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20 de Novembro de 2018

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Edição nº 838 / 2015

16/09/2015 - 08:50:00

Gabriel Mousinho

Renan ganha a parada

O governador Renan Filho demonstrou competência ao tratar do reajuste salarial dos trabalhadores do Estado, principalmente da área da Educação. Bateu a mão na mesa, disse que o governo somente poderia dar para a Educação apenas 7% de reajuste, parcelados em três vezes, e deixou o barco correr.Sem abrir mão da proposta oferecida há meses, o governador não abriu mão em nenhum momento da posição assumida da sua equipe econômica. Era aquilo, ou aquilo. Bem que a Educação tentou, sem sucesso, chegar mais próximo dos 13º, mas o governador foi intransigente. E ganhou a parada.Quem perdeu, mais uma vez, foram os milhares de estudantes da rede pública estadual, que passaram dois meses sem aulas e sem perspectivas. A estudantada ficou no prejuízo, e os trabalhadores da Educação frustrados, porque o governo não arredou o pé da concessão do reajuste. Ficou a lição: na próxima vez é melhor negociar, entender a real situação financeira do Estado, do que sofrer um grande desgaste perante a opinião pública.

Obstinado

O governador Renan Filho sabe das dificuldades que rondam seu governo, mas tem arregaçado as mangas para trazer novas indústrias e fomentar o emprego e renda. Ele deu uma volta pelo país em busca de novas parcerias e faz fé que as coisas irão melhorar a partir de agora. Ele espera, também, que os seus auxiliares acompanhem o seu ritmo, o que não é muito comum em alguns que já estão sob observação.

De volta

Imprevisível como sempre, o deputado Dudu Hollanda está de volta à Assembleia Legislativa muito antes da licença de 121 dias, como estava programada. Ele volta aos trabalhos com disposição, com o apoio dos amigos, da família e dos eleitores para cumprir sua missão na Casa de Tavares Bastos.


A campanha começou

Mesmo com as dificuldades econômicas do país, aqui em Alagoas a campanha do próximo ano já começou. São deputados, prefeitos, vereadores e senadores com o pé na estrada. O clã dos Calheiros projeta ter mais de 80% das prefeituras alagoanas, enquanto Biu de Lira não larga suas bases no interior. A eleição de 2016 será o termômetro para as eleições de 2018.


Quem não quer?

Os prefeitos do interior estão com o pires nas mãos, reclamam de tudo, dizendo que não têm dinheiro para pagar o 13º, mas não largam o osso. Já trabalham para a reeleição, e muitos deles já projetam novas candidaturas futuramente. Ninguém sabe o que tem por trás disso tudo. Se a dificuldade é generalizada, por que, então, continuar insistindo naquilo que não tem jeito?!


A vilã

A Casal, desde décadas, tem complicado em muitas situações a vida dos alagoanos, principalmente dos maceioenses. Cava um buraco aqui, cava outro ali, e os problemas continuam se avolumando. Enquanto deveria melhorar a qualidade de vida das pessoas, em certas ocasiões contribui para a poluição nas praias da capital e cria problemas permanentes para a Prefeitura de Maceió, que já cansou de ser vítima da Casal.

Até quando isso vai continuar?!

Dando certoA parceria entre o prefeito Rui Palmeira e o vice Marcelo Palmeira deve continuar a todo vapor para as eleições do próximo ano. Palmeira trabalha como nunca na periferia da cidade e agrega mais grupos políticos à sua volta. O PP do senador Biu de Lira está firme na parceria feita anos atrás.


O PMDB na disputa

Ainda não se tem um nome definido, mas o PMDB projeta lançar um candidato do partido a prefeito de Maceió, ou mesmo fazer uma dobradinha para sair por cima nas eleições do próximo ano. Afastado momentaneamente da disputa política em face dos grandes problemas a enfrentar no Brasil, o senador Renan Calheiros tem um olho em Brasília e outro em Alagoas.


Vai insistir

O deputado federal Cícero Almeida, que ficou decepcionado com sua votação nas últimas eleições, ainda acha que será o grande candidato a prefeito de Maceió. Falta reunir grupos, para agregar partidos e definir estrutura política suficiente para disputar o mandato com Rui Palmeira, que tem dado exemplos de como se administrar uma capital com dignidade, respeito e honestidade.


Crescendo

O trabalho político-artesanal que tem feito o deputado Tarcísio Freire, em Arapiraca, pode ser a surpresa nas eleições do próximo ano. Se depender de pesquisa, Freire tem dado um show em cima de Célia Rocha, que tem realizado uma administração claudicante na terra do fumo. Quebrando o paradigma de que o Detran estava fora de articulações políticas, para o bem de todos, como dizia o governo, conseguiu emplacar um seu afilhado político na Ciretran local.


Complicado

Ferrenho opositor da administração do prefeito Rui Palmeira, o vereador Silvânio Barbosa foi denunciado pelo Ministério Público por ter caluniado o major Eugêncio, da Polícia Militar. Vai responder criminalmente, o que lhe trará futuros aborrecimentos.

Novas denúncias

O Ministério Público Federal deverá fazer na próxima semana novas denúncias ao Supremo Tribunal Federal de vários políticos, inclusive de Alagoas. Vai começar o tiroteio em Brasília depois da eleição para um novo mandato do procurador-geral, Rodrigo Janot.


Collor vai à luta

O senador Fernando Collor, pelo que divulga a grande imprensa, que ele acha muito parcial, é o que terá muitas dificuldades de comprovar sua inocência no processo da Lava Jato. Mas Collor insiste e acha que tudo isso é perseguição política.


Lava Jato em Alagoas

Basta ver as doações de campanha das últimas eleições, que Alagoas está na lista negra. Depois da delação premiada de Ricardo Pessoa, da UTC, basta comprovar as doações das empresas para candidaturas no Estado. Algumas, milionárias, exatamente daquelas que estão enroladas até o pescoço na Operação Lava Jato.


Negociata

O deputado Galba Novaes deixou claro que a criação de mais 120 cargos pela Mesa Diretora se deu com o objetivo de barganhar a eleição que se dará em pouco tempo na instituição. A criação desses cargos seria uma moeda de troca para garantir Luiz Dantas em mais um mandato como presidente da Assembleia Legislativa.


Caso perdido

O comportamento da Assembleia Legislativa, como bem diz o deputado Galba Novaes, é de arrumadinho “um local para se criar cargos e contemplar os apadrinhados”. A Assembleia é uma causa que só tem dado maus exemplos ao longo dos anos e parece que ainda não aprendeu o caminho da seriedade e da responsabilidade.


Nova eleição

Embalada com a criação de mais 120 cargos, a Mesa Diretora acha que é a hora de se fazer nova eleição para um novo mandato. Ela deve acontecer nos próximos 15 dias, e, com certeza, Dantas será reconduzido à reeleição. 


Quem são os apadrinhados?

Como ainda o Portal da Transparência não divulgou os nomes dos novos marajás e para quais gabinetes serão destinados na Assembleia Legislativa, será que os novos contratados irão dar expediente na Casa de Tavares Bastos?!


Chumbo grosso

Depois da greve - principalmente na Educação - por reajustes salariais, quem também vai cobrar mais cedo ou mais tarde são os delegados de polícia e fiscais de renda. O movimento tem crescido nas duas categoriais. Mas elas não estão encontrando respaldo na Assembleia Legislativa, cuja bancada governista será manifestamente contra atendendo a orientação do governador Renan Filho.

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