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24 de Setembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 837 / 2015

09/09/2015 - 16:31:00

Meio Ambiente

COP21 

Representantes da sociedade civil e parlamentares discutiram, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), contribuições para a Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21). A COP21 começa no dia 30 de novembro, em Paris, e os países participantes devem apresentar, até 1º de outubro, as propostas de redução de emissões de gases de efeito estufa.Uma posição firme em relação ao desenvolvimento sustentável pode trazer até benefícios ao agronegócio.

Cercas no lago Paranoá 

A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) iniciou, na semana passada, a derrubada de cercas na orla do lago Paranoá. Vão ser retirados muros, cercas, portões e alambrados localizados em área pública e que impeçam a circulação na margem do lago. A desocupação foi determinada por uma sentença judicial de 2011, em resposta a uma ação civil pública do Ministério Público do Distrito Federal em 2005. Serão mantidos píeres e quadras esportivas construídas pelos moradores na faixa de 30 metros, até a conclusão do plano de uso e de recuperação da área, que será feito pelo governo distrital. 

Coca-Cola X seca

A Coca-Cola e suas parceiras esperam repor toda a água utilizada em suas fábricas até o fim de 2015, para atingir uma antiga meta de conservação cinco anos antes do programado. Esse projeto visa garantir que a companhia terá água suficiente para suprir suas necessidades e também tranquilizar os consumidores que estejam preocupados com a seca. A companhia e suas parceiras devolveram quase 153,6 bilhões de litros de água e reciclaram 126,7 bilhões de litros de água depois do tratamento de resíduos. Juntos, esses números devem atingir a meta da companhia até o fim de 2015. 


Análise emergencial de água

O governo da Bahia montou uma força-tarefa com diversos órgãos do Estado para acelerar a coleta e análise da água consumida na região de Lagoa Real (BA), onde foi identificado um poço contaminado com alto teor de urânio. Os trabalhos, que estão sob a coordenação do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), devem adentrar pelo fim de semana até que todos os poços da região tenham amostras de água coletadas. A partir daí, o material será encaminhado para exames em laboratórios em São Paulo, com intuito de verificar o teor de urânio e outros metais pesados encontrados nessa água.


Dia da prece pela natureza

 O papa Francisco estabeleceu um “Dia Mundial de Prece pelo Cuidado com a Criação” para os católicos, cujo objetivo é atrair atenção para os riscos enfrentados pelo Planeta. O dia escolhido, 1º de setembro, também marca o dia de proteção do meio ambiente para os cristãos ortodoxos, o que dá ao gesto um simbolismo adicional nas relações entre as ramificações do Cristianismo.

“Torre Eiffel” amazônicaEm meio à Floresta Amazônica brasileira, emerge uma torre de 325 metros (um a mais que a Eiffel de Paris), que servirá de laboratório para estudar as mudanças climáticas da floresta, porque, devido à sua extensão, os processos climáticos que ocorrem ali podem influenciar outras regiões do Planeta. O Observatório de Torre Alta da Amazônia se localiza em meio à reserva ecológica de Uatumá, a 350 km de Manaus, e é acessível após um longo percurso por estradas de terra e navegação por rio. Este trabalho ininterrupto permitirá conhecer melhor a Amazônia. E os resultados também podem acender ou confirmar grandes alertas sobre o futuro do Planeta.


Transposição do São Francisco

A transposição das águas do rio São Francisco começou a funcionar na semana passada, quando foram feitos testes na estação de bombeamento 1 em Cabrobó (PE). Acionadas as bombas, foram captadas águas do São Francisco e enviadas pelo canal que chega à Barragem do Tucutu, Eixo Norte da obra. A obra da transposição teve início em 2007 e deveria ter ficado pronta em 2012. A tendência é que esteja completamente concluída até o ano que vem. 


Humanos caçadores

De acordo com um estudo publicado na revista Science na última terça-feira, os humanos matam outros bichos em uma taxa 14 vezes superior a outras espécies caçadoras. De acordo com os pesquisadores, o mais impressionante no comportamento humano é que costumamos matar animais adultos, diferente do que acontece em todo o reino animal, que prefere presas jovens e mais fáceis de abater. Isso causa taxas de extinção elevadas, pois eliminamos bichos que estão no auge da época reprodutiva. Esse modo de caçar contribui para desequilíbrios ambientais e distúrbios na evolução de algumas espécies, como o incentivo a seu tamanho reduzido.

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