Acompanhe nas redes sociais:

13 de Novembro de 2018

Outras Edições

Edição nº 820 / 2015

14/05/2015 - 14:29:00

Meio ambiente

Cafeína

Uma pesquisa recente da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estuda a presença de cafeína nas águas mananciais. Essa substância serve de indicador porque é encontrada no esgoto doméstico e sendo a bebida mais consumida no mundo depois da água, altas concentrações num manancial indicam que o rio recebe altas cargas de esgoto sanitário. No cenário nacional, verificou-se que as capitais costeiras mostraram níveis menores de cafeína quando comparadas com as capitais interioranas. Entre as capitais estudadas, Porto Alegre foi a que apresentou a maior concentração de cafeína na água tratada para consumo humano, com um valor médio de 1.211 nanogramas por litro (ng/l).


Petrobras

Uma área equivalente a 250 campos de futebol foi recebida pela Petrobras para receber a maior refinaria do Brasil, Premium 1. Para construir a refinaria, a Petrobras precisou retirar famílias que viviam na região, a terraplanagem destruiu grande parte da vegetação e causou danos aos riachos. Logo depois, o local foi devolvido ao governo do Estado. A desistência trouxe não só prejuízo social e financeiro, como deixou um extenso dano ambiental.Peixe-leãoO peixe-leão, reconhecido por suas listras laranjas, marrons e negras, encontrado na região de Cabo Frio (RJ), preocupa ambientalistas por ser invasivo e desestruturar ecossistemas ao competir com espécies nativas. Considerado a maior ameaça marítima de todos os tempos, por seus espinhos venenosos, ele devora peixes jovens, destruindo o ecossistema dos recifes de corais. Os especialistas destacam que as autoridades devem adotar medidas para matar e evitar sua propagação no litoral brasileiro.


Ameaça

Uma pesquisa do departamento de Ecologia e Biologia da Universidade de Connecticut (EUA) alerta que a perda da biodiversidade se acelera a cada grau Celsius a mais na temperatura do planeta. Uma em cada seis espécies da fauna está em risco de desaparecer devido aos efeitos do aquecimento global, caso as emissões de dióxido de carbono (CO2) continuem no ritmo atual. Em alguns países do hemisfério sul, o risco de extinção é de até 23% da espécies. América do Norte e Europa são as regiões com menor risco, com 5 e 6%, respectivamente.


Baleias

Pesquisadores da Universidade de British Columbia (Canadá) descobriram uma estrutura neural na boca e língua das baleias azuis e baleias-de-barbas que permite que elas dobrem de tamanho durante a alimentação. Os nervos se esticam e depois se recolhem, o que evolutivamente foi necessário para facilitar a alimentação desses imensos animais. Os cientistas agora querem descobrir como é feito esse “esticamento” e se essa descoberta é válida para outros animais que se alimentam com a ajuda da língua.


Desafio

Algar Energia O Instituto Algar lançou neste mês o Desafio Algar Energia, com o objetivo de atentar para as questões relacionadas à importância de se reduzir o consumo de energia elétrica. O programa visa reforçar a cultura de sustentabilidade do grupo. Os funcionários participaram de palestras com presença de representantes da Efficientia, da CPFL Eficiência e da Alsol Energias Renováveis.  Entre as atividades previstas pelo Desafio ainda estão a estruturação de governança e modelos de Comissões Internas de Conservação de Energia nas empresas Algar (CICEs), uma campanha com dicas de economia de energia empresarial e doméstica, a criação de um banco de boas práticas, além do reconhecimento daqueles associados que mais economizarem energia elétrica.

Seca

Um dos principais pontos turísticos do litoral do Piauí, a Lagoa do Portinho, corre o risco de desaparecer. A lagoa agoniza com a escassez de água devido à estiagem. A distribuição dos recursos hídricos, caracterizada pelo ciclo hidrológico, apresenta variabilidade interanual devido a eventos como El Niño e La Niña. Dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) apontaram que entre 1971 a 2014, houve período alternância de ciclos de chuvas acima da média e abaixo da média e que um efeito em longo prazo pode estar causando a seca da lagoa.

Nepal

O impacto do terremoto no Nepal vai além de destruição de bens materiais. Áreas agrícolas nas montanhas, canais de irrigação e drenagem foram destruídos. A segurança alimentar foi afetada e se os agricultores perderem a temporada de plantio que começa no fim desde mês, só colherão no final de 2016. Isso limitará de forma severa os estoques de comida e a renda das famílias no Nepal, onde dois terços dos habitantes dependem da agricultura como meio de subsistência. Cerca de 20 mil famílias que dependem da agricultura receberão o apoio da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), que está focada em ajudar os produtores.


Autorização ambiental

Na última segunda-feira (4), a fábrica de celulose Eldorado Brasil recebeu autorização ambiental para o corte de eucalipto em duas áreas em Mato Grosso do Sul, uma em Dois Irmãos do Buriti e outra em Anastácio. A autorização foi concedida durante reunião realizada entre o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e  a Reflore (Associação sul-mato-grossense de produtores e consumidores de florestas plantadas). Além da autorização, foi definido um cronograma de reuniões para 2015 com o objetivo fortalecer as políticas para o setor florestal e concretizar as ações propostas pelo governo do Estado.

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia