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19 de Novembro de 2018

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Edição nº 825 / 2015

17/06/2015 - 09:06:00

Ipaseal Saúde quita 65% da dívida acumulada desde outubro 2014

Débito totalizava R$ 17 milhões; com pagamento dos fornecedores e enxugamento de despesas internas, valor caiu para R$ 6 milhões

Ana Rita Moura

Melhorar a qualidade dos serviços prestados a seus usuários. Esse é o maior desafio do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Alagoas (Ipaseal Saúde), que passa por um momento de reestruturação na sua rede de credenciados. Com uma dívida de R$ 13 milhões, parte dela herdada dos exercícios anteriores, o órgão tem amortizado o débito com o pagamento dos fornecedores (clínicas, laboratórios, hospitais e profissionais da área da saúde) e enxugando as suas despesas internas. Dos R$ 13 milhões, R$ 4,3 milhões são de restos a pagar de recursos provenientes do tesouro estadual e R$ 8,9 milhões de despesas de exercícios anteriores.

Além do montante dos R$ 13 milhões, o órgão acumulava ainda as despesas do exercício atual no total de R$ 3,9 milhões que são referentes à produção de janeiro e fevereiro, que corresponde ao pagamento de credenciados, pessoas físicas e jurídicas. Totalizando uma dívida geral de R$ 17 milhões. Após a mudança de gestão, em março deste ano, foram liberados R$ 271 mil de restos a pagar até R$ 50 mil com verba do tesouro estadual. Já com recursos próprios foram pagos R$ 5,1 milhões de despesas de exercícios anteriores, e mais R$ 5,8 milhões das despesas do exercício de 2015, relativo ao período de janeiro a março. Isto significa que já foram quitados R$ 11,1 milhões das dívidas apresentadas de R$ 17 milhões. Restando um saldo devedor de aproximadamente R$ 6 milhões.


 ArrecadaçãoO Ipaseal Saúde arrecada mensalmente uma média de R$ 2,5 milhões. Entre janeiro a maio de 2015, o órgão contabilizou um acúmulo de R$ 11,2 milhões. O dinheiro foi destinado ao pagamento, quase em sua totalidade, das dívidas recentes e de exercícios anteriores. “A perspectiva dentro dos ajustes implementados pelo governo atual é que de junho a dezembro estas despesas sejam reduzidas tornando o órgão equilibrado financeiramente”, explica coordenador setorial de contabilidade e finanças do órgão, João Guimarães.

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