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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 846 / 2015

11/11/2015 - 00:17:00

Gabriel Mousinho

No rumo certo

O governador Renan Filho tem parecido intransigente em determinadas medidas, mas o seu projeto de austeridade econômico-financeiro tem dado certo. O resultado das contas do governo no mês passado obteve saldo positivo, o que contrasta com a situação difícil porque passa o Brasil.Mesmo parecendo inflexível, o secretário da Fazenda, George Santoro, tem demonstrado que o caminho da economia é melhor remédio para as finanças do Estado, aliado a tomadas de decisões que objetiva diminuir a sonegação fiscal e aumentar as receitas. Só assim Alagoas sai do buraco, agravada com a situação do país.A aprovação de mais de 60% de Renan Filho nas últimas pesquisas mostram que, além de bom orador e de fácil comunicação, o governador cortou cargos, determinou economia nos gastos e pensa seriamente em fazer uma reforma na estrutura administrativa, trocando peças que ainda não se enquadraram no seu modo de governar.Renan também desagradou correligionários que inicialmente se entusiasmaram com o que poderiam obter do Estado. Teve problemas iniciais de relacionamento com o pai, senador Renan Calheiros, e travou nomeações desnecessárias que somente poderiam beneficiar àqueles que sempre estiveram mamando no poder, para se locupletarem de uma forma ou de outra. Com essas iniciativas nos seus dez meses de governo, as perspectivas são alvissareiras e, queira Deus, Renan não capitule nas suas decisões ao se aproximarem as eleições do próximo ano. O que achamos que não.

Reforma à vista

Renan Filho tem sido muito discreto nas decisões que tem tomado, mas nos corredores do Palácio é voz geral de que ele fará um remanejamento na equipe, talvez puxando para seu secretariado dois deputados, o que dará chances a políticos que estão na fila, entre eles Cicero Cavalcante, que não tem gostado do tratamento que tem recebido.

Aliança de partidos

Enquanto o governador Renan Filho tem mais de três anos de mandato, o prefeito de Maceió, Rui Palmeira, faz um trabalho na capital que o credencia a mais um mandato. Rui tem feito uma aliança de partidos que lhe permitirá condições de formar uma grande tropa de choque para disputar as eleições no próximo ano.

Trabalho na periferia

Toda periferia de Maceió está sendo beneficiada pela administração municipal. São obras restauradas e construídas, saneamento básico, asfaltamento de ruas e a disposição, agora com Thomás Nonô na Secretaria de Saúde, de dar um salto positivo no atendimento à população. Rui realiza um trabalho nos bairros que já faz esquecer o que Cícero Almeida fez em oito anos.

Sangrando

Virtual candidato a prefeito de Maceió, o deputado Cicero Almeida vai enfrentar uma barra pesada no Tribunal Superior Eleitoral para não perder o mandato. Pelo menos o seu ex-partido, o PRTB, está disposto a tudo para fazer com que o suplente, Val Amélio, assuma no lugar de Almeida. Até haver uma decisão do TSE, Cícero Almeida vai ter muitas dores de cabeça. Com sua candidatura indefinida, fica difícil arregimentar partidos à sua volta, a não ser aqueles que, sinceramente, não fazem a menor diferença nas eleições.


Dificuldades em Delmiro

Ninguém se iluda que a candidatura do deputado federal Givaldo Carimbão será um mar de rosas. Carimbão não terá aquela certeza, como fez o ex-presidente Lula em certa oportunidade, que elegeria até um poste. Além da oposição ferrenha que Carimbão vai enfrentar, corre pela cidade aquela máxima de que já basta de forasteiros.


Não merece

O deputado Paulão tem comido o pão que o diabo amassou por ser um fiel seguidor do Partido dos Trabalhadores. Nas pesquisas é o que tem maior rejeição e o menor índice de aprovação nas urnas. Paulão não merece por vários motivos: é um político sério, trabalhador e cumpridor dos seus deveres.


Lados opostos

Renan Filho e Rui Palmeira têm algo em comum: trabalham pelo bem estar da população. Mas isso está muito longe de uma parceria política, embora os dois possam conversar sobre o que pode acontecer no próximo ano. 


