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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 839 / 2015

23/09/2015 - 10:06:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Não se renda ao cartão!

Se utilizado de maneira inadequada, o cartão de crédito tende a comprometer a vida financeira de qualquer pessoa. Os juros são exorbitantes, assim como multas e outras taxas. O problema não é só esse. Usuários lidam ainda com a falta de informações, principalmente em relação às taxas, e, muitas vezes, arcam com tarifas que nem sequer poderiam ser cobradas. E os juros! O rotativo é um dos grandes vilões. Atraente em um primeiro momento, ele permite que você pague somente parte do total da fatura, geralmente 25%. Só que, sobre o valor restante, vai pesar o chamado Custo Efetivo Total (CET) e, quanto mais alto ele for, maior será a dívida. Os cartões Ibicard, do Banco IBI, apresentam o mais elevado entre os avaliados por uma pesquisa recente: 617,34% ao ano. O Santander Free, do banco homônimo, vem em segundo lugar, com 560,63% ao ano. Sem anuidadeAntes de contratar, é preciso ficar de olho na anuidade, já que os valores tendem a variar bastante. Alguns cartões são isentos dessa tarifa durante o primeiro ano, o que acaba chamando a atenção do consumidor. Contudo, tenha cautela, pois, a partir do segundo ano, é provável que a quantia a ser paga seja bem salgada. Os únicos totalmente isentos são o Hipercard, do Itaú, e o Santander Free, do Banco Santander.


Tarifas

Além da anuidade, outras taxas podem ser cobradas pelas instituições. São elas: tarifa para emissão de segunda via do cartão e para a função saque, tarifa para pagamento de contas e por pedido de avaliação emergencial do limite de crédito. A cobrança feita por qualquer outro serviço diferente desses é proibida pelo Banco Central. 


Negociando

Quando se chega ao fundo do poço, sem condições de quitar a dívida do cartão de crédito, com 100% de sua renda comprometida com ele e outras dívidas, não cruze os braços: Mude seus hábitos de consumo, passe a morar num lugar com aluguel ou condomínio mais barato, tire os filhos de uma escola cara e coloque numa mais barata, venda o carro. Enfim, existem muitas maneiras de economizar e pagar o que deve.

 
Juramento

Depois de “sair do vermelho”, deve jurar nunca mais se endividar e aprender a viver de acordo com o que ganha, separando ainda uma parte da renda para formar uma reserva financeira, que servirá a qualquer emrgência. 

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