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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 856 / 2016

26/01/2016 - 07:44:49

Meio Ambiente

Era glacial

O mundo teve cerca de dez eras glaciais antes de retornar para condições mais quentes como a do presente e a última era glacial terminou 12 mil anos atrás. De acordo com o estudo liderado pelo Instituto de Pesquisa sobre Impacto Climático de Postdam, o aumento da emissão de gases do efeito estufa provocado pela humanidade desde o início da Revolução Industrial, no século 18, sugere que influências humanas vão tornar impossível o início da próxima era glacial num período de tempo estimado em 50 mil anos.

Conscientização zero

Um levantamento global apontou que os cidadãos de países mais poluidores são os menos preocupados com as mudanças climáticas. De acordo com o instituto Ipsos, apenas três em cada 10 pessoas na China, Estados Unidos e Rússia vêem o problema global como “muito sério”. As três nações concentram grande parte das emissões de gases poluentes no mundo.

Abismo sob o gelo

Sinais de um vasto e desconhecido sistema de cânions escondido embaixo das geleiras da Antártida foram encontrados nas formações da superfície do continente gelado, em uma região inexplorada chamada Terra da Princesa Elizabeth. Se confirmada por em uma pesquisa geofísica formal que está em andamento, a rede sinuosa de cânions teria cerca de mil quilômetros de comprimento e, em alguns trechos, até 1 km de profundidade. Essas dimensões fariam da formação algo maior que o famoso Grand Canyon, nos Estados Unidos

Peixes mortos

Na semana passada, milhares de peixes surgiram mortos na superfície de águas do Rio de Janeiro. Os animais apareceram boiando junto a lixo na Baía de Guanabara, na região da Ilha do Governador. De acordo com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, o Inea (Instituto Estadual do Ambiente) realizou uma vistoria na praia do Galeão e na Ilha do Governador e nenhuma anormalidade visual na água foi constatada, além do lixo flutuante.

Crime ambiental

A Polícia Federal indiciou na semana passada os executivos da Samarco, da Vale e da VogBr  por crime ambiental em decorrência do rompimento da barragem de resíduos de minério de ferro, em Mariana (MG), há dois meses. Entre os indiciados está o diretor-presidente da Samarco, Ricardo Vescovi, e mais seis diretores. Os executivos foram indiciados com base no artigo 54 da lei de crimes ambientais, por terem causado poluição que resultou ou pode resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição da flora.

Óleo de fritura

Serão inaugurados no Ministério do Meio Ambiente (MMA) pontos de coleta semanal de óleo de cozinha usado para que os servidores da pasta contribuam com a reciclagem. O material será encaminhado para a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), para a fabricação de biodiesel. Os principais objetivos da reciclagem do óleo de cozinha são a redução da queima de combustíveis fósseis e também a redução do custo de tratamento de esgoto. 

Rã brasileira

Sobre a rãzinha-da-correnteza (Hylodes japi), descrita no ano passado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), descobriu-se agora que além de emitir diferentes tipos de sons, ela utiliza um repertório de sinais visuais que antes não haviam sido descritos entre os anfíbios, como posições do pé, impulsos com os braços e o balançar da cabeça.

Artigos de limpeza 

Os equipamentos e produtos de limpeza que gastam água para sua utilização têm um ano para incluírem em seus rótulos e embalagens a expressão: “Água pode faltar. Não Desperdice”. A nova lei (13.233/2015), que tramita no Congresso Nacional desde 2005, foi sancionada no final de 2015 pela presidente Dilma Rousseff. A medida será regulamentada para assegurar que o alerta estará em local visível, em destaque e com impressão em letras de tamanho apropriado. Produtos colocados à venda sem a recomendação estarão sujeitos a multa, apreensão e inutilização. 

Belo Monte

O Brasil terá de responder na OEA (Organização dos Estados Americanos) às denúncias de violações de direitos humanos causadas pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira, no Pará. Segundo a denúncia, o Brasil liberou a obra de Belo Monte sem consulta ou autorização prévia, livre e informada das comunidades indígenas da região.  O caso entrou em tramitação na CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos), da OEA, no dia 21 de dezembro de 2015.

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