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26 de Setembro de 2018

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Edição nº 837 / 2015

09/09/2015 - 16:02:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Pensando em curto prazoEstamos em recessão! É fato consumado e, finalmente, entendido pelo governo brasileiro, que teimava em afirmar a exclusão do país da crise econômica mundial iniciada em 2008 e que afetou o Primeiro Mundo. Agora, o “dragão chinês” (considerado um grande importador do Brasil) está crescendo menos e, consequentemente, comprando menos nossos produtos, afetando em cheio a balança comercial e aumentando, dessa forma, o desemprego e a inflação. Assim, vamos pensar em curtíssimo prazo com a regra básica: reduzir o consumo e não se endividar. Viver de acordo com o que ganha!O primeiro passo para conviver com a recessão é pesquisar preços (nunca comprando na primeira parada); trocar de marcas; reduzir o consumo de energia e combustível; evitar almoçar ou jantar em restaurantes, optando mesmo para casa (com todos ajudando no preparo e não exigindo apenas que a dona de casa fique como encarregada do serviço). A classe média – não a C, D e E do Lula e da Dilma, mas a que quer acompanhar a classe superior (rica) – deve se conformar com o que ganha e não extrapolar os gastos em excesso, como sempre fez. 

O mais econômico

O responsável pelas compras de supermercado deve ser o mais econômico, levando sempre a lista e só comprando mesmo o que estiver anotado. Jamais ser induzido pelas promoções quando não precisa do produto exposto. Se só usa o sabão em pó OMO, o mais tradicional, e encontra um similar – porém de outra marca e com preço mais baixo – que faz o mesmo efeito, a pessoa não deve contar conversa: deve colocá-lo no carrinho!


Sem importados

Com o dólar beirando os R$ 4,00, é impossível o consumidor da classe média se dar ao luxo de continuar comprando vinho português, alemão, francês; o mesmo ocorrendo com o uísque escocês. Deve-se conformar com os similares nacionais, bem mais baratos e que fazem o mesmo efeito etílico. 


Pagando em dia

Quem tem um cartão de crédito e usa para alguma emergência deve ter certeza de que, um mês depois, deve ter o dinheiro para pagar o valor total da fatura, jamais amortizando, pois os juros, multas e outras taxas formam uma “bola de neve”, que pode levar qualquer um ao fundo do poço. Os juros do cartão de crédito, incluindo multas e outras taxas, chegam a quase 20% ao mês.


Fuja dos agiotas

Se você tem seu nome incluído na “lista negra” do SPC/Serasa, mas pode pedir um empréstimo consignado, sem consulta, descontando o valor da prestação do salário, faça isso. Mas jamais recorra a um agiota, que cobra juros até 20% ao mês. Fuja disso!

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