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13 de Novembro de 2018

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Edição nº 869 / 2016

01/05/2016 - 19:09:41

Pedro Oliveira

Do cuspe à “Miss Bumbum”

Pedro Oliveira

O cuspe imundo de um petista

Uma vergonha a rede Globo de Televisão mostrar a marginalidade de um seu funcionário, o ator José de Abreu, se vangloriando por ter “cuspido” na cara de um casal que o provocou em um restaurante em São Paulo. O ato em si não surpreende uma vez que o protagonista é conhecido por suas atitudes marginais e irracionais, bem próprias dos aloprados petistas. O mais grave é a TV Globo mostrar em rede nacional a falta de educação e escrúpulos. 

Miss Bumbum dá vexame em ministério

“Ao lado de um grande homem existe sempre uma linda e poderosa mulher”. Vencedora do concurso Miss Bumbum Estados Unidos em 2013, Milena Santos utilizou a frase para ilustrar ensaio fotográfico feito no início da semana no gabinete do Ministério do Turismo, cujo titular é seu marido, Alessandro Teixeira, nomeado recentemente pela presidente Dilma. Ela também posou ao lado do marido em fotos provocantes que foram divulgadas nas redes sociais. Nas imagens, eles se beijam, trocam olhares e apertam as mãos.

“Compartilhando com meus amigos meu primeiro dia de primeira dama do Ministério do Turismo do Brasil. Eu te amo, meu amor. Juntos somos mais fortes!”, escreveu em seu perfil no Facebook.

A divulgação causou constrangimento no Palácio do Planalto. Nas palavras de um assessor presidencial, o episódio “só piora” a imagem do governo federal em um momento em que a petista enfrenta baixa aprovação popular e um processo de impeachment no Senado Federal.

Filiado ao PT, Teixeira é aliado da presidente desde a militância política da petista no Rio Grande do Sul e, em 2013, chegou a ser assessor especial da Presidência da República.

Em um governo sério o ministro teria sido demitido imediatamente e a “primeira dama” voltaria às passarelas para exibir seu exuberante bumbum.

Temer: um tiro no pé

Mas convenhamos, não é só o governo que protagoniza cenas para o “folclore político nacional”. O provável sucessor de Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer, deu algumas pisadas de bola no decorrer desta semana a exemplo do anúncio do seu “preferido” para o Ministério da Justiça em um eventual governo. O nome escolhido de Antônio Carlos Mariz desagradou praticamente todos os segmentos políticos e jurídicos. Investigadores da Lava Jato criticaram abertamente a possível indicação, como sinal de “descompromisso” de um eventual governo do PMDB com a luta anticorrupção.

Cotado para assumir a pasta à qual a Polícia Federal está subordinada, Mariz foi um dos 105 advogados que, em janeiro, assinaram manifesto em que se comparou a Lava Jato à Inquisição e à ditadura militar (1964-1985).

Ainda os pardais

Em praticamente todas as capitais do país foram instalados os sistemas eletrônicos de monitorização do trânsito, popularmente conhecido como “pardais”. Os resultados positivos são evidentes não simplesmente no que se refere à arrecadação gerada por multas aplicadas, mas pela diminuição comprovada dos índices de acidentes de trânsito e um maior cuidado por parte dos condutores de veículos. Como aqui tudo é diferente, há muito se tenta atrapalhar e insistir em críticas infundadas ao necessário e eficiente serviço implantado pela administração municipal. Mais uma vez uma pedra no caminho dos “pardais” com a recomendação do Ministério Público de Contas para travar a contratação por um simples erro formal que em nada prejudica ou interfere no preço ou na qualidade do serviço prestado. Coisa de quem quer apenas atrapalhar o que está dando certo. Espera-se que o pleno do Tribunal de Contas venha a corrigir este equívoco.

Nas estradas a violência 

As estatísticas são mentirosas e maquiadas, o trânsito em nossas estradas é tratado com descaso e todos os dias pessoas morrem por culpa deste quadro de negligência de quem é pago para cuidar. No Brasil a conservação de rodovias é vergonhosa, sinalização é coisa que ninguém vê e a pífia fiscalização ao que parece tem como objetivo arrecadar mais e mais com multas absurdas. 

Por não levar o trânsito a sério e por este não ser tratado por profissionais do setor, os veículos são verdadeiras máquinas de tirar vidas e incapacitar pessoas.

Educação de trânsito nas escolas é palavra vergonhosa para os gestores públicos, que preferem gastar na promoção, prédios e equipamentos sofisticados, enquanto a cada dia crescem as estatísticas fatais pela falta de algo tão simples e eficiente: educar e educar.

Uma lei para 

envergonhar

É preciso que o deputado Ricardo Nezinho, se quer mesmo ser candidato a prefeito de Arapiraca, divulgue publicamente quem mandou e quem fez para ele o texto da idiota e provocativa Lei da “Escola Livre”. Claro que a ideia não saiu de sua fértil imaginação e ação política desejável. 

As comunidades escolares estão contra, pais, alunos e professores prometem “sacrificar” o deputado caso ouse ser candidato a prefeito e as consequências que terá pela frente podem ser insuperáveis. É melhor entregar o jogo e contar logo tudo.  Fala deputado.

O exército 

de Stédile 

Segundo o líder marginal do MST (Movimento Sem Terra) João Pedro Stédile, o grupo entregou um “manifesto com milhares de assinaturas para dizer que somos contra o golpe”. Desta vez temeu fazer ameaças de usar “seu exército” em favor de Dilma e Lula. “Estamos convencidos que o Senado, ao contrário da Câmara, que foi um tribunal de exceção comandado por um réu que pode ser preso a qualquer momento, vai recuperar a legalidade do processo”.

Até parece que não lê e não sabe fazer contas. Ou é só uma velada ameaça?

Sergio Moro mentindo

O juiz federal Sergio Moro participou na noite de terça-feira (26) do jantar de gala em Nova York, promovido todos os anos pela revista americana “Time” para homenagear as 100 pessoas mais influentes do mundo, de acordo com a publicação. Em entrevista à imprensa ele afirmou que a “Operação Lava Jato não é seriado de TV, que tem que ter capítulo toda semana”, ao ser questionado sobre se as investigações estavam paralisadas nas últimas semanas.

Ao fazer tal afirmação Moro mentiu, pois a Operação Lava Jato será sim série de TV. O consagrado diretor José Padilha vai criar uma história baseada nas recentes investigações de corrupção no Brasil.

O seriado produzido pela Netflix, empresa de streaming de vídeos, tem lançamento marcado para 2017.

O diretor é conhecido por “Narcos”, “Tropa de Elite” e “Robocop”. A série, ainda sem nome, será escrita por Elena Soares (“Xingu”, “Filhos do Carnaval” e “Casa de Areia”).

“Esse projeto vai narrar a operação policial em si e mostrar detalhes sobre o maior esquema de corrupção já visto no Brasil. “Era fundamental que a série fosse produzida com imparcialidade”, afirma Padilha em comunicado da empresa.

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