Novas forças

Enquanto Rui Palmeira conta além do seu partido, o PSDB, com o PP de Biu de Lira, o DEM de José Thomás Nonô, e outros que vem por aí, talvez até o próprio PDT de Ronaldo Lessa, Renan Filho trabalha nos bastidores, mas não tem certeza de que poderá lançar um candidato do peso do prefeito da capital para disputar as eleições de 2016.


Investindo

Uma das maiores preocupações políticas do momento do governador Renan Filho é com o município de Arapiraca. Com uma administração sofrível de Célia Rocha e a entrada no páreo do deputado Tarcísio Freire, a situação política da terra do fumo é de incertezas. O governador tem investido muito na sua presença junto a Célia Rocha, mas pode mudar de rumo se as pesquisas avançarem para o lado de Freire.

Guerra em Junqueiro

Como está fazendo com outros municípios, Renan Filho quer mudar a história política de Junqueiro, reduto tradicional do senador Biu de Lira. Ele estimula uma candidatura dos Pereira, que sempre votaram com o senador pepista, mas não esperavam que Morgana, filha de Raimundo Tavares, ex-prefeito e ex-deputado, colocasse o pé no freio. Ou ela como candidato a prefeita, ou o racha.


Pode voltar

A dupla Renan-Vilela pode voltar nas eleições de 2018. As conversas vão de vento em popa, embora o ex-governador tenha ´´apanhado´´ muito na mídia e o seu governo é alvo de críticas e comparações com o atual. Mas política tem dessas coisas. Só não se sabe é como Téo Vilela vai se comportar nas eleições do próximo ano e como será sua caminhada para voltar ao Senado em 2018. Com um currículo de traições,- as últimas eleições mostraram isso-, parece que Vilela não está nem aí. Diz o velho ditado que cabrito bom é aquele que não berra.


Deixa pra depois

Às voltas com o clima político de Brasília, onde vez por outra fica no olho do furacão, o senador Renan Calheiros, cobra criada, sai pela tangente quando o assunto é eleição municipal. Só vai se manifestar no próximo ano, como fez com a candidatura do filho para o governo do Estado.

É o pobre...

José Maria Marin está pagando a bagatela de mais de 57 milhões de reais de fiança para ficar preso em regime domiciliar em Nova York. É uma afronta ao povo brasileiro e às finanças do ex-mandatário da CBF. 


Comércio em crise

Pelo menos quatro mil pessoas deixarão de ser contratadas neste final de ano no comércio alagoano. É a crise que bateu na porta do empresariado, embora não se pense, ainda, em mais demissões no setor.


Comércio refém

O comércio de Maceió é refém do 13º salário e aguarda com muita expectativa que o município de Maceió e o Estado cumpram com o compromisso. Para um empresário do setor, se houvesse qualquer impasse no pagamento do 13º, certamente o comércio entraria em parafuso.


Reta final 1

Falta apenas poucos dias para a eleição que decidirá os destinos da OAB Alagoas. Três candidatos disputam a presidência. Fernanda Marinela, Fernando Falcão e Roberto Mendes. A eleição, no dia 18, levará milhares de advogados à sede da instituição, em Jacarecica para exercer o direito do voto.


Reta final 2

A chapa 2, encabeçada por Fernando Falcão, entrou com mandado de segurança para garantir o direito de votos dos advogados que pagaram a anuidade em 2014, mas não o fizeram em 2015. Como o ano só termina em 31 de dezembro, a chapa 2 reivindica o direito de voto daqueles que este ano ainda não tiveram condições de pagar a anuidade. Nada mais justo.

Decisão apressada

O processo do senador Fernando Collor está em pleno andamento no Supremo Tribunal Federal, mas, mesmo assim, sem ter ainda uma decisão, o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, já sugeriu ao ministro Teori Zavascki, a venda dos carros que estão sob a guarda Justiça. No mínimo, é uma sugestão apressada e uma precipitação sem tamanho. E se Collor for absolvido das acusações? Como fica?

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