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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 832 / 2015

05/08/2015 - 17:46:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

“Na ponta do lápis”Desde janeiro, venho alertando o leitor da necessidade de pesquisar preços. O orçamento doméstico foi elaborado, para ser “fechado” a cada final de mês, sempre com o objetivo de minimizar os custos e aumentar os lucros (gastar o mínimo possível e poupar o que sobra). As empresas fazem assim, e é como qualquer consumidor deve fazer. Menos o governo, que continua gastando muito mais do que arrecada. O resultado está aí, a “olhos vistos”, com a inflação crescendo, os juros mais ainda, a inadimplência do consumidor e, claro, a queda na produção nacional e desemprego. A pura recessão!A chamada Taxa Selic (entre bancos) passou dos 14% ao ano. Mas isso só funciona entre os bancos, que, aos poucos, vão repassando para o consumidor, exageradamente, ou seja, através dos juros do cartão de crédito parcelado e do cheque especial. São de 19% ao mês. Um absurdo que leva qualquer consumidor ao fundo do poço, sem condições de sair, pois jamais terá condições de quitar a dívida total. O dólar vem subindo e pode chegar aos R$ 4,00 no final do ano.  A economia dos Estados Unidos cresce e se recupera da crise de 2008, enquanto a do Brasil despenca. O que fazer?!

De olho

Seu salário não aumenta, os preços sobem constantemente. Tem que mudar os hábitos de consumo. Primeiro: pesquisar preços à exaustão, só comprando mesmo o essencial, trocar de marcas e reduzir o consumo de energia, água, gás, telefone, combustível. E mais: reduzir o lazer, almoçar em restaurantes nos fins de semana, por exemplo. Esse setor é o que vem aumentando constantemente de preços devido à alta nos preços da carne, massas, etc., principalmente os produtos importados, comprados em dólar. 


O dia a dia

As despesas fixas do mês devem ser pagas rigorosamente em dia, evitando juros e multas. Mas os alimentos do dia a dia (alimentos perecíveis, por exemplo), que são hortifrutigranjeiros, podem ser comprados em feira livre, onde se pode pechinchar com o próprio vendedor e conseguir uma boa economia. Raízes, como inhame, batata, macaxeira, são muito mais saudáveis do que as massas (pão, bolachas), que têm como matéria-prima o trigo importado. Mude seus hábitos de consumo, levando em conta a economia que fará, além, é claro, do valor nutritivo dos produtos naturais. 


Esqueça a marca

A dica não é só para alimentos, material de limpeza e higiene. Serve também para roupas, por exemplo. É um item de consumo que diferencia muito de preços, dependendo da marca. Uma calça jeans de grife famosa, importada dos EUA, tem um preço infinitamente superior ao de uma brasileira. Opte pela nossa. Mas também pela fabricada na China, Índia e outros países asiáticos, que chegam aqui com preços baixos. 

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