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25 de Setembro de 2018

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Edição nº 836 / 2015

02/09/2015 - 07:38:00

Rachel Rocha e Zé Carlos defendem transparência das informações na universidade

Chapa 2 diz que proposta é tornar, através de diálogos, o ambiente universitário mais humano e acolhedor

Maria Salésia [email protected]

“Por uma Ufal ainda melhor”. É assim que a jornalista e atual vice-reitora da Ufal, Rachel Rocha, e o professor José Carlos Almeida de Lima lançam seus nomes na disputa pelos cargos de reitor e vice-reitor da Universidade Federal de Alagoas. A chapa 2 aposta na experiência e competência para gerir o destino da instituição no quadriênio 2015-2019.

Com a proposta “para uma Ufal cada vez melhor, maior e mais forte”, a dupla conquista a cada dia mais adesão. A onda verde tomou conta dos campi a ponto de 19 dos 24 diretores acadêmicos apoiarem a candidatura. “Desejamos tornar o ambiente universitário mais humano; um espaço de encontros, interfaces e convivência que produza uma cultura política pautada na ética do respeito e da responsabilidade”, diz trecho da proposta da candidatura.

Agora candidata a reitora, a atual vice-reitora, Rachel Rocha, disse que, como participa da gestão atual, seu nome está na vitrine, mas não se furta de reconhecer que nem tudo que foi desejado conseguiu realizar. Jornalista, mestra e doutora em Antropologia, Rachel garante que o diferencial da chapa 2 é que a equipe foi montada por critérios técnicos, pela competência. “Não negociamos nenhum cargo. A escolha do vice vem de um instituto pequeno, ninguém impôs condição para aderir a esse projeto”, garantiu a candidata.

O vice, Zé Carlos, afirmou que será uma gestão de diálogo. Para isso, continuará a democratização do processo e ampliação nas formas de escuta. Graduado, mestre e doutor em Matemática, o candidato argumenta que a proposta é de uma gestão que assuma seu papel de liderança na execução de um projeto global para a universidade. “Nosso objetivo comum é fazer da Ufal uma instituição de excelência acadêmica com potencial para a produção científica, tecnológica e cultural.”

Segundo a dupla, pensar a universidade no contexto atual significa considerá-la na perspectiva da complexidade, perceber que o mundo exige uma universidade criativa, propositiva e comprometida com a produção de conhecimentos que se revertem positivamente para a sociedade. Além do mais, o projeto administrativo da chapa 2 parte do pressuposto de que a razão de ser uma instituição educacional está centrada nos sujeitos que a fazem. “Propomos uma gestão que assuma seu papel de liderança na execução de um projeto global para a universidade, articulando os diferentes interesses constitutivos deste ambiente plural e heterogêneo.”

Há, ainda, a preocupação de que na atual conjuntura é preciso enfrentar os desafios motivando os diferentes atores a assumir seus papéis no desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão, entendendo que essas são atividades prioritárias para o cumprimento da missão institucional. E, como parte da atual gestão, Rachel diz que a pesquisa cresceu bastante nos últimos anos na Ufal. Ela mostra que o número de mestres pulou de 30 para 39 e de doutorados de oito para 12, além do que na última semana foram pagas cinco mil bolsas estudantis. E ainda que a graduação teve crescimento expressivo.

Diante das dificuldades enfrentadas na área educacional, a chapa não fugiu da responsabilidade. Prova disso é que lançou carta aberta para expor a atual situação da Educação Superior, após os cortes praticados pelo governo federal em diversas áreas. “A #Chapa02 defende a transparência das informações mediante a difícil realidade a ser enfrentada”. Há, ainda, em suas redes sociais a divulgação de dez ações propostas pela dupla.

RACHEL ROCHA 
Sou Rachel Rocha, candidata à reitora da Ufal. Concluí minha graduação em Jornalismo, aqui nesta universidade, em 1986. Terminei meu mestrado em Antropologia na UFPE, em 1994, e meu doutorado, também em Antropologia, na École des Hautes Etudes en Sicences Sociales, em Paris, na França, em 2007. Sou professora de Antropologia do Instituto de Ciências Sociais, desde 1996, e, como pesquisadora, realizei estudos sobre a Cultura Afrobrasileira, a Religião Afrobrasileira, o Patrimônio Imaterial Alagoano, dentre outros temas. Trabalhei com estudantes cotistas desde a implantação do sistema de cotas na Ufal, no ano de 2005, e tive o prazer de ver vários deles se formarem. Como gestora, fui diretora do Instituto de Ciências Sociais e, nas últimas eleições para a Reitoria, fui eleita vice-reitora da Ufal, cargo que exerço desde dezembro de 2011. Neste ano de 2015, teremos novas eleições para reitor. Conto com você e com o seu voto, para, juntos, construirmos uma Ufal cada vez maior, melhor e mais forte! Seja mais Ufal!

JOSÉ CARLOS 

Sou Zé Carlos, candidato a vice-reitor da Ufal. Fiz minha graduação em Matemática - licenciatura pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) - em 1987. Concluí mestrado em Matemática pela Universidade Federal do Ceará (UFCE), no ano de 1993, e doutorado, também em Matemática, pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 2002. Atualmente, sou professor associado 2 do Instituto de Matemática (IM), atuando principalmente nos seguintes temas: Coomogeneidade, Hipersuperfícies, Imersões Isométricas. Como gestor, já fui coordenador de curso, diretor da Copeve/Ufal e, atualmente, sou diretor do IM. Junto com Rachel Rocha como reitora, vamos construir um projeto vencedor, no qual focamos no diálogo, numa proposta de ouvir, de reformar com transparência, responsabilidade e segurança. Conto com seu voto!

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