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19 de Novembro de 2018

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Edição nº 857 / 2016

31/01/2016 - 08:03:34

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL

O primeiro balancete

Estamos nos aproximando do final do primeiro mês do ano. Hora de fazer o balancete de seu orçamento doméstico para constatar se seguiu mesmo tudo conforme o objetivo de priorizar o corte de algumas despesas, deixando uma parte para a reserva financeira. Concluídas as despesas do mês, as contas são fechadas. 

O salário de janeiro a ser pago no início de fevereiro deve servir para pagar tudo e deixar a parte do dia a dia do mês, lembrando que tem uma despesa extra: o pagamento do IPTU e mais as fixas, que são aluguel, prestação da casa própria, energia, água, telefone, plano de saúde, mensalidade escolar (a primeira do ano) e outras prestações.

Anotando tudo

Se você conseguiu fechar o primeiro balancete corretamente, parabéns! Vá seguindo assim até o final do ano. Fevereiro tem o Carnaval. Cuidado com os exageros. Se foi tudo planejado e com dinheiro no bolso, aproveite e caia na folia. Jamais use cartão de crédito, cheque especial ou mesmo tome dinheiro emprestado para se divertir nos dias de festa. 

O correto

Administre sua casa como se fosse uma empresa: minimizando custos e maximizando lucros, ou seja, diminua suas despesas e obtenha lucro, poupando seu dinheiro. O consumidor disciplinado deve ter uma caderneta de poupança como reserva para alguma emergência. Fazendo isso, você vai conseguir sobreviver com mais tranquilidade neste período de recessão que o País vem atravessando.

De olho nos preços

Continue pesquisando preços antes de comprar. Se acha que no supermercado que sempre compra os preços vem aumentando constantemente, procure outro, até encontrar aquele que tenha preços mais baixos. Também troque de marcas de produtos, observando, obviamente, se faz o mesmo efeito, seja alimentos ou material de limpeza e higiene. 

Os juros

O governo decidiu não aumentar as taxas de juros em janeiro. Mas isso não significa que você pode tomar dinheiro emprestado, usar o cartão de crédito parceladamente ou o cheque especial. As taxas cobradas são elevadíssimas e a que o governo controla é apenas entre bancos, a Selic, que se encontra em 14,25% ao ano, percentual infinitamente inferior à que é cobrada pelo crédito rotativo, que chega aos 20% ao mês. Fuja disso!

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