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19 de Novembro de 2018

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Edição nº 826 / 2015

24/06/2015 - 18:09:00

MEIO AMBIENTE

Temperaturas podem aumentar 4,3º 

A Agência Internacional de Energia (AIE) declarou na segunda, (15), que as mudanças climáticas podem provocar um aumento de temperaturas de mais de 4º e convocou os governos a fazerem mais para reduzir as emissões de CO². Tomando como referência os compromissos atuais dos países e as políticas dos que não adotaram compromissos, a AIE diz que ainda sim, o esforço não bastará para alcançar o objetivo de que a temperatura média mundial não suba mais de 2º. Estima-se que em 2100 a temperatura média mundial terá aumentado 2,6º.  No hemisfério norte, onde vive a maioria da população mundial, o aumento será de 4,3º. Tudo isso acompanhado de um maior número de acontecimentos meteorológicos extremos.

Esterco de cavalo 

Para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, o governo da Finlândia quer usar esterco de cavalos para aquecer casas. Uma companhia de energia já está tentando criar um biocombustível feito da mistura do esterco de cavalos e resíduos à base de madeira, que então é queimada para produzir energia. O esterco produzido por três cavalos em um ano seria suficiente para aquecer a casa de uma família durante o mesmo período. E com 77 mil cavalos na Finlândia, a estimativa é de que mais de 20 mil casas poderiam ser abastecidas completamente por esse novo tipo de biocombustível.

A reciclagem e suas vantagens

Na Austrália, quem recicla ganha tickets para eventos e vales em lanchonetes. Em Sydney, foram instaladas máquinas coletoras para reciclagem de latinhas e garrafas plásticas e que oferecem em troca: vale-comida, convites para assistir aos tradicionais fogos de Ano Novo em um local especial, descontos nas passagens de ônibus ou doar para uma ONG. Em algumas unidades da máquina também é possível juntar os cupons ou manter uma conta em que os créditos são acumulados para depois serem trocados por ingressos e produtos em lojas de conveniência.


Recuperação do Sistema Cantareira

O Programa Nascentes do governo estadual de São Paulo, que visa restaurar 20 mil hectares de matas ciliares, plantou 6.664 novas mudas de espécies nativas da Mata Atlântica numa reserva da Cantareira.  A iniciativa faz parte da compensação ambiental obrigatória, devido às obras de construção, operação e manutenção da Linha 6-Laranja do metrô. Duas empresas especializadas em recuperação ambiental, a Iniciativa Verde e a Da Serra Reflorestamento, plantaram em uma área de quatro hectares, no interior paulista. O sítio que abrigou o projeto está localizado no entorno de uma das nascentes do Ribeirão Correnteza, uma das principais fontes de água potável da região metropolitana de São Paulo e um dos reservatórios que mais sofre com a escassez.


Urso negro 

No começo da semana, um urso negro foi visto em Indiana, nos EUA, pela primeira vez em mais de 140 anos. Pegadas e uma pilha de esterco foram deixadas no nordeste do Estado. É bastante incomum que um urso negro de Michigan se desloque tanto para o sul. Isso pode acontecer porque se dispersam durante a primavera, enquanto buscam novos territórios para ficar. Esses animais estão listados como mamíferos exóticos e são protegidos por uma lei estadual.

Moluscos e a radiação

 Nos anos 70, a França detonou quatro bombas nucleares no atol Fangataufa, uma pequena ilha no Oceano Pacífico, e destruiu praticamente toda a vida na região. Um estudo divulgado na The Royal Society aponta que se a vida tivesse que recomeçar após um desastre nuclear, ela não se desenvolveria do mesmo jeito. A pesquisa durou 30 anos e acompanhou as mudanças nas comunidades de moluscos nos recifes do Fangataufa.  As larvas que recolonizaram o recife não eram daquela localidade e em todos os recifes estudados, a composição biológica das comunidades se modificou totalmente depois da exposição ao material radioativo.

Aranha extinta

Ambientalistas procuravam por borboletas na reserva florestal da cidade de Weymouth, no Reino Unido, e ficaram surpresos ao encontrar uma aranha da espécie Hypsosing heri, que acreditavam ter sido extinta em 1912. Duas fêmeas foram encontradas por voluntários em maio e recentemente um segundo grupo das aranhas foi recolhido, todas fêmeas. Agora, os voluntários estão em busca de machos. É muito difícil já que a espécie tem tamanho máximo de quatro milímetros.

Lugar mais azul do mundo

O astronauta americano Scott Kelly postou em sua conta no twitter uma foto de um lago no nordeste do Himalaia e disse que este era o lugar mais azul do mundo visto da Estação Espacial Internacional. A foto se refere ao lago Cuo Womo, que tem o comprimento máximo de sete quilômetros e uma área de 22 quilômetros quadrados. Está a 4.970 metros de altitude em Rikaze, uma região praticamente despovoada no Tibete. A água do lago vem do escoamento da água da chuva que escorre das montanhas ao redor e sua cor particular se dá por causa da forma como ele absorve radiações do sol.

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