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16 de Novembro de 2018

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Edição nº 850 / 2015

04/12/2015 - 19:49:00

Meio Ambiente

Desmatamento 

Apesar do acréscimo de 16% registrado de julho de 2014 a agosto de 2015, as taxas de desmatamento da Amazônia se mantiveram dentro da barreira dos 5 mil km² e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou, no período, a terceira menor taxa de desmatamento da série histórica do Prodes, sistema que monitora o bioma por satélite desde 1998. A área desmatada foi de 5.831 Km², contra 5.012 Km² no período anterior.

Parceria até 2020

Os governos do Brasil e da Noruega decidiram prorrogar a sua parceria nas áreas de clima e florestas até 2020. A primeira fase dessa parceria, em vigor desde 2008, representou uma contribuição de US$ 1 bilhão por parte da Noruega ao Fundo Amazônia brasileiro, em reconhecimento pela expressiva redução pelo Brasil do desmatamento na sua região amazônica. As contribuições na segunda fase da parceria continuarão a ser feitas a partir do mecanismo baseado em resultados do Fundo Amazônia. 

Ano mais quente

Faltando 27 dias para o ano acabar, 2015 conquistou o título de ano mais quente já registrado e os culpados são o El Niño e o aquecimento global. O relatório da OMM diz que 2015 bateu recordes sucessivos e que é impossível que dezembro seja frio o suficiente para que 2015 perca essa posição. O recorde não surpreendeu os cientistas da NOAA (Agência Nacional para Oceanos e Atmosfera dos EUA), que já alertavam que o ano estava em vias de bater o recorde de 2014. A temperatura média do planeta em 2015 está em 14,57°C, a maior desde o início dos registros em 1880.

Rio Doce 

Um estudo encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente concluiu que embora esteja considerado atualmente “morto”, o Rio Doce, que recebeu a lama proveniente do rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana (MG), “vai ressuscitar” em até cinco meses.

Embora especialistas tenham divulgado previsões de danos catastróficos, que incluiriam danos à reserva marinha de Abrolhos no sul da Bahia, e um espalhamento da lama por até 10 mil m², o estudo afirma que os efeitos no mar serão “desprezíveis”, que o material se espalhará por no máximo 9 km e que em poucos dias a coloração barrenta deve se dissipar.

Baleias jubarte

O Instituto Baleia Jubarte divulgou os resultados do censo realizado em agosto, mostrando aumento de 40% no número de baleias em relação a 2011. Este ano, 17 mil jubartes buscaram a costa brasileira para o nascimento dos filhotes. O período de reprodução começou em julho e terminou em novembro, quando os animais retornam à Antártica. O censo foi realizado nas águas abrangidas pelos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Usina de Belo Monte 

O Ibama concedeu uma licença de operação de seis anos para a Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e autorizou o enchimento do reservatório da usina que está em construção há 4 anos e 5 meses no Rio Xingu. A licença está relacionada ao cumprimento de 41 condicionantes, pois em setembro o Ibama havia apontado 12 pendências que impediam a emissão da licença. Sem o documento, a Norte Energia ficava impedida de dar início à geração de energia no empreendimento.

Fogo na Chapada

As paisagens da Chapada Diamantina foram muito afetadas pelo fogo que atinge a região há mais de duas semanas e a estimativa é de que ao menos 30 mil hectares foram destruídos. O trabalho de combate ao fogo é feito por brigadistas voluntários, bombeiros e aerovanes. E de acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema), os focos de incêndio ainda estão nas localidades de Morro Branco, Barro Branco e Serra do Sobradinho. 

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