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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 868 / 2016

08/05/2016 - 19:39:38

Repórter Econômico

JAIR PIMENTEL

Aos endividados

Já são mais de 50% da população. Aqueles que acreditam no “dinheiro fácil”, sem se preocupar quanto pagam de juros e outras taxas cobradas pelos bancos, achando que o dinheiro que ganham dá muito bem para pagar uma prestação a longo prazo, se já se encontra no fundo do poço, com o nome incluído no cadastro do SPC/Serasa, procurem negociar esse débito, mas cumprindo o acordo, pagando em dia o que for determinado, e jurando nunca mais se endividar. 

Os credores fazem de tudo para receber o débito desse grande contingente de inadimplentes, chegando a reduzir juros e multas. É a grande chance do devedor recuperar seu crédito na praça e evitar as cobranças constantes. Mas perdoar o débito, nem pensar, seja banco público ou privado. Esses vão até as últimas consequências na Justiça para punir os inadimplentes. Evite isso!

Juros

Não tem como o governo baixar as taxas de juros. Elas elevadas induzem a queda do consumo e consequentemente da inflação. Ao consumidor, só resta evitar, comprando tudo à vista, ir adiando essa compra, juntando o dinheiro na própria caderneta de poupança e quando puder comprar à vista. 

Cartão

O cartão de crédito é um excelente meio de comprar sem dinheiro em espécie, desde que pague a fatura na data certa do vencimento, jamais amortizando (pagando o mínimo), pois o valor vai triplicando a cada mês, ficando impagável. O mesmo deve ser seguido quando se usa o cheque especial. Os juros cobrados dos dois beiram os 20% ao mês, incluindo as taxas bancárias. 

Carnês

As compras por esse sistema de crédito da própria loja também cobram o mesmo percentual de juros dos cartões. Tudo é embutido no valor da prestação. Se comprar, que seja em no máximo três meses e, observando se é pelo mesmo valor se fosse à vista. Evite esses três exemplos, comprando à vista (cartão de débito ou dinheiro em espécie). 

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