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19 de Setembro de 2018

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Edição nº 846 / 2015

11/11/2015 - 00:29:00

Meio Ambiente

Antártida Ocidental

Conforme estudo divulgado na segunda-feira (2) pela revista Proceedings of the Nacional Academy of Sciences, a camada de gelo da Antártida Ocidental pode ter começado um colapso irreversível de centenas de anos, que provocaria uma elevação do nível do mar em até três metros. A pesquisa mostrou que com mais 60 anos de descongelamento ao ritmo atual, uma desintegração completa ocorreria a longo prazo. Os cientistas Johannes Feldmann e Anders Levermann fizeram simulações para comprovar se a instabilidade poderia provocar o colapso completo de toda a camada de gelo no mar.

Baleia de 12 metros

Uma espécie de baleia que até então nunca havia sido vista viva (apenas seus fósseis eram conhecidos por pesquisadores) foi encontrada na costa do Madagascar enquanto cientistas analisavam uma população de golfinhos na região. A baleia de Omura, que foi catalogada em 2003 com base em exemplares mortos, pode chegar a até 12 metros de comprimento. O avistamento da baleia de Omura nas águas de Madagascar revelou que a espécie circula em uma área maior que a esperada, extrapolando a parte oriental do Oceano Índico.

 Lei da Biodiversidade

Representantes dos setores da sociedade civil podem continuar enviando contribuições ao processo de regulamentação da nova Lei de Acesso e Repartição de Benefícios da Biodiversidade, a Lei nº 13.123/2015. Qualquer pessoa interessada pode registrar sua opinião e apresentar contribuições no site do MMA. Para contribuir, basta preencher o formulário correspondente, deixando sua sugestão para subsidiar a elaboração da consulta pública, a ser lançada pelo governo federal, sobre a regulamentação da Lei da Biodiversidade.

Deserto do Atacama 

Um tapete de flores de cores vivas cobriu extensas áreas do deserto do Atacama, no Chile, região mais árida do mundo. A ocorrência inusitada é resultado do efeito do El Niño, que aquece as águas do Oceano Pacífico e provoca secas e enchentes em várias partes do mundo. O El Niño provocou chuvas fortes no deserto mais seco do mundo e isso fez com que bulbos e rizomas dormentes de flores germinassem. 


Angra multa desperdício de água

A forte estiagem que atinge o Rio de Janeiro fez com que cidade de Angra dos Reis decretasse situação de “emergência hídrica”. Um decreto, publicado no dia 16 de outubro, proíbe a lavagem de veículos automotores, barcos, lanchas, calçadas, frente de imóveis, ruas, regar jardins e plantas, encher ou esvaziar piscinas, lavar quintais, telhados, paredes, calhas, garagens e quaisquer outras situações que elevem o consumo. A medida tem validade de 120 dias e os moradores que descumprirem as orientações serão advertidos por escrito e terão um prazo para se adequar e corrigir as irregularidades. Caso contrário, a prefeitura prevê multas variadas, chegando a R$ 1.540 para aqueles que desperdiçarem água.

 Lei da Biodiversidade

Representantes dos setores da sociedade civil podem continuar enviando contribuições ao processo de regulamentação da nova Lei de Acesso e Repartição de Benefícios da Biodiversidade, a Lei nº 13.123/2015. Qualquer pessoa interessada pode registrar sua opinião e apresentar contribuições no site do MMA. Para contribuir, basta preencher o formulário correspondente, deixando sua sugestão para subsidiar a elaboração da consulta pública, a ser lançada pelo governo federal, sobre a regulamentação da Lei da Biodiversidade.

Cataratas do Iguaçu

A vazão das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Paraná, está três vezes acima da média normal desde o dia 24. O volume é de 4,5 milhões de litros por segundo, quando o normal é de 1,5 milhão. Segundo o Parque Nacional do Iguaçu, o volume de água acima da média é por causa das chuvas que caíram durante o mês de outubro, no percurso do Rio Iguaçu. Com mais água nos reservatórios, as cinco usinas instaladas ao logo do rio, devem liberar o excedente. O mesmo ocorreu na hidrelétrica de Itaipu, também em Foz do Iguaçu, que abriu o vertedouro por causa das cheias nos rios Ivaí, Piquiri e Tibagi, que alimentam o reservatório do lago de Itaipu.

Terceiro maior buraco na camada de ozônio

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou que no mês de outubro foi registrado o terceiro maior buraco da camada de ozônio, mas que isso não contradiz o processo de recuperação desta proteção natural contra os raios solares. A diminuição da camada de ozônio ocorre anualmente durante a primavera no hemisfério sul devido às temperaturas extremamente frias na estratosfera e à presença na atmosfera de gases que devoram o ozônio. 

 

 

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