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14 de Novembro de 2018

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Edição nº 825 / 2015

17/06/2015 - 08:24:00

MEIO AMBIENTE

Fim das geleiras no Everest

A região do Everest no Nepal pode perder a maior parte de suas geleiras até o final do século, segundo estudo publicado em no jornal científico The Cryosphere. Os pesquisadores dizem que mesmo com reduções moderadas nas emissões de CO², o monte ainda pode perder 70% das geleiras e se continuarmos com as emissões nos níveis atuais pode resultar na perda de 99%. Provavelmente as geleiras irão desaparecer até 2100.


Dispersão de sementes

De acordo com um artigo publicado na revista Oecologia, a extinção de mamíferos como preguiças-gigantes e mastodontes pode ter provocado impactos consideráveis no Pantanal brasileiro. Esses bichões são descritos como bons dispersores de sementes por serem muito grandes e por percorrerem longas distâncias em digestão, acabando por fazer com que a germinação acontecesse em locais distantes da planta-mãe.O retorno ao passado indica que plantas que perdem seus dispersores acabam confinadas a regiões menores e têm dificuldade no fluxo gênico entre populações. No longo prazo, isso pode reduzir a diversidade genética das populações e diminuir sua resistência a pragas

.Aquecimento global

Estudo publicado na revista NatureClimateChange aponta que se o aquecimento climático não for controlado rapidamente, isso provocará uma reorganização maciça da biodiversidade marinha em escala planetária. Segundo os cientistas, um aquecimento significativo - até 4,8°C até 2100 - provocará mudanças sem precedentes nos ecossistemas marinhos em três milhões de anos.


Apitaço contra poluição

Uma manifestação contra a degradação da baía de Guanabara reuniu essa semana vários ativistas no Rio de Janeiro, sede dos Jogos Olímpicos de 2016 que terão provas realizadas no local.Os ambientalistas querem chamar a atenção da sociedade e das autoridades sobre a situação em fase terminal da baía. No manifesto, os ativistas pedem um termo de ajuste de conduta por parte das autoridades e dos organismos de fiscalização para o desenvolvimento de projetos de recuperação ambiental.


Racionamento de água 

A seca persistente no estado da Califórnia (EUA) vem originando medidas drásticas de economia de água.A Secretaria Estadual de Água só permite que os gramados e jardins sejam regados duas vezes por semana; é proibido reabastecer piscinas, spas e laguinhos de jardim; e, os californianos também foram obrigados a cortarem seu consumo de água em 25%. Essa percentagem pode chegar a 70% na verde Beverly Hills, com suas grandiosas mansões e gramados mais monumentais ainda.

Drones e os elefantes 

O parque natural de Tarangire, na Tanzânia, recorreu à tecnologiados drones para proteger os elefantes.O aparelho emite um ruído similar ao do zumbido de abelhas para alertar os animais quando se aproximam de territórios ocupados por humanos.Os guardas florestais são treinados para equipar os drones com pimenta, uma especiaria que repele os elefantes, porquepela noite não há abelhas a zumbir e os eles sabem disso. Os drones são uma forma pouco dispendiosa de proteger os animais devido à solidez e ao baixo custo de manutenção dos aparelhos e também evita que haja demasiado contacto entre os guardas e os animais selvagens.

Ursos de aquário

 Dois ursos polares chegaram ao Brasil para ficar num aquário de São Paulo, depois de quase um ano de negociações com um zoológico russo. O Ibama fez as exigências com relação ao cativeiro e todas foram cumpridasO recinto dos ursos mede 1.500 m², tem neve artificial, temperatura e luz controladas e muita água. Há suspeitas de que em breve, pode nascer o primeiro urso polar no país, então uma maternidade já foi anexa ao recinto. Segundo especialistas, a adaptação do casal foi rápida e bem-sucedida.


Pico da emissão de gases 

O objetivo do acordo universal de Paris é limitar o aquecimento global a 2ºC após 2020, porque a partir deste limite os cientistas anunciam consequências devastadoras nos ecossistemas e nas economias.O pico pode chegar em 2025 ou inclusive antes.Os países devem tornar públicos até 31 de outubro seus compromissos em matéria de redução de suas emissões de gases de efeito estufa. Atualmente, as emissões mundiais alcançam 50 bilhões de toneladas equivalentes de CO2, e um quarto das quais são provenientes da China.

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