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15 de Dezembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 826 / 2015

24/06/2015 - 18:14:00

S.O.S ALAGOAS

Cunha Pinto

Sem compromisso

Nas Câmaras  Municipais  do interior,  em  Alagoas,  é comum haver  uma,  duas  sessões por semana. Mas, ainda  assim,  é difícil  de  haver  quórum  para  abrir  os  trabalhos.  Já repasse  mensal  de  verbas  pelas  prefeituras,  o duodécimo,  se  atrasa  uns  dias,  é  gritaria  na certa.

Apoio do Estado“O policial que sai  de  casa  para  matar  é  criminoso.  Já  o  policial  que  sai de casa  para  cumprir  o dever  deve  ter  o apoio  do  Estado  para  voltar  com  segurança.” Comentário,  do    secretário da Segurança  Pública,  Alfredo  Gaspar  de Mendonça,  ganha  apoio  da  sociedade. 


Ponta da língua

“Moço, eu  não  bebo  correndo”. A  frase, de  um  cidadão,  foi  resposta  à seguinte  pergunta  do  repórter  na  televisão:  “Você  não  cansa de beber todo dia?”  Lembrou  o dito  popular  do  “quem  pergunta  o que quer, ouve  o  que não  quer.”    

Discriminação?

A Rua Jangadeiros Alagoanos é bem  movimentada,  inclusive  itinerário  de  ônibus,  mas  não tem  faixa  de  travessia  do  pedestre  em  locais  necessários  como  no  cruzamento  com  a Domingos  Lordsleen.  Exceção é na  porta do Bompreço,  mas  antiga.  Já nas  avenidas  da  orla  é uma na  porta  de  cada  hotel. 

Era previsto

O maceioense dividiu  opiniões  sobre  projeto  de  lei  aprovado  na  Câmaras  Federal,  na  semana  passada,  e proposta  é que nas  eleições  do próximo ano  fique  mantido  o mesmo sistema  de votação  da  anterior  (2014). Mas o projeto  ainda  será ainda votado  no  Senado.    

Outras decisões           

Câmara Federal aprovou mas vigor  a partir  das  eleições  gerais  de  2018,  a liberação  do  alistamento  eleitoral  para  menor  de 18  anos  e maior  de 70 anos.  Ficaram pendentes  de decisão  voto  facultativo,   reeleição  de  governador,  prefeito,  e mandatos  dos  deputados  (federal  e estaduais)  passando   dos  4  anos  atuais  para  5  anos. 


Municipais

Eleitores atiçam conversas ante  a  proximidade  das eleições  de  2016,  com  análise  sobre  quais  os prefeitos  em Alagoas  com  cacife  para  a reeleição.  Argumentos mais citados  foram   o  histórico  da maioria  para  transformar  prefeituras  em “capitanias   hereditárias”. 

Sem confiança

Dilma Rousseff não transfere aos alagoanos otimismo de que  dificuldades  do momento  sejam passageiras.  Prevalecem queixas e as dificuldades do dia a dia ficando cada vez mais  difíceis  de lidar.  Nem uma pesquisa  do BNDES,  avalizando  recuperação  a partir  do próximo ano,  com o crescimento  da economia, sinaliza otimismo.


“Ninguém é de ferro”

Da presidente Dilma,  em  entrevista recente:  “Eu tenho  de  aceitar  que  as pessoas não gostem  do que  eu  faço. Mas  não  levo  no  pessoal.  Agora, se  quer  saber  se  eu fico  triste, fico sim.  Em algumas  horas,  fico  bastante  triste sim. É  aquele  negócio:  ninguém  é de  ferro”. 


Frente nacional

A Frente Nacional  dos  Prefeitos  (FNP) registrou entre  2000/ 2013 despesas  de meio  ponto percentual  e receita  aumentada  em  5,8%.  Tentam, por  isso,  abrir  diálogo  com a União e os Estados  e proposta é aprovar  no  Congresso  o  projeto  do Pacto  Federativo.


Propostas

Outro projeto, mas com aprovação recente, é o  PLC 135/2011  que  fortalece  apoio  aos   prefeitos.  Trata da  criação  do  Comitê  de Articulação  Federativa  (CAF)  pelo governo federal  para  formular  e articular  estratégias  de  valorização da União  e municipais  com  criação  de um  Conselho  de  Gestão Fiscal. 

Saco cheio

Projeções sobre liberação de recursos  para  partidos  políticos,  este  ano:   PT,  R$ 117,4 milhões; PSDB,  R$ 95,9  milhões;  PMDB,  R$ 93,7 milhões;  PSB,  R$ 55 milhões;  PP, R$ 54,1 milhões;  PR, R$ 49,4 milhões;  PRB, R$ 38,9 milhões; e, DEM,  R$ 36  milhões. Já PSTU, PCB  e o PCO  vão  receber,  cada,  R$ 1,4  milhão.  (Fonte IstoÉ,  edição  2369).  


Reforma política

No estilo “puxar sardinha para a minha brasa”, senadores  sinalizaram  que não vão votar  projeto da Reforma  Política  seguindo  os  deputados  federais  em algumas  propostas.  Uma delas, a redução dos mandatos deles  dos  atuais oito para  cinco  anos.

    
Outras da lista

No paralelo, à  redução  do  mandato  dos  senadores aparece  outra situação  que  começa  a ser  explorada  na  mídia  do Sul:  o  fim  da reeleição  de  prefeito,  governador  e  presidente  da  República.  Ainda na dúvida só  se os  mandatos deles  ficam  4 anos   ou  passam  para  5.  

 Eleições municipais 

Os partidos políticos no Estado começam a  se  movimentar  para  finalizarem  conversas  que possam definir coligações  e  datas  das  convenções  que  oficializam   compromissos  firmados   nos bastidores.  Segundo falatórios, surpresas  devem  aparecer,  mas  contadas  nos  dedos.     

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