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18 de Novembro de 2018

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Edição nº 841 / 2015

07/10/2015 - 18:10:00

Filho de testemunha é preso por tráfico de drogas da Colômbia

Vera Alves [email protected]

No dia 12 de agosto último, uma operação deflagrada pelas polícias Civil e Militar em conjunto com o Gecoc (Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas, do Ministério Público Estadual) chamou a atenção ao resultar na prisão em flagrante de jovens de classe média. A acusação: tráfico internacional de drogas sintéticas. Entre os presos, Luccas Lucena Gama, filho de José Aroldo Gama, uma das testemunhas de acusação no processo da morte de Marcos André.

A prisão se deu em um apartamento no Stella Maris, mas Luccas, de acordo com o Gecoc, levou a polícia até sua casa na Praia do Francês onde mais droga, em sua maioria oriunda da Colômbia, estava escondida. De acordo com o processo judicial, foram apreendidos 88 comprimidos de Ecstasy, 105tabletes de LSD, 32gramas de maconha, 22gramas de substância branca granulada – que segundo a pol´pici seria cocaína -, dentre outros objetos.

Além de Luccas, foram presos em flagrante Alexandre Porto de Assis, Raphael de Freitas Modesto, Pedro Lucas Torres e ThaysGirundiCicliotti. Todos já estão em liberdade e vão responder a processo. De acordo com o Gecoc, as drogas sintéticas eram vendidas para Sergipe, Pernambuco e Paraíba.

Pedido de entrevista vai parar nas mãos de juiz afastado do caso

O EXTRA passou a acompanhar com mais profundidade o processo de investigação sobre o assassinato do advogado Marcos André de Deus Félix após a denúncia de que o caso envolveria um provável esquema de venda de sentença. Com informações apontando para um inquérito policial precário, o semanário decidiu ouvir o casal Sérgio e Janadaris Sfredo, preso desde abril do ano passado no Quartel Geral do Corpo de Bombeiros, para que dessem sua versão.

No dia 22 de junho último, o jornal protocolou no CB um pedido de autorização da entrevista. Consultado, no dia 1º de julho o casal aceitou conversar com o semanário e no dia seguinte, por meio do ofício 383?2015, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Adriano Amaral da Silva, encaminhou ao juiz Léo Denisson Bezerra de Almeida pedido de informações quanto ao procedimento a ser adotado. Em síntese, queria saber se haveria necessidade de autorização judicial e se, ao autorizar a entrevista, a corporação estaria violando a medida cautelar imposta pela Justiça contra os acusados.

Tanto o pedido de autorização de entrevista quanto o de esclarecimentos formulados pelo comandante do CB até hoje aguardam por resposta. 

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