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20 de Setembro de 2018

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Edição nº 852 / 2015

20/12/2015 - 07:39:19

Sururu

Da Redação

A farsa do estaleiro

O empresário German Efromovich fechou mais um estaleiro no Rio de Janeiro e demitiu 3 mil empregados. Em junho deste ano, o empresário fechou o estaleiro Mauá, em Niterói, deixando milhares de trabalhadores sem emprego.  

German Efromovich é o mesmo empresário que encabeçou o projeto do estaleiro de Alagoas, que seria construído em Coruripe. 

Além de frustrar todos os que acreditaram no projeto, a farsa serviu apenas para ajudar a eleger um governador e vários políticos que “venderam” a ideia como redenção econômica de Alagoas. 

Miserê na Barra

O Ministério Público pediu o bloqueio de 60% da receita da Prefeitura de Barra de Santo Antônio para garantir o salário dos professores, que estão com atraso desde outubro. 

Devia ter pedido também o bloqueio dos bens do prefeito Rogério Farias, que está construindo um hotel de luxo, não se sabe com que dinheiro.

Mais Médicos, Mais Propina

O criador e coordenador do programa “Mais Médicos”, Mozart Sales, foi acusado pela PF de embolsar propina da ORCRIM que roubou a Hemobras. Chefe de gabinete de Alexandre Padilha, Mozart Sales assumiu o ministério da Saúde depois da queda de Arthur Chioro.  (O Antagonista) 

Mais um delator

Marcos Valério está disposto a fazer delação premiada. Ele deve esclarecer a participação do PT em caso de chantagem que envolve a morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel.  

Guerra no PMDB

A guerra na cúpula do PMDB em torno do impeachment e da destituição do líder Leonardo Picciani alcançou seu ápice. No mesmo dia em que o vice-presidente Michel Temer e Renan Calheiros bateram boca publicamente, o presidente do Congresso aumentou o tom contra o desafeto.

“É muito deprimente ver este papel de conspirador do Michel”, acusou Renan Calheiros, em conversas com pelo menos dois ministros do PMDB.

Matança de jornalistas 

1 - A entidade Press Emblem Campaign (PEC), sediada em Genebra, divulgou levantamento que aborda o número de jornalistas assassinados ao redor do mundo. Nos últimos cinco anos, 35 profissionais de comunicação foram mortos no Brasil, o que o coloca na 6º posição do ranking de países mais perigosos para o exercício da profissão. 

2 - A Síria lidera a lista, como 86 mortes, seguida do Paquistão (55), Iraque e México, cada um com 46 assassinatos. No mesmo período, foram computados 42 mortos na Somália. A considerar apenas o ano de 2015, a situação do Brasil, com sete casos de homicídio, empata com países como Iemen e Sudão do Sul, que estão em guerra. 

3 - Desde janeiro, 128 jornalistas foram assassinados em 31 países. A maioria das mortes foi causada por grupos terroristas e organizações criminosas. A Síria, dominada pelo Estado Islâmico, está novamente no topo da lista, com 11 vítimas. Iraque e México, cada um com 10 mortos, dividem o 2º  lugar. 

Sem antirrábica

A via-crucis de várias pessoas que foram mordidas por cães, gatos ou outros animais silvestres em busca da vacina antirrabica nos postos de saúde de Maceió tem  revoltado a população. 

Na segunda-feira, 14, o EXTRA percorreu alguns ambulatórios 24 horas da capital e em nenhum tinha a medicação. No ambulatório estadual Noélia Lessa, na Levada, a informação foi de que havia uma lista de espera, pois há dias não acontecia reposição do estoque.

A Sesau, através de sua assessoria de comunicação, explicou que “assim como em outros estados, Alagoas também encontra-se com deficiência no recebimento de algumas vacinas. Abaixo, nossas ‘carências’:

Hepatite A; Hepatite B; DTPa-vacina especial para crianças com contraindicação da polivalente. Antirrábica aguardamos para hoje, terça-feira (15), doses para suprir a demanda já existente”. 

Até ontem, quinta-feira, 17, o governo federal tinha enviado apenas 300 doses de vacina para todo o Estado.

Assunto proibido

Se a eleição fosse hoje, o eleitor de Paulo Jacinto não saberia em quem votar. As especulações foram muitas, nomes conhecidos no cenário local surgiram e até de forasteiros, mas de concreto nada. Nos últimos dias, falar de sucessão pelas bandas de lá é assunto proibido. Por que será?

Cadê o hospital

A pergunta que não quer calar em Paulo Jacinto é a de quando o hospital do município vai ser entregue à população? As obras foram paralisadas e ninguém sabe informar de quem é a responsabilidade. Enquanto isso, os pacientes são atendidos no que sobrou da maternidade engolida na enchente de 2010.

Sem escola

Parece que a pátria educadora da presidente Dilma passou longe de Paulo Jacinto. A escola construída no Residencial Santa Inês, logo após enchente de 2010, continua fechada. O problema é que as crianças são obrigadas a estudar em um prédio alugado e que oferee o mínimo de conforto.

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