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18 de Novembro de 2018

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Edição nº 833 / 2015

12/08/2015 - 18:22:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

Insisto na poupança

Continuo insistindo na dica de manter o dinheiro na caderneta de poupança, apesar do rendimento mínimo que ela proporciona ao poupador. Mas é sempre superior à inflação (já que paga juros) e proporciona liquidez imediata (podendo ser sacada a qualquer dia) além de ser isenta de Imposto de Renda e outras taxas. E, em caso de falência do banco onde a conta é mantida, existe a garantia por parte do governo federal, via Banco Central, de o poupador resgatar todo o dinheiro investido. Já os fundos de investimento oferecidos pelo mercado financeiro, a exemplo de CDB (Certificado de Depósito Bancário), pagam impostos, têm prazo fixo para ser sacado e não possuem garantia no caso de falência do banco. É um bom negócio para quem possui muito dinheiro, podendo diversificar, aplicando em vários fundos. Mas, tratando-se de pouco valor, o ideal é a poupança mesmo. É melhor do que deixar o dinheiro parado em casa ou numa conta corrente. 


Pagando em dia

Pague suas contas em dia, evitando juros, multas e ir acumulando dívidas, até chegar ao “fundo do poço”. Também reduza o consumo de energia elétrica, telefone, água. São serviços essenciais, mas que podem proporcionar uma boa economia caso sejam usados em menor quantidade. 


Alimentos

Os alimentos são itens de consumo que vêm aumentando os preços constantemente em função do clima (chuva, seca), do aumento do dólar, da energia e do combustível. Procure mudar seus hábitos de consumo, trocar de marcas e ir procurando pesquisar preços nos vários pontos de venda. A dica também serve quanto a materiais de limpeza e higiene.

 
Cartão

Quanto aos cartões de crédito, evite pagar o mínimo exigido pela administradora, ou seja: 25% do total da fatura. Pague em dia e o valor total, pois, se for amortizando, vai chegar o momento em que o usuário não conseguirá mais pagar a dívida, já que o valor vai triplicando, com os juros de quase 20% ao mês. Evite esse prejuízo!


Dólar

Com a recessão que o país vem atravessando (queda na produção, desemprego e aumento de preços), o dólar vem subindo a cada dia em relação ao real, o que significa que os produtos que dependem da moeda americana (universal) aumentam de preços, inviabilizando o uso dos produtos importados (bebidas, alimentos, vestuário e eletroeletrônicos que usam peças importadas). Fuja deles e compre apenas o essencial e, obviamente, necessário a seu consumo, mas genuinamente brasileiros. 

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