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18 de Setembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 822 / 2015

27/05/2015 - 20:42:00

MEIO AMBIENTE

Mata Atlântica

O Rio de Janeiro foi sede, pela primeira vez, do Encontro Nacional pela Mata Atlântica. O evento, que aconteceu de 9 a 17 de maio, resultará em um documento com metas para a preservação e restauração do bioma, que devem ser colocadas em prática até 2018. A programação incluiu palestras, exposições, atrações culturais e oficinas. Os secretários e representantes do Meio Ambiente dos 17 estados onde existe a Mata Atlântica iniciaram a elaboração do documento.

Pandas

Um estudo relatado pela revista online norte-americana mBio, exa-minou 45 pandas ao longo de um ano e descobriu que os animais pareciam ter um sistema digestivo totalmente diferente de outros herbívoros. Apesar de dois milhões de anos mastigando bambu, o panda gigante ainda mantém um trato gastrointestinal típico dos carnívoros e isso pode influenciar negativamente sua evolução.


Marco da biodiversidade

O Marco da Biodiversidade foi aprovado pela Câmara no final do mês de abril e agora vai para sanção presidencial. Ambientalistas pedem veto porque para eles, essa é a verdadeira privatização dos recursos naturais. Além de regular uso do patrimônio genético do Brasil, o marco da biodiversidade visa frear o uso de recursos por parte de empresas estrangeiras. Um dos artigos proíbe que empresas estrangeiras se utilizem dos recursos do país. Caso o marco da biodiversidade seja sancionado, entra em vigor em um mês.

Mudanças climáticas

Uma pesquisa do Instituto Datafolha mostra que o brasileiro está preocupado com as mudanças climáticas e acredita que o governo tem feito muito pouco para enfrentar o problema. Segundo a pesquisa, 91% dos entrevistados acreditam que as mudanças climáticas são causa de muita preocupação com o futuro do planeta e 95% acham que elas já estão afetando o Brasil. Dois terços dos entrevistados disseram ainda que esperam do Brasil uma liderança nas questões internacionais e que ajude no enfrentamento das mudanças climáticas.


Uso de agrotóxicos 

O Dossiê Abrasco – Um Alerta sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde, lançado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) contou que o aumento em toneladas compradas foi de 162,32%. Desde 2009, o Brasil assumiu a posição de primeiro consumidor mundial de agrotóxico. O aumento está diretamente relacionado à expansão da monocultura e dos transgênicos. Entre 2007 e 2014, o Brasil registrou 34.147 casos de intoxicação por agrotóxico. Entre os problemas causados por esse tipo de intoxicação estão má formação de feto, câncer, disfunção fisiológica e problemas cardíacos e neuronais.


África

O Banco Mundial exigiu, num relatório intitulado como “Reforçar a Resiliência Climática das Infraestruturas na África”, ações imediatas e a adoção de novas abordagens dos governos africanos para reduzir o impacto das mudanças climáticas. Para eles, a falta de ação não é uma opção. A análise dos peritos do Banco Mundial sugere que os benefícios em termos de redução de riscos podem exceder significativamente o custo de modificar planos de investimentos atuais.

Herbicida cancerígeno 

O uso do glifosato, que era usado para fumigar as plantações de coca na Colômbia, foi suspenso com a aprovação do presidente daquele país, Juan Manuel Santos. A decisão representa um novo enfoque no combate às drogas. A aspersão se tornou insustentável desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que o glifosato pode causar câncer em seres humanos. O desafio agora é conter o crescimento desses cultivos sem o glifosato, que já estava proibido em parques naturais e em parte da fronteira com o Equador.

Planta Valiosa

Uma planta identificada recentemente na Libéria, Pandanus candelabrum, tem uma característica singular: aparentemente, só cresce em zonas onde há chaminés de kimberlito, formações rochosas de origem vulcânica que podem abrigar grandes quantidades de diamantes. Pesquisadores acreditam que a planta se adaptou a esses terrenos porque contém níveis elevados de magnésio, potássio e fósforo, que constituem um “fertilizante muito bom”.


Aves mortas

Cerca de 1.300 aves teriam morrido ao longo da praia de Lenga, no sul do Chile, após ficarem presas em redes de pesca ou por uma doença incomum.  As aves marinhas, da espécie Petrel, foram encontradas mortas e amostras para indicar a causa das mortes já foram coletadas.As autoridades afirmam que em 2010 também foram encontradas centenas de aves mortas na área e, desta vez, foi detectado que elas morreram após ficarem enredadas nas redes de pescadores.

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