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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 867 / 2016

08/05/2016 - 19:18:49

Meio Ambiente

Da redação

Aquecimento global

A Nasa e a Universidade de Columbia analisaram mais de 500 anos de registros de colheitas de uva na França e concluíram que, graças ao aquecimento global, viticultores franceses têm produzido uma série de safras excepcionais. As temperaturas maiores antecipam a colheita da uva e isso resulta em uma bebida de melhor qualidade. Os resultados foram publicados na revista Nature Climate Change e indicam que as colheitas estão ocorrendo duas semanas antes da média. 

Carne ao Molho Madeira

O Grupo Pão de Açúcar anunciou sua nova política de monitoramento da cadeia produtiva de carne bovina. O objetivo é só vender carne que não tenha sido produzida em áreas desmatadas da Amazônia ou em fazendas com trabalho escravo. O anúncio é uma resposta à campanha “Carne ao Molho Madeira”, lançada pelo Greenpeace, onde o Grupo Pão de Açúcar obteve a pior avaliação dentre os três maiores grupos do mercado. 

Fitossanitário

Desde março de 2015 tramita no Senado um projeto de lei que quer abolir o termo “agrotóxico” e substituí-lo pela palavra “fitossanitário”. Assim é chamado todo produto tóxico destinado a prevenir, inibir ou acabar com pragas no Mercsoul. De acordo com o senador Álvaro Dias (PV-PR), o projeto facilitará os negócios de produtos brasileiros no Mercosul, alinhando as nomenclaturas usadas pelos produtores agrícolas brasileiros e os de países vizinhos. 

Placas fotovoltaicas 

O Greenpeace organiza uma petição por um Brasil mais solar e quer que as placas fotovoltaicas recebam incentivos do governo, para facilitar o seu alto custo de aquisição e que as torne uma solução mais acessível aos consumidores interessados em iniciar uma geração de energia independente. Atualmente, apenas 0,02% de toda matriz energética do país é solar. Na petição “Dilma, facilita aí”, é feito um apelo pela liberação do Fundo de Garantia (FGTS) para a compra de sistemas de geração de energia solar, além da criação de linhas de crédito com menos juros e mais prazos.

Desmatamento

Um estudo publicado no final de março por pesquisadores da Universidade de Stanford, Estados Unidos, na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), concluiu que os produtores preferem migrar para onde as leis de desmatamento sejam mais brandas, ao invés de se adequar ao local em que estão. Isso acontece porque novas políticas públicas estabeleceram diferenças regulatórias importantes entre as regiões na área estudada. Os pesquisadores propõem uma maior uniformidade nas leis ambientais, reduzindo assim o ímpeto das empresas migrarem para outras regiões.

Arborização

As equipes de Gerência da Fauna, Flora e Unidades de Conservação e da Gerência de Educação Ambiental do Instituto do Meio Ambiente (IMA), realizaram o plantio de 1000 mudas de árvore no Conjunto Alto da Barra. A ação marcou o início do projeto Alagoas Mais Verde, que consiste em uma parceria do Instituto com as prefeituras dos municípios de Alagoas. O projeto terá continuidade nos próximos meses. A próxima ação deverá ocorrer no município de Arapiraca com o plantio de novas mudas. 

Atropelamento 

O Projeto de Lei 466/2015, que pretende reduzir os atropelamentos de fauna no país, determina a criação de um cadastro nacional de acidentes com animais silvestres e uma fiscalização constante nas áreas de maior incidência desses problemas. Outra medida proposta é a criação de passagens aéreas ou subterrâneas para a fauna. Segundo estimativas do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), todo ano 475 milhões de animais vertebrados são atropelados nas estradas do Brasil. O deputado Ricardo Izar (PP-SP), presidente da Frente Parlamentar de Defesa dos Animais, abraçou a ideia e apresentou a proposta final, que tramita desde fevereiro de 2015 na Câmara dos Deputados. A expectativa é que o projeto seja mandado para o plenário e votado na semana que vem. 

Avanço do mar 

A equipe de Gerenciamento Costeiro do Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Alagoas deverá atuar para combater as obras ilegais de contenção da erosão marinha. Os técnicos do Instituto fizeram um levantamento fotográfico durante sobrevoo entre Maceió e Maragogi para identificar essas erosões. Um dos principais objetivos do sobrevoo foi buscar soluções adequadas para as áreas urbanizadas que estão sendo afetadas pelo fenômeno. 

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