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21 de Setembro de 2018

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Edição nº 830 / 2015

22/07/2015 - 11:09:00

Armagedom tropical

Irineu Torres Diretor do Sindifisco Conselheiro Emérito da Fenafisco

Diabo ou diaba, demônio ou demônia, cão ou cadela, não importa. Anjo não tem sexo. É o mesmo que indagar acerca de presidente ou presidenta. Não importa. O que importa mesmo é manter a guarda elevada, defesas fortalecidas, confrontar as potestades do Mal ou, da “Mala”?  (SIC).Sim, esses trágicos e inesquecíveis dias que estamos por atravessar nos ensinam e relembram uma penosa lição. Parece que foi ontem.

No entanto, são passados doze anos que, o cão ou cadela, favorecido por organizações criminosas conhecidas por Mensalão, Petrolão, FARCs e outras ocrimines, fortalecido pelo poder politico, “democraticamente”, trepado sobre um cavalo que atende pelo nome de PT, proclamou a ultracorrupção safadista.Há doze anos, o cão ou cadela, na calada da noite e á luz do dia também, louva e pratica toda sorte de velhacaria em escala nunca vista; cínico, celebra o orgulho corrupto; deseduca o povo;

impõe a irresponsabilidade moral; subliminarmente reconhece virtudes no aborto, na promiscuidade e no sexualismo infantil; açoda o ódio racial; suscita a intolerância religiosa; enaltece narcoditadores; faz apologia ao uso de alucinógenos recreativos; em nome da paz, promoveu uma corrida armamentista que acrescentou cinco milhões de novas armas de fogo nas mãos de particulares além dos quinze milhões de armas de fogo clandestinas então existentes;

minou e nega o controle balístico das armas de fogo; remunera e prega compaixão a latrocinistas; promove o ódio à legítima defesa; doutrina o coitadismo em defesa dos bandidos pobres; judicia o não-sei-ismo para inocentar os vagabundos da Máfia da Estrela; conspira por um Partido Estado e contra a liberdade de imprensa; desdenha da justiça; à custa das grandes estatais brasileiras monopolizou o mercado das chantagens para elevar o preço das propinas às cifras descomedidas, extorsionárias; avilta o trabalho e o salário médio real;

acossa aposentados e pensionistas; desemprega e incentiva a vadiagem; promove o consumismo através do endividamento; nega a propriedade honesta; rouba tudo o que pode levar e mais ainda se puder; legifera contra a família; pisoteia a verdade, atanaza a paz e faz chover insultos contra a honestidade.Há doze anos, com pompa, soberba e circunstância, as largas portas da catedral safadista foram abertas, altar repleto de santos putos, paróquias denominadas comitês, esculhambação sacramentada, no campanário uma estrela branca, vermelha de vergonha, desmoralização imposta ao inocente astro.

Eclodiu, floração dos pecados, por doze anos, a corja de fuleiros comboiada, vento em poupa, enfunada pelas propinas, cresceu. O cão ou cadela apreciou incontáveis oportunistas, ultracorruptos perfilados em romarias, uma companheirada de “safadistas militantes” orando mentiras. Sim, isso mesmo, havia charme e eloquência. O Mal tinha certo encanto. O povo, tal qual cornos e cornas, “era feliz quando não sabia”.No entanto, agora, passados pouco mais de doze anos, o número de devotos, a companheirada safadista, está diminuindo. A canalhice cobra o seu preço. Os sacerdotes do cão ou cadela, malgrado as longas homilias e animadas ladainhas, já não mais conseguem sobreviver politicamente na medida em que o dinheiro alheio também acaba.

A estagnação econômica rebocada pela inflação e pela indigência fiscal veio à tona. O cão ou cadela está atolado até os chifres, prever o caos político, teme a merecida punição.É tarde para arrependimento. Não ouviu os conselhos do sumo pontífice de tudo quanto não presta. Não fez o recomendado afastamento sabático em 2014, disputou as eleições e venceu. Em 2018 não mais voltará triunfante, não terá como por a culpa no predecessor, usar de sua moral cínica, reclamar da “herança maldita”.  Não, ambicioso, o cão ou cadela foi incapaz de se apear do poder.

Candidato ou candidata teve a infelicidade de ser reeleito pela terceira vez, por mais quatro anos. Veio a fatiga do material. As curtas pernas da mentira foram longe demais, pedalaram contra o vento e contra a lei, cansaram. Sim. Já no próprio dia do orgulho corrupto, ao mesmo tempo em que eram anunciados os resultados das eleições 2014, em meio à criativa evocatória de um golpe do terceiro turno entoada por carolas da Máfia da Estrela, todos, de logo, sentiram no ar o forte fedor característico do estelionato eleitoral e o da desilusão de que eleições vencidas não são anistia de crimes já consumados com se fossem um só crime consumado pelo povo. Eleição não é salvo-conduto para bandidos. Ainda há Juízes no Brasil!  2015.

Fim do silêncio dos empreiteiros. “A verdade entrou em marcha. Nada a deterá”. A infâmia e os erros do passado não mais servem como bodes expiatórios aos crimes de hoje.  O templo da hipocrisia está um furdunço, labafero geral, rachado na “base”, ameaça tombar. A pobre coisa ruim que habita o intestino grosso do poder político teme voltar para o inferno se acachorando, com o rabo entre as pernas. Claro, depois de passar pela Papuda.

O PT está mão do seu derradeiro dono. Nessa hora de extrema agonia, todo o cuidado é pouco. A besta humana esperneia coices mortais, bufa enxofre, aparelha o Supremo Tribunal Federal, conduz as Forças Armadas para a indigência, conspira com narcoditadores sul americanos, vai ao ridículo – estarreçam – implora indulgência ao PMDB, oferece vassalagem aos tucanos e pede caridade aos americanos! Urde as suas mais abomináveis “empreitadas”. Seria insensatez esperar por mais três anos e meio. Cumpre, sem demora, arrancar os ratos chifrudos do poder antes que roam o STF ou arriem as Forças Armadas, tal qual dominaram o infeliz PT. Senão, o esconjuro poderá ser em baixo de balas! “Haverá choro e ranger de dentes”!

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