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24 de Setembro de 2018

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Edição nº 849 / 2015

02/12/2015 - 00:00:00

Gabriel Mousinho

Quebradeira geral

É de dar pena circular pelas ruas do comércio do centro de Maceió. Dezenas de lojas fecharam suas portas e seus proprietários têm até dificuldade de alugar o imóvel.A crise, crescente a cada dia, tende a aumentar no próximo ano; é a a recessão que sufoca os trabalhadores e desemprega a maior parte da população.Na Avenida Fernandes Lima, somente no início do mês, havia 36 pontos para serem alugados, sem sucesso. Nas avenidas Moreira Lima, ruas do Comércio, Barão de Penedo e adjacências, o cenário é constrangedor. Parece que se avizinha uma quebradeira geral.Do outro lado da balança, ninguém vê o que efetivamente o governo faz para minimizar a angústia dos pequenos empresários. A não ser mais impostos empurrados garganta abaixo desses teimosos sobreviventes, em medidas insensatas num momento de crise aguda na economia de Alagoas e do país.

Rejeição

O grande obstáculo para uma candidatura do deputado federal Paulão a prefeito de Maceió é o alto índice de rejeição do Partido dos Trabalhadores com os escândalos do Mensalão e do Petrolão. Parece que Paulão deve esperar um momento mais propício, uma nova oportunidade para pleitear o cargo de prefeito da capital.


Pegando no pé

O senador Fernando Collor é alvo mais uma vez da Operação Lava Jato, em que o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Janot, pede mais uma abertura de inquérito contra o parlamentar. Esta já é o quinto pedido que o MPF faz ao Supremo Tribunal Federal. Collor afirma que é perseguição do procurador.


Sem prazo

Para julgar todos os políticos denunciados na Lava Jato e ainda dos que estão sendo investigados, o Supremo Tribunal Federal levará anos para uma decisão. O processo que corre em segredo de justiça vai rolar pelo menos mais uns três anos. 


Esperando milagre

Parece que o deputado Cícero Almeida está esperando algum milagre do céu. Conversa nos bastidores com pequenos partidos e não acerta nada com ninguém. Assim fica difícil formar um grupo capaz de enfrentar fortes candidatos nas eleições do próximo ano.


Dever de casa

O vice-prefeito de Maceió, Marcelo Palmeira, que substituiu Rui Palmeira durante a semana, fez bem o dever de casa. Visitou obras na periferia da cidade, reuniu-se com lideranças comunitárias e cumpriu fielmente as atribuições de prefeito. A dupla Rui-Marcelo Palmeira deve continuar nas eleições de 2016.

Esperando o bote

O PMDB, como sempre, faz questão de não comentar sobre composições para as próximas eleições. Espera o momento oportuno para saber quem é quem no processo político, mas acelera as conversas de bastidores até com adversários.


Entregou-se de vez

O deputado Antônio Albuquerque, que a exemplo de Cícero Almeida conversa com Deus e o Espírito Santo, jogou-se de vez nos braços do governador Renan Filho. Diz o velho ditado que ´´se não pode com o inimigo, alie-se a ele´´.


Fritados

Pelo menos dois secretários de Estado estão sendo fritados no governo. Faz tempo que não têm audiência com o governador Renan Filho, que por sua vez não faz nenhum esforço para recebê-los em Palácio.


Oposição viva

Os votos obtidos pela oposição na eleição da OAB em Alagoas mostram que a presidente eleita Fernanda Marinela vai ter que fazer direitinho o dever de casa. A oposição bateu na casa dos mais de três mil votos.

Quadro político

Quem anda por Arapiraca e conversa com as pessoas, observa que não será nada fácil à prefeita Célia Rocha se reeleger. Mas ela conta, pelo menos por enquanto, com o apoio do senador Fernando Collor e do governador Renan Filho, que tem participado de encontros na cidade do fumo.


Oposição ferrenha

Se por um lado a prefeita Célia Rocha não anda bem na fita, dois grupos de oposição aparecem para disputar a Prefeitura de Arapiraca no próximo ano. O primeiro formado por Ricardo Barreto, que deverá ser o candidato, apoiado por Rogério Teófilo, Adoniran Barbosa e Aurélia Fernandes. Já o deputado Tarcísio Freire, do PSD, que a cada dia sobe nas pesquisas, é considerado outro forte candidato e com reais chances de substituir Célia Rocha.


Vendendo tudo

O governador Renan Filho pegou ar e quer, agora, vender tudo o que encontrar pela frente no Estado que não venha dando resultados e, sim, só prejuízos. Começou com a Casal que pode ser privatizada muito antes do que muita gente pensa, do Centro de Convenções, do Lifal e agora do Ideral, além de querer receber grana alta do antigo Produban que os usineiros ajudaram a falir e da antiga Ceal.


Insaciável

O governador também quer abocanhar recursos dos depósitos judiciais, o que é um grande risco para quem tem dinheiro a receber, mas encontra, pelo menos no momento, a reação do Tribunal de Justiça. A matéria teria ainda que passar pelo crivo da Assembleia Legislativa, mas como Sua Excelência manda e desmanda na Casa de Tavares Bastos, já se sabe qual o desfecho que será dado pelos deputados.

Virando a mesa

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, deu um recado nada sutil ao Congresso Nacional. Ele perguntou, em entrevista, porque o Conselho de Ética não abriu processo de cassação contra 160 parlamentares que estão enrascados no Supremo Tribunal Federal.

O próximo

Depois da prisão e manutenção do senador Delcídio do Amaral na cadeia, a pergunta nos corredores da Câmara e do Senado é: quem será o próximo? A Lava Jato, aos poucos, está chegando junto a parlamentares, empresários e executivos que roubaram o Brasil.

Quem foi?

O problema agora é saber quem indiciou Nestor Ceveró para a diretoria internacional da Petrobras. Se Delcídio do Amaral, enrolado até o pescoço, ou políticos do PMDB?

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