinalar que as provas foram corrigidas pela banca examinadora da Fundação Carlos Chagas.

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia