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15 de Novembro de 2018

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Edição nº 859 / 2016

23/02/2016 - 18:16:52

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL

Seguindo o orçamento

Desde o início de janeiro os leitores que seguiram as dicas da coluna vêm mantendo o orçamento doméstico em dia, ou seja, anotando tudo que entra e sai da renda mensal. É um exercício salutar, envolvendo toda a família. No caso de renda dupla (casal), cada um fica com a responsabilidade das despesas, conversando civilizadamente, sem brigas, com um único objetivo: sobreviver com tranquilidade, em paz, sem dívidas e ainda mantendo uma reserva financeira para alguma emergência ou realização de um sonho de consumo. 

Num País em plena recessão, com inflação crescendo, juros altos e salários defasados, ou se conscientiza da necessidade de economizar ao máximo, pesquisar preços e não comprar por impulso, além de pagar as contas em dia e comprar sempre à vista, ou termina mesmo com o nome incluído na lista de inadimplentes do SPC/Serasa, chegando ao ponto de não conseguir quitar as dívidas. Na verdade, é saber viver de acordo com o que ganha.

Danos morais

Uma cliente do Bradesco que teve seu nome incluído no SPC/Serasa indevidamente recorreu à Justiça que, depois de analisar seu pedido, considerou procedente e obrigou o banco a pagar uma indenização de R$ 5 mil por danos morais. São casos como esse que ocorrem constantemente entre empresa e cliente e que a Justiça considera como danos morais. Caso ocorra com você, procure seus direitos. 

Pesquisando 

preços

Isso deve ser seguido por todo consumidor, que sabe perfeitamente o valor de seu dinheiro e que deve economizar muito para conseguir sobreviver. Assim, vá às compras com tempo livre para pesquisar em vários locais e só comprar mesmo quando tiver certeza de que fez uma boa economia. Nada de pressa. No caso do casal, essa tarefa deve ser para quem tem realmente mais disciplina e jamais compra por impulso. 

Negociando 

o débito

Quem tem uma dívida e não consegue pagar, tendo o constrangimento de receber cobranças constantes, deve negociar com o credor, tentar mostrar o interesse em quitar, mas tentar a diminuição ou isenção de juros e multas. Como as vendas estão em baixa, geralmente o credor quer dinheiro em caixa e aceita a negociação. Mas pague mesmo. Não adianta seguir aquele velho adágio popular: “Devo não nego, pago quando puder”. Isso é prática dos verdadeiros caloteiros. 

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