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22 de Setembro de 2018

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Edição nº 848 / 2015

25/11/2015 - 00:00:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

A inadimplência

A recessão (queda na produção e desemprego) gera o endividamento do consumidor e do produtor. Os juros sobem, assim como os preços. Mais da metade dos brasileiros já se encontra com o “nome sujo” no SPC, mas continua se endividando, porque as financeiras emprestam dinheiro através do crédito consignado (desconto das prestações nos salários), o que garante lucro garantido para elas e “o fundo do poço” para os devedores. A coluna vem sempre orientando os endividados que procurem seus credores, negociem o débito e proCurem pagar até a quitação total, jurando nunca mais se endividar. Não é tarefa fácil. Mas também não é impossível. É só se planejar, cortando gastos, mudando os hábitos de consumo até chegar o dia em que não tem mais dívidas e viver de acordo com o que ganha. 

A grande chance

O décimo terceiro salário dos trabalhadores da iniciativa privada pode ser pago em duas vezes: a primeira metade no salário de novembro e a outra, até o dia 20 de dezembro. Os servidores públicos federais e aposentados do INSS já receberam a primeira parcela, enquanto os do Estado ficam esperando o total, que pode ser pago também com o salário de novembro ou num dia marcado em dezembro, antes do Natal. Dinheiro extra que pode ser usado para quitar dívidas. 


Pesquisando

Quem quer antecipar as compras do Natal já pode aproveitar as ofertas que o comércio vem oferecendo. Mas atenção: antes de comprar, pesquise muito e só compre quando tiver certeza de que fez uma boa economia. Os preços diferenciam muito de uma loja para outra. Mas faça a opção para comprar à vista, ou no cartão de crédito, sem o parcelamento.

 
Importados

Esqueça esse hábito de consumo da época do dólar baixo. No período de um ano ele dobrou de valor, o que inviabiliza a compra de vinhos portugueses, whiskies escoceses, salmão, bacalhau e outros produtos importados, muito utilizados no período de festas de final de ano. Substituam tudo pelos brasileiros, bem mais em conta e que fazem o mesmo efeito. 

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