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21 de Novembro de 2018

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Edição nº 854 / 2016

07/01/2016 - 19:12:54

Sururu

Da Redação

Elite predadora

“A culpa de nossa miséria é dessa elite perdulária que há 200 anos se apoderou do Estado e o transformou em cabide de empregos para manter o status quo”. 

A frase, em tom de desabafo, é do economista e escritor Fernando Lira, a propósito da divulgação dos últimos indicadores que colocam Alagoas na rabeira do desenvolvimento econômico e social. 

Segundo o escritor, a única saída para tirar Alagoas do estado de letargia em que vive é investir na educação. Mas alerta que isso só ocorrerá quando a classe média se organizar e se unir em torno desse projeto de salvação. 

Mundo animal

“Antigamente os animais falavam. Hoje escrevem”. 

Millôr Fernandes

Viva o PT !

“Há 8 anos a Petrobras valia R$ 500 bilhões. Hoje só vale R$ 100 bilhões e deve mais de R$ 500 bilhões”. 

Ricardo Amorim, economista. 

Viva o PT 2 

“O povo bestificado assiste atônito à destruição da República”.  

Miguel Reale Júnior, jurista.  

Desova imobiliária

O ex-prefeito Cícero Almeida confidenciou a amigos que está no sufoco financeiro e por isso vai vender seus apartamentos, casas, fazendas e outros imóveis para pagar dívidas e se capitalizar para as eleições deste ano, nas quais pretende disputar a Prefeitura de Maceió. 

Almeida garante que voltará nos braços do povo. 

Só falta combinar com os eleitores...

JHC X Nivaldinho

O filho de Antônio Albuquerque, Nivaldo Neto, não conseguiu votos para se eleger deputado federal, mas alimenta o sonho de chegar à Câmara pela via do tapetão. 

Nivaldinho, como é conhecido nas fazendas do pai, pediu a cassação do deputado JHC por infidelidade partidária. 

Japonesa na mira da PF 

1A Polícia Federal, que abriu inquérito há meses para apurar saques astronômicos, em dinheiro vivo, antes da decretação da falência do Grupo João Lyra, deve chamar para depor a japonesa Sílvia Sacuno, braço direito de JL na época. Ela deve ser interrogada por este e outros assuntos que estão sendo ainda investigados.

2Nesse inquérito já foram ouvidas várias pessoas que, à época, eram da confiança de João Lyra, inclusive o famoso José Brandão, o tesoureiro do Caixa 2 da empresa. Atualmente, José Brandão vive constantemente viajando entre o Rio de Janeiro e a Europa e às vezes dá um pulinho em Maceió, sempre no anonimato. Ultimamente foi visto se deliciando na Itália com vinhos de qualidade reconhecida no mundo em recomendáveis restaurantes de alto luxo.

3Algumas pessoas que foram chutadas no traseiro por motivos óbvios e que conviviam tirando proveito de João Lyra, estão de volta, sorridentes, de bem com a vida. Exatamente os de quem a família de JL não queria nem ouvir falar.

Questão semântica

Inhapi, em tupi guarani, significa campo raspado, ou campo nu. Mas seus dirigentes entenderam “cofre raspado”. 

(In)Justiça 1 

O desembargador Fernando Tourinho considerou ilegal a greve dos professores da Barra de Santo Antônio.  Os servidores estão há três meses sem receber seus vencimentos e mesmo assim são obrigados a trabalhar sob pena de abandono de emprego. A decisão foi vergonhosa. 

(In)Justiça 2 

O prefeito Rogério Farias continua zombando da cara dos trabalhadores, mas agora o chefe do Executivo da Barra de Santo Antônio conta com o apoio irrestrito do judiciário alagoano. Já os professores continuam a pão e água. 

Justiça tardia é injustiça. 

Caso de polícia 

O Ministério Público Estadual anda de olho nas ações de um prefeito no litoral norte de Alagoas. O espertalhão construiu um hotel de luxo com a grana da prefeitura. O Grupo de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) anda atento com os passos do chefe do Executivo e seus laranjas. 

Liberdade

Marcelo Odebrecht, maior empresário do Brasil, deverá ser solto em fevereiro, quando o STF julgar o pedido de liberdade por ele ajuizado. 

Nabor Bulhoes, advogado da Odebrecht, acredita na concessão do habeas corpus sob o argumento de que a prisão preventiva do emperesário já levou tempo demais. Denúncia vazia 

Nabor Bulhões, que também defende Washington Luiz, acredita que os processos contra o desembargador serão julgados improcedentes no CNJ:  “Não há nada de concreto contra o desembargador, só denúncias vazias”. 

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