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13 de Novembro de 2018

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Edição nº 855 / 2016

18/01/2016 - 16:36:30

GABRIEL MOUSINHO

Campanha antecipada

GABRIEL MOUSINHO

A liberação por parte da Justiça Eleitoral da exposição de candidatos através de adesivos em veículos e outros meios de propaganda, de acordo com a Lei 13.165 de 2015 da reforma eleitoral aprovada em outubro passado, vai estimular quem deseja disputar um mandato neste ano, seja para prefeito ou vereador.

Agora, mesmo com algumas pequenas restrições, o pretenso candidato pode utilizar além de outros instrumentos, as redes sociais para manifestar opiniões pessoais sobre questões políticas, e ainda utilizar camisetas, cartões e outros meios que lhe identifique e mostre, mesmo subliminarmente, que tem condições de disputar um mandato nas eleições deste ano. Portanto, o que era proibido e fiscalizado pela Justiça Eleitoral, está liberado.

Mesmo assim, dizem especialistas do Direito Eleitoral, é bom se ter cautela na utilização desses instrumentos de propaganda antecipada para não ultrapassar os limites da lei.

Os amadores que irão disputar um mandato pela primeira vez também terão pouco tempo para se fazerem mais conhecidos na comunidade onde residem, já que a campanha propriamente dita nos meios de comunicação terá apenas quarenta e cinco dias, ao contrário de eleições anteriores.

Degola em fevereiro

O governador errou, e feio, quando estabeleceu critério de notas para o secretariado como numa escolinha de primeiro grau. Quando fizer a reforma administrativa em fevereiro próximo, como ele mesmo disse, com certeza vai jogar às traças os auxi-liares que pouco ou nada produziram no seu primeiro ano de mandato. Será um vexame para as pessoas e população vai interpretar como sendo profissionais incompetentes ou preguiçosos.

Exposição

O critério escolhido pelo governador para avaliar sua equipe bem que poderia ser entre os auxiliares mais chegados e não torná-lo público como aconteceu, expondo as pessoas e naturalmente suas famílias. Agora, o governador não pode recuar e qualquer alternativa para mascarar o que já disse torna-se inútil.

Lava Jato

 Atirando para todos os lados, o ex-diretor da Petrobras e da BR Distribuidora Nestor Cerveró voltou à carga contra os senadores Delcídio do Amaral, Renan Calheiros e Fernando Collor. Os dois últimos negam sistema-ticamente qualquer envolvimento de recebimento de propinas. Mas, mesmo assim, Collor e Renan já estão sendo investigados em pelo menos seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal.

Esperando sentados

Os amigos do médico José Wanderley Neto ainda esperam um ato de desagravo do PMDB, por ter sua residência invadida pela Polícia Federal em dezembro passado. Wanderley, um peemedebista de primeira hora e com relevantes serviços prestados ao partido, agora como 1º tesoureiro, ainda relembra tenso das horas vividas com a PF na sua casa às primeiras horas da manhã. Mas, pelo visto, para o PMDB, isso são águas passadas.

Vestibular

Antes de nomear os substitutos dos auxiliares que serão defe-nestrados, bem que o governador deveria realizar uma espécie de vestibular com os concorrentes, para saber quem realmente teria condições de assumir os cargos, para evitar vexames desta natureza.

Rumo certo 

Ao admitir a extinção ou fusão de muitos órgãos improdutivos da administração pública, a exemplo da própria Casal, Ideral, Lifal, Ipaseal, Centro de Convenções e outros, o governador Renan Filho está fazendo o dever de casa para cortar gastos e estabilizar as contas do Estado.

Confronto

Mesmo que o PMDB esteja próximo ao prefeito Rui Palmeira, dificilmente integraria a chapa majoritária com Kelmann Vieira, como anda se falando por aí. O bom relacionamento e a confiança mútua entre Rui e Marcelo Palmeira afastam qualquer dúvida de mudança na chapa majoritária.

Credenciado

Candidatíssimo à reeleição, Rui Palmeira está disposto a enfrentar qualquer adversário nas urnas. Com um trabalho de fôlego realizado esses anos na capital, onde transformou Maceió num canteiro de obras, Palmeira tem cacife suficiente para disputar voto a voto com qualquer um.

Mobilidade urbana

Além das obras realizadas, a prefeitura trabalha forte para, junto com a CBTU, colocar o VLT até o bairro de Jaraguá, o que deverá acontecer ainda neste primeiro semestre. Este é um dos objetivos do prefeito Rui Palmeira, preocupado com o transporte coletivo de massa na capital do Estado para oferecer melhores condições para a mobilidade urbana dos maceioenses.

Corte forçado

O corte de algumas despesas na Prefeitura de Maceió não é pela vontade própria do prefeito Rui Palmeira. Ele prefere, neste momento de crise, priorizar obras inadiáveis na capital e os salários dos servidores públicos. 

Páginas sangrentas

Em que pese os assassinatos terem diminuído no Estado, como diz o governo, o último final de semana foi drástico. A pistola vadeou em todas as regiões do Estado.

Começando

Mesmo discretamente, a campanha para prefeito e vereadores já começou no estado. Candidatos já botaram o bloco na rua mesmo que o dinheiro não esteja tão fácil como antigamente. Alguns já fizeram economias para enfrentar as eleições e outros já começam a fazer caixa para não despertar a fiscalização da Justiça Eleitoral.

Implosão

A crise está atingindo diretamente os municípios mais pobres de Alagoas, principalmente aqueles que vivem unicamente do FPM. A perspectiva é de que salários comecem a atrasar e os serviços básicos como saúde e educação sejam afetados.

Agonia

Os associados do plano de saúde do Ipaseal estão comendo o pão que o diabo amassou. Estão pagando tudo, além do que descontam no contracheque e não têm perspectiva da situação ser resolvida rapidamente. 

Indecisão

Até agora apenas o prefeito Rui Palmeira já definiu sua candidatura à reeleição. Os outros possíveis candidatos mantêm a discrição e observam as reais possibilidades de disputar com o  tucano. Somente depois do carnaval se terá um quadro mais consistente das candidaturas nos principais municípios, como Maceió e Arapiraca.

Dificuldades

Mesmo sendo o maior partido de Alagoas, o PMDB não tem um nome forte para disputar a Prefeitura de Maceió. Mozart Amaral ainda não estaria devidamente preparado politicamente para enfrentar Rui Palmeira. Como a Secretaria de Infraestrutura do Estado que comanda ainda não lhe deu visibilidade, uma provável candidatura sua terá que ser muito bem avaliada.

Vai mal

O PMDB, nos últimos dias, tem sofrido bastante na política brasileira. Se o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, passa por um processo de denúncias e pode perder o cargo a qualquer momento, o presidente do Senado também é alvo de seis inquéritos. Em Alagoas, a sede do PMDB também foi vasculhada pela PF. 

Com Rui

O deputado federal Ronaldo Lessa não tem dito publicamente, mas admite fechar com Rui Palmeira nas eleições deste ano. Lessa vê com simpatia o trabalho que vem sendo realizado pelo prefeito e não quer pelo menos nos bastidores, divisão do grupo sobre o assunto.

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