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21 de Novembro de 2018

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Edição nº 834 / 2015

19/08/2015 - 17:52:00

Meio Ambiente

Túnel de animais extintos

Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil descobriram, no mês passado, a primeira toca de preguiças gigantes da região amazônica, extintas há milhares de anos na América do Sul.  A “paleotoca” existe há pelo menos 10 mil anos e tem, no mínimo, 100 metros de extensão. Após contato com pesquisadores da UFRGS e da Unesp, a equipe técnica do Serviço Geológico voltou a campo em busca de evidencias fósseis dos antigos moradores do local. A pesquisa na região faz parte do Projeto Geodiversidade de Rondônia, que busca identificar sítios geoturísticos que podem contribuir com o desenvolvimento econômico do Estado.


Bicicleta elétrica

Em Schweinfurt, na Alemanha, é produzida uma bike que recebeu um prêmio de melhor bicicleta elétrica. Essas bicicletas são conhecidas como S-Pedelec. Os motores têm uma tração elétrica que ajuda o condutor a pedalar até 45 quilômetros por hora. Para utilizá-las é preciso Carteira de Habilitação. As bicicletas que possuem um motor com mais de 250 watts de potência serão sujeitas a novas regras de homologação até ao final de 2015. As estimativas dizem que o mercado pode crescer o triplo nos próximos cinco anos. Os argumentos são convincentes: além de ter um ótimo preço, ela é o transporte urbano menos poluente.

Queimadas de agosto

Considerado o mês mais seco do ano, agosto começou registrando baixa umidade do ar e tem média de 20 focos de queimadas por dia nos estados do Sudeste. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que índices de umidade inferiores a 60% não são adequados à saúde. A queda no índice de umidade favorece a ocorrência de queimadas. Entre domingo passado e a manhã de terça-feira, 11, os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) flagraram 60 incêndios em matas. 

Estrada de plástico reciclado

A prefeitura da cidade de Roterdã, na Holanda, está considerando implantar um novo tipo de cobertura para suas ruas. Considerada por seus criadores como uma alternativa mais sustentável ao asfalto, a empresa VolkerWessels apresentou uma superfície feita inteiramente com plástico reciclável, que é recheada de vantagens: pouca manutenção, resistência a grandes variações de temperatura, construção rápida e prática e são mais leves para reduzir o impacto no solo. A empresa espera conseguir construir a primeira estrada completamente reciclada em até três anos.


Cheiro de mar 

Pesquisadores estão começando a descobrir que os impactos da maresia vão muito além da corrosão de materiais - ela pode influenciar no clima da Terra e até agravar o aquecimento global. A cada onda que quebra, uma nuvem de partículas se desprende do mar e fica suspensa na atmosfera em forma de aerossóis. É o que chamamos de maresia. Uma cientista de San Diego, nos EUA, descobriu que, dependendo da composição e características das nuvens que são formadas, podem até piorar o aquecimento global. 

Queimadas de agosto

Considerado o mês mais seco do ano, agosto começou registrando baixa umidade do ar e tem média de 20 focos de queimadas por dia nos estados do Sudeste. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que índices de umidade inferiores a 60% não são adequados à saúde. A queda no índice de umidade favorece a ocorrência de queimadas. Entre domingo passado e a manhã de terça-feira, 11, os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) flagraram 60 incêndios em matas. 

Energia das marés 

Os governos estão investindo na força das marés como fonte complementar para obter energia. A captação de energia é feita por lâminas que giram sob o mar. As usinas de marés são mais previsíveis do que as movidas a vento, já que o movimento das águas tem precisão de relógio. Elas também fornecem energia mais barata porque a densidade da água é muito maior que a do ar, e as turbinas subaquáticas se movem bem mais lentamente para produzir a mesma quantidade de energia. O governo dos EUA está financiando com US$ 16 milhões o desenvolvimento de projetos para utilizar esse tipo de energia. Um relatório identificou um potencial de geração anual de 1.400 terawatts-hora por ano. Apenas um terawatt-hora é capaz de abastecer 85 mil lares. 


Rio cor de mostarda

O rio Animas, no Estado do Colorado-EUA, está interditado desde 5 de agosto, quando cinco funcionários da agência ambiental despejaram, acidentalmente, água tóxica armazenada na piscina da mina desativada Gold King. Chumbo, cádmio, alumínio e arsênico estão entre os metais pesados na água laranja que contamina o Animas. Autoridades têm realizado testes para proteger fontes de água potável, porém mais de mil poços podem ter sido afetados pela água alaranjada, que se espalha por 160 km, até o Estado vizinho do Novo México.


Botos da Baía de Guanabara

Os botos-cinza da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, estão entre os animais marítimos mais contaminados do mundo. O boto-cinza é hoje um animal em extinção. De uma população de mais de 800 animais na década de 1970, hoje restam apenas 36. A Baía de Guanabara virou um estacionamento de navios, e a poluição acústica produzida por essas embarcações espanta a fauna. Estão sendo retiradas três a quatro áreas de lama do tamanho do Maracanã, e 30% desse material está contaminado por metal pesado, provenientes dos navios e da produção de petróleo na baía, e isso está acabando com a pesca e com os botos. 

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