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19 de Novembro de 2018

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Edição nº 860 / 2016

27/02/2016 - 09:44:15

Sururu

A coluna errou

Da redação

A propósito de nota divulgada na edição da semana passada, intitulada “Baixaria no TJ”, a coluna esclarece que o desembargador Pedro Mendonça não participou do bate-boca protagonizado pela desembargadora Elizabeth Carvalho, como informa a nota.

Na verdade a baixaria no TJ envolveu o desembargador João Luiz Azevedo Lessa, que foi qualificado pela desembargadora como “bostinha” e “sem caráter”, e Elizabeth Carvalho, chamada de “bostona” por João Luiz ao rebater a ofensa. 

A troca de nome foi um erro da coluna, pelo que pedimos desculpas ao desembargador Pedro Mendonça, tido como um dos magistrados que honram a justiça alagoana. 

Direito de resposta

Ao pedir a correção do erro, o desembargador Pedro Mendonça esclarece o seguinte: 

1 – Muito embora a situação se apresente traumática em termos institucionais, tenho que os fatos narrados são verídicos e podem ser comprovados por uma série de servidores que se encontravam no dia.  

2 – A situação em questão não envolveu em momento algum este subscritor, mas outro componente deste sodalício em reu-nião realizada na sala da Presidência. 

3 – A fonte que passou as informações, o fez sem se pautar com a verdade. Em momento algum de toda a minha carreira jurídica entrei em debate público sobre quizílias, mormente por não me apresentar como homem afeto a essas questões.  

4 – O relacionamento com a desembargadora Elizabeth, de minha parte, sempre foi cortês e restrito aos assuntos de trabalho. Tanto assim que fui seu vice--presidente entre os anos 2009 e 2010. 

5 – Destarte, diante dos fatos narrados, que não se coadunam com a minha postura ética e funcional, e por serem inverídicos, solicito-lhes a imediata correção das informações divulgadas, para que conste no sítio eletrônico e na próxima versão impressa o desagravo da mácula que foi impingida à minha imagem.  

(Pedro Augusto Mendonça de Araújo – desembargador). 

Sonho

Entediado por falta do que fazer, o deputado Cícero Almeida quer trocar a Câmara Federal pela Prefeitura de Maceió. Não será fácil. Falta combinar com os eleitores e livrar-se dos processos a que responde por corrupção. 

Pai e filho 

1 - O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o sequestro de bens do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), e do seu pai, o senador Benedito Lira (PP-AL), ambos investigados pela Operação Lava Jato.

2 - O pedido partiu da Polícia Federal e atinge bens até o valor total de R$ 4,2 milhões. O de-putado terá seus bens sequestrados até a quantia de R$ 2,6 milhões, enquanto que o senador até o limite de R$ 1,6 milhão.

De fora

Bem nas pesquisas de bastidores, o deputado Cícero Almeida só não será candidato se seus processos começarem a estourar. A máfia do lixo deve ser a dor de cabeça do ex-prefeito, que vai para o páreo como franco atirador.

No poder

Cícero Ferro, de posse do seu quinto mandato como deputado estadual, devido ao afastamento de Chico Tenório, avisa que será candidato a prefeito em Minador do Negrão. Seu “renascimento” político passa pela vitória no pleito de outubro. 

“Calote branco” e inflação a 20%

Atrasar o ajuste nas contas públicas brasileiras tem tornado mais próximo e provável um cenário de ruptura que resultará em inflação superior a 20% e impressão de moeda para pagar a dívida pública. Economistas consultados por O Financista acreditam que, caso a equipe econômica não arrume a casa, essa realidade virá a partir de 2018.

(O antagonista)  

Devagar 

O deputado federal Pedro Vilela (PSDB) deveria aproveitar a onda oposicionista e demonstrar sua insatisfação com o governo federal. Parece mesmo que o jovem não nasceu com o espírito pra coisa e suas posições são mais conhecidas por meio das redes sociais, através de assessores, do que na tribuna da Câmara. 

Escândalo

Uma auditoria revelou um rombo milionário em um sindicato em Alagoas. Em breve a nova gestão vai tornar o caso público e denunciar a roubalheira nos órgãos competentes. O atual presidente já disse: “Quem roubou que pague, na Justiça e na cadeia”. 

Tremeu 

Essa semana o Fórum de Maceió tremeu, o caso foi levado para o Tribunal de Justiça através do presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça, Cícero Filho. Mesmo com os recentes problemas estruturais do imóvel, a Corte garantiu que o prédio continua “em ordem”. 

Na moral 

“Podem me investigar no que quiserem. Eu não temo o Ministério Público, nem a Polícia Federal. Agora, tem gente graúda aí que anda fugindo da Justiça”. 

(Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República). 

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