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17 de Novembro de 2018

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Edição nº 825 / 2015

17/06/2015 - 08:07:00

REPÓRTER ECONÔMICO

JAIR PIMENTEL - [email protected]

O calote vem crescendo

Sempre alertei para o perigo das facilidades do crédito, tanto a nível de cartão como o direto ao consumidor, via bancos e financeiras com prazos de pagamento “a perder de vista”. Mas o governo continuava incentivando o consumo, afirmando que a crise econômica mundial de 2008 não atingia o Brasil. A tragédia que citava, já apresenta seus resultados: PIB ínfimo, desemprego, inadimplência. Se a crise foi no Primeiro Mundo, como não atingia um país como o Brasil? Ao consumidor, só resta mesmo seguir à rísca o que a coluna indica: reduzir o consumo e procurar sobreviver de acordo com o que ganha, pesquisando muito antes de comprar, garantir alguma reserva financeira na caderneta de poupança e comprar mais especificamente à vista, exigindo um bom desconto. Serviços essenciais como energia elétrica, por exemplo, devem ser reduzidos com mudanças de hábitos, lembrando que os eletrodomésticos que mais consomem são: ferro de engomar, máquina de lavar roupas, ar condicionado e chuveiro elétrico. 


Dinheiro fácil

Com o aprofundamento da crise econômica, os bancos e financeiras oferecem empréstimos a longo prazo e juros que alegam ser baixos, tentando encontrar clientes, mas que seja pelo crédito consignado, o que garante lucro certo, já que não existe perigo de inadimplência, pois o valor da prestação é descontado no contracheque do servidor público ativo ou inativo e os aposentados e pensionistas do INSS. Fuja disso!Pesquisando sempreO momento econômico é de aperto financeiro, pouco dinheiro disponível para as despesas do dia a dia (alimentos, material de limpeza e higiene). Assim, vá ao supermercado ou mercadinho com a lista de compra, pequisando preços, mudando de marcas e só comprando mesmo o que estiver na lista. Nada de consumo por impulso, mesmo sendo promoção. 


Pagando em dia

Nunca deixe de pagar suas prestações ou contas de luz, água, telefone, Internet, TV a cabo e ainda da casa própria, aluguel, condomínio, escola, etc. Evite pagar juros e multas. Também não amortize o cartão de crédito. Isso é uma “bola de neve”, você paga o valor mínimo e a dívida vai crescendo a cada mês, ficando impagável. Evite esse prejuízo!


Caixa eletrônico

Eles aliam praticidade e comodidade, já que você pode fazer saques, pagar contas e efetuar outras operações nesses equipamentos. Mas precisa prestar muita atenção ao usar. Veja como evitar problemas: 1) - Prefira caixas localizados em shoppings, postos de gasolina ou lugares com muitas pessoas. Caso precise ir à noite, não vá sozinho; 2) Fique atento às pessoas ao redor. Se o caixa eletrônico estiver inoperante, não aceite que outra pessoa passe o seu cartão em outro terminal, mesmo que ela se apresente como funcionária do banco; 3) Ao digitar sua senha, deixe seu corpo bem próximo ao teclado. Evite pedir ajuda a estranhos. 4) Se o cartão ficar preso na máquina, não use o telefone de estranhos para se comunicar com o banco, já que seus dados tendem a ficar armazenados na memória do celular. 

